10 erros de segurança

10 erros de segurança
Tirar lições dos erros alheios pode ser um diferencial e colocá-lo em vantagem. Por Marcos Sêmola.

Leia a matéria completa em: http://idgnow.uol.com.br/seguranca/firewall/idgcoluna.2007-03-23.8678414547

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LibreOffice 3.3, primeira versão desde a separação do OpenOffice.org, já está no ar

LibreOffice 3.3, primeira versão desde a separação do OpenOffice.org, já está no ar: "Pacote incorpora plugins rejeitados pela Oracle, recursos do OpenOffice.org 3.3 e algumas capacidades totalmente novas





Aylons Hazzud

A The Document Foundation anunciou o lançamento da primeira versão estável do LibreOffice, a 3.3. O LibreOffice é uma “dissidência” do OpenOffice.org, criado por desenvolvedores insatisfeitos com a condução do projeto pela Oracle, que mantém o projeto original.










Reprodução
Aplicativos do LibreOffice ganharam novos ícones


Boa parte das mudanças da nova versão vêm de plugins que a Sun e sua compradora, a Oracle, se recusavam a incorporar no projeto principal. Abrir PDF, por exemplo, era uma dessas capacidades que já estavam disponíveis através destas extensões, mas que já vem embutidas no LibreOffice. Outras foram criadas especialmente para o novo programa, como a capacidade de importar e editar SVGs, formato de imagem vetorial que pode ser lido em navegadores web como Firefox e Internet Explorer.

Enquanto isso, o projeto da OpenOffice.org segue em paralelo, mas como os dois projetos são livres, as novidades da versão lançada recentemente pela Oracle estão no programa da The Document Foundation. Com isto, o LibreOffice ganha a capacidade de ler planilhas de até 1 milhão de linhas, uma nova interface de impressão, além de outros ajustes de usabilidade.

A versão brasileira do LibreOffice se chama BrOffice, por conta de um problema de marca há alguns anos: a marca “OpenOffice” já havia sido registrada no país por uma outra empresa não relacionada com o projeto, o que obrigou a versão brasileira a adotar outro nome. Mesmo tendo decidido abandonar o OpenOffice.org em prol do LibreOffice, os responsáveis pelo projeto nacional resolveram manter o nome.

Uma grata surpresa é que a versão brasileira saiu simultaneamente à versão internacional – o BrOffice costumava ser lançado com algum atraso em relação ao OpenOffice.org. O BrOffice 3.3 é gratuito e tem versões para Windows, GNU/Linux e MacOS X, podendo ser baixado pelo site oficial.


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Peritos criminais ensinam conceitos e técnicas da computação forense


Reprodução
Peritos ensinam os conceitos, procedimentos e técnicas fundamentais
Peritos ensinam os conceitos, procedimentos e técnicas

Em "Desvendando a Computação Forense", Pedro Monteiro da Silva Eleutério e Marcio Pereira Machadom, peritos criminais da Polícia Federal, introduzem conceitos, procedimentos e técnicas de uma nova e promissora área de investigação.
Os especialistas detalham os tipos de exames periciais mais comuns em informática, incluindo algumas das ferramentas usadas.
Leia mais (26/01/2011 - 18h20)"

Evolua profissionalmente fazendo Pós-Graduação no Brasil

Evolua profissionalmente fazendo Pós-Graduação no Brasil: "

Em tempos de muita competição no mercado de trabalho e com tanta demanda por profissionais qualificados, ter um ou mais cursos de Pós-Graduação no Curriculum é primordial.


Fazendo uma pesquisa sobre como encontrar cursos de Pós-Graduação no Brasil deparei-me novamente com o EducaEdu.


Educaedu é hoje o maior diretório global de educação online e está presente em 20 países. Sua página brasileira tem uma média de 20 mil visitas diárias e reúne dados de mais de 10 mil cursos, graduações, mestrados, pós-graduações e MBA oferecidos em todos os estados do país. O site é uma ferramenta prática e eficiente: em apenas um endereço virtual, estão disponíveis todas as informações das instituições de ensino e dos cursos, tais como unidades onde são ministrados, valores e grades curriculares.


Desta vez, minha visita ao EducaEdu teve foco nos cursos de Pós-Graduação. O website lista mais de 6.500 cursos, agrupados em quase quarenta categorias. Estes cursos podem ser pesquisados pelo Estado onde são oferecidos, pela modalidade ou forma de oferecimento.


Pós-Graduação no Brasil

Pós-Graduação no Brasil


Recomendo uma visita á página de Pós-Graduação no Brasil do EducaEdu, pois os salários de quem tem este tipo de curso são 15% superior, em média, aos de quem tem apenas graduação. Procure estes cursos para aprofundar seus conhecimentos, atualizar-se e destacar-se da concorrência pelas vagas de emprego.


Pesquisar seu curso no EducaEdu é interessante pois quase todas instituições de ensino superior fazem o possível para incluir seus cursos de Pós-Graduação, entre outros, neste diretório de cursos.


Além dos serviços que podem ser encontrados no website, veja a participação do EducaEdu em outros cantos da Internet, como no Twitter.


O portal foi fundado em 2001 pelos empresários espanhóis Mikel Castaños e Fernando Bacaicoa, com o lançamento de três sites para a Espanha: Buscaoposiciones, Tumaster e Canalcursos. Em janeiro de 2008, eles decidiram expandir o projeto internacionalmente com a criação do Educaedu como marca global. Conheça-o!


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Onze previsões para os PCs em 2011, parte 1

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Este ano provavelmente vai ser um ano de definição para a indústria da tecnologia pessoal. O X-bit Labs acredita que em 2011 a guerra entre ARM e x86 vai começar oficialmente, que o mercado de tablet PCs vai disparar, que o Google Android vai se tornar
o sistema operacional mais popular entre smartphones e que o overclocking de 3D estéreo vai se tornar um recurso 'gratuito' nas principais HDTVs. O começo da era da APU vai tornar mais difícil separar netbooks de notebooks, e o Sandy Bridge da Intel vai
mudar a abordagem de overclocking de CPUs para sempre.

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Conheça dez maneiras para tirar o máximo da tecnologia

Conheça dez maneiras para tirar o máximo da tecnologia: "Seus aparelhos e computadores, seus programas e sites --eles não estão funcionando como deveriam. Mas a indústria da tecnologia lhe dá a impressão de que fazer ajustes é uma tarefa difícil e longa. Não é.
Abaixo estão dez coisas para melhorar sua vida tecnológica. Elas são fáceis e, na maioria das vezes, de graça.
Juntas, elas devem tomar cerca de duas horas (uma envolve ligar para sua operadora de TV a cabo ou telefone, então essa previsão é elástica). Feitas, elas compensam tanto pelo tempo livre como pela diminuição de frustração. Você consegue.
Leia mais (08/01/2011 - 16h05)"

Sobre jedis, ninjas e samurais

Sobre jedis, ninjas e samurais: "

Geeks de todos os tipos adoram se colocarem como os equivalentes tecnológicos de alguma sociedade guerreira–real ou imaginada–que exiba uma quantidade excessiva de coolness no dia-a-dia. Eu não posso culpar ninguém que faz isso porque eu também já fiz a mesma coisa muitas vezes.



É claro, eu nunca gostei tanto de Star Wars. Sendo um fã de Star Trek, eu sempre considerei Star Wars como algo que você superava quando crescia–bom para crianças, mas não para muito além disso (por favor, sem ameaças de morte, estou brincando–bem, nem tanto assim). Star Wars é fantasia e Star Trek é ciência. Claro, os Jedi são muito mais legais e eu preferiria andar com um sabre de luz do que com um phaser mas me dê um torpedo quântico qualquer dia sobre qualquer arma do Império ou da República.



E há sempre os samurais–aquela velha escola, valorosa, sempre envolvida em negócios por conta de honra, muitas vezes sem qualquer esperança de sucesso. De Seven Samurai a The Last Samurai–e não dá para esquecer os livros do Eiji Yoshikawa–nós ocidentais sempre admiramos a forma como esses guerreiros japoneses se conduziam, considerando o seu Caminho do Guerreiro como algo a aspirar.



Finalmente, há também os ninjas ou shinobi. Não muito populares hoje em dia, mas houve um tempo em que eram a febre entre a população mais jovem. Como os samurais, a arte deles também era baseada em princípios de honra e dever–embora, no seu auge, eles fosse mais equivalentes a guerrilhas ou equipes Black Ops do que o modelo mais Special Forces dos samurais.



Mas uma coisa que todas ordens tem em comum é que elas eram bem monásticas, baseadas em códigos estritos sobre como proceder, treinamentos estritos ao longo dos anos e especialmente, disciplina–em muitos casos, com o peso da honra coibindo qualquer relação além da com os companheiros de armas.



Como geeks geralmente gostamos de nos comparar essas ordens porque elas são, bem, fascinantes, e sempre estavam fazendo coisas além no normal, com seus procedimentos arcanos para lidar com situações acima do que uma pessoa normal poderia encontrar.



Mas há algo que é sempre esquecido sobre essas ordens–como mencionado acima, elas eram primariamente e acima de tudo sobre disciplina; sobre um modo de vida ordenado que permitia com que a pessoa se concentrasse no que realmente importava. Tanto o treinamento histórico e real dos samurais e shinobi quanto o imaginado, inspirado pelos anteriores, dos Jedi exigia um compromisso com a disciplina que supera qualquer outra coisa que a pessoa precisaria fazer no curso de sua existência como membro dessas ordens. E, acima de tudo, requeria compromissos entre o possível e desejado e o necessário.



O que me traz ao meu ponto.



Nos últimos quatro ou cinco anos, eu fui parte de quase dez times diferentes. Já vi equipes sucederem a falharam, se recuperaram e continuarem, se unirem e se tornaram grandes, acabarem e seguir com suas vidas. Em resumo, fui parte de um número enorme de situações em que pude participar ou observar como times interagem e fazem as coisas acontecerem.



E em todos esses anos, uma das coisas mais importantes que separou os times ruins ou medianos dos grandes times foi a disciplina, que geralmente a parte mais desprezada nos exemplos que os fãs desses grupos tentam emular quando escolhem seus heróis.



É um tanto irônico que pessoas professem gostar tanto de metodologias ágeis porque estas criam ordem do caos através de times auto-gerenciáveis–times que não precisam de muita direção para fazer e acontecer, times que não precisam ser monitorados continuamente para garantir que estão indo na direção certa–esqueçam de que gerar ordem do caos exige disciplina.



A verdade é que agilidade em times só acontecem naqueles que são disciplinados e que entendem o que se ganha e o que se perde quando um projeto tem que ser cumprido. Sim, agilidade tem tudo a ver com encarar mudanças mas isso só significa que você tem que conseguir trabalhar muito bem com seus pares e com a organização como tudo–entendendo o que está mudando e quais são os meio-termos a serem alcançados–para realizar seus objetivos. Mudança sem contexto, sem disciplina, só gera caos. E isso é que muitos parecem esquecer quando se encantam com o Scrum e suas disciplinas irmãs.



Eu estava falando com um amigo outro dia e estávamos discutindo o fato de que muitos programadores usam a desculpa do ADD para procrastinarem ou para justificar distrações. Geeks, ele estava dizendo, são notórios pela sua baixa capacidade de atenção.



Eu acho–e disse para ele–que o contrário é o correto. Os verdadeiros geeks são disciplinados o suficiente para manter o seu foco e continuar no que estão fazendo a despeito das distrações. Você precisa ser muito focado se quer depurar aquele heisenbug que está mantendo você acordado nas últimas 40 horas, fazendo com que seu servidor capote a cada hora e meia. Você precisa de disciplina para continuar afundando na documentação, indo e voltando para encontrar aquela informação elusiva de permitirá que você otimize a sua rotina para que ela rode em massas de dados enormes. E você precisa de um senso forte de direção para participar de um time sem controle gerencial direto em um ambiente que está mudando continuamente.



Em resumo, disciplina é o que separa os diletantes dos artesãos. É que faz as coisas acontecerem e que realmente cria grandes times. Não quer dizer que você tenha que ser um mala sobre horários, procedimentos ou qualquer coisa assim. Não significa que você não possa se divertir ou que tenha que seguir passos ordenados toda vez que vai fazer alguma coisa. Mas significa que você tem que praticar e pensar e se focar até que isso se torna uma segunda natureza, até que você se torne um mestre no que está fazendo.



E isso é o que ninjas e samurais e Jedi fazem. Eles não param, não correm quando a proverbial situação fica preta. Eles–você sabe–simplesmente vão lá e fazem, e fazem bem.


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Joy of Tech: ?Promessas para 2011?

Joy of Tech: ?Promessas para 2011?: "



Joy of Tech - Promessas para 2011Clique na tirinha para ampliá-la:


Joy of Tech - Promessas para 2011


[original: Geek Culture]






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Programa permite acessar conta do Windows por reconhecimento facial

Programa permite acessar conta do Windows por reconhecimento facial: "Programa permite acessar conta do Windows por reconhecimento facial
Sistema evita o uso de senhas.
Deixe suas dúvidas e sugestões na área de comentários."

Gerenciamento das redes de comunicação: fundamental para a segurança das companhias

Gerenciamento das redes de comunicação: fundamental para a segurança das companhias: "

No mercado de Tecnologia da Informação, a criação da área de gerência de redes foi inicialmente impulsionada pela necessidade de monitoramento e controle dos dispositivos que compõem as redes de comunicação das companhias - equipamentos para tráfego de dados, servidores, no-breaks etc -, para, consequentemente, detectar falhas, alertar os gestores e permitir medidas preventivas ou corretivas.

Atualmente, as redes de computadores e seus recursos associados são fundamentais no ambiente corporativo, pelo fato de possuírem ferramentas que proporcionam o gerenciamento. Isso significa que o nível de falhas de desempenho considerado 'aceitável' está diminuindo cada vez mais, com tendência a ser zerado, ou seja, sem indisponibilidade da rede corporativa.

Estatisticamente, enquanto 30% dos custos de uma rede estão diretamente associados à aquisição de hardware, os 70% restantes dizem respeito à manutenção e ao suporte da mesma. Por esse motivo, o gerenciamento da rede torna-se uma atividade que contribui decisivamente para o funcionamento contínuo dos sistemas, garantindo que a qualidade dos serviços oferecidos mantenha-se, pelo maior tempo possível, dentro dos Acordos de Níveis de Serviço (SLAs).

Os principais benefícios oferecidos pelos sistemas de gerenciamento são: interoperabilidade das redes, alertas sobre possíveis problemas, captura automática de dados essenciais para eficiência corporativa, gráficos de 'eventos' da rede e gráficos comparativos entre capacidade da rede x consumo médio e pico.

Para proporcionar tais benefícios, existem cinco áreas de gerenciamento, conforme determinação do Setor de Normatização das Telecomunicações (ITU-T): configuração, responsável pela interconexão da rede e dos dispositivos gerenciados; falhas, área com objetivo de garantir o funcionamento contínuo da rede, dos dispositivos e de seus serviços; desempenho, que garante a eficiência da rede e dos dispositivos; segurança, que garante o sigilo das informações que trafegam na rede corporativa; contabilidade, que determina o custo de utilização da rede, dos dispositivos e seus recursos; e SLA, parte do contrato que define o tempo de entrega ou excelência de um serviço.

Para manter o grau de excelência dos itens acima, é de vital importância que as empresas tenham planos de investimentos contínuos em gerenciamento, com foco nos aplicativos de monitoramento, considerados essenciais para garantir um ambiente seguro, estável e confiável.

Os aplicativos de monitoramento fornecem recursos para análise de tráfego, monitoramento de links, verificação de serviços, servidor de internet e banco de dados, por exemplo, e até de equipamentos que suportam o Protocolo Simples de Gerência de Rede (SNMP).

A principal funcionalidade proporcionada por esses aplicativos é o fornecimento de informações estratégicas, tanto para a atuação proativa das equipes de suporte como para a governança de TI.

Um ambiente que possui um monitoramento confiável, mesmo que seja somente da infraestrutura de TI ou estendido até o nível da aplicação, agregará valor ao administrador de sistemas, que poderá gerir seu ambiente sem imprevistos, sabendo previamente como controlar seus SLAs.



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GSM: fiasco vergonhoso de segurança

GSM: fiasco vergonhoso de segurança: "

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Especialistas em segurança demostraram que a rede padrão de comunicações responsável 80% do tráfego mundial de chamadas (GSM) é mais vulnerável do que minimamente se esperava.


No Congresso CCC que aconteceu em Berlin, Karsten Nohl e Sylvain Munaut apresentaram seu toolkit de invasão, que vai desde uma rápida identificação de uma linha celular em particular, até o sequestro e controle sobre todos os seus dados. Também deram explicações sobre o quão relativamente fácil é quebrar os códigos de segurança GSM atuais.


Simon Bransfield-Garth, CEO da Cellcrypt, alerta para que as companhias por todo o mundo passem a tratar a comunicação de voz com o mesmo protocolo de segurança que é trabalhado nas comunicações de dados e e-mail.



Segundo ele, pode-se esperar um aumento significativo na quantidade de ataques de interceptação e invasão de dados de voz no grid mundial de redes móveis GSM.


A rede celular no padrão de GSM é responsável pela maioria absoluta de ligações feitas em todo o mundo mas, ironicamente, ela ainda usa um sistema de encriptação e algoritmos com 22 anos de idade, conhecido como A5/1.


Este algoritmo foi crackeado pela primeira vez em ’99 e foi criado para barrar com segurança tentativas de interceptação de chamadas, forçando contínuamente aparelhos celulares e sub-estações de captação e retransmissão a alterarem suas frequências, flutuando entre camadas e ondas controladas.


A GSM Association já tinha conhecimento da vulnerabilidade deste formato e, considerando-o ultrapassado, trabalhou em um outro algoritmo (o A5/3) endereçando alguns problemas e tornando-o mais forte. Mas isso lá em idos de 2007…


Apenas uma minoria, menos que 10% das operadoras mundiais, fizeram o upgrade.


Em um mercado que estima ter atualmente 5 bilhões de aparelhos comunicando-se entre si mundo afora, essa definitivamente não é a melhor das notícias.


#über #fail


Nota do editor: essa precariedade na segurança do padrão GSM que permite ataques em dumbphones via SMS. Aliás, foi nesse mesmo congresso, pelos mesmos pesquisadores indicados no texto, que aqueles testes e seus temerosos resultados foram divulgados.


Fonte: Telegraph UK




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Artigo recomendado por Rubens: LinkedIn: você sabe usar essa rede social?

Oi, Blog,
Seu(sua) amigo(a), Rubens, recomendou este artigo intitulado 'LinkedIn: você sabe usar essa rede social?' para você.

Aqui está o comentário dele(a):
N/A

LinkedIn: você sabe usar essa rede social?
Postado por Clayton Melo em 4 04America/Sao_Paulo janeiro 04America/Sao_Paulo 2011 (8:30) em Marketing, Negócios, Redes sociais

O post de hoje é contribuição do colega Klaus Junginger, repórter do IDGNOW e da Computerworld e voltado ao mercado de busca. Klaus resolveu investigar formas de usar melhor o LinkedIn. O resultado você confere abaixo.

Por Klaus Junginger

Em meio à miríade de redes sociais digitais, o LinkedInse destaca por ser de cunho essencialmente profissional. Sem recursos de partilha de fotos e com opções restritas de envio de mensagens para outros usuários, o LinkedIn tem alguns macetes para uso mais poderoso.

Neste texto, que é a primeira parte de alguns posts sobre a rede social, vou tratar de dicas dadas por profissionais. Nas partes seguintes, falarei sobre os recursos pagos.

Aprender a se portar nesse ambiente é fundamental – o mesmo pode ser dito acerca do perfil. Em telefonema com a RP do LinkedIn, Krista Canfield, fico sabendo quais são algumas das regras essenciais. Acompanhe:


O perfil
Segundo Krista, o número mínimo de conexões no LinkedIn é 50. Ela se refere a esse número por "magic number" (número mágico). Por quê?
A rede classifica a proximidade entre o usuário e possíveis contatos em 1º, 2º e 3º graus. E é a partir de 50 conexões que o usuário começa a perceber um volume relevante em termos de profissionais no segmento de interesse.

Preencher o perfil do LinkedIn de forma otimizada leva tempo e não precisa ser feito de uma vez só. É possível impedir que seus dados sejam expostos a quem acessar seu perfil. Contudo, é necessário selecionar essa opção no menu de configurações da rede social. Pense nisso quando for criar seu perfil. Diferentemente do Facebook, em que erros e dados inconsistentes são aceitos, esse tipo de informação pode prejudicar sua presença digital no LInkedIn.

Minimizar o volume de informações no perfil em construção não impedirá que uma busca por seu nome em mecanismos de pesquisa como o Google e o Bing revelem sua existência na rede em posições bastante privilegiadas.

Krista dá uma dica valiosa sobre esse assunto: "Get your LinkedIn profile to come up higher in search results by customizing your profile URL", ou seja, use o LinkedIn para ocupar posições vantajosas em mecanismos de busca e otimize sua URL. Impagável. Existe uma variedade extensa de palavras-chave disponíveis para otimização.

Melhor: para cada idioma em que o LinkedIn está disponível, é criado um subdiretório. Linkedin.com/in, por exemplo, denota o diretório dos perfis criados em idioma inglês. Assim a quantidade de vezes que uma palavra-chave é usada é multiplicada pelo número de idiomas disponíveis. Mas um mesmo usuário, apesar de poder criar perfis em diomas distintos, não pode alterar sua URL para cada idioma. Seria demais, uma chance de monopólio.

O analista de audiência (Web Analytics) da Globo.com, Diógenes Passos diz que otimizou sua URL na rede LinkedIn e decidiu criar a URL com seu próprio nome, e não com uma palavra-chave. "É uma questão de personal brand", diz. Diógenes continua, dizendo que "…em todo caso, a busca interna do LinkedIn in encontra bem keywords ligadas ao seu currículo".
O profissional de web analytics completa a resposta (dada via Twitter): "Como existem vários outros Diógenes Passos, decidi não deixar dúvida em nenhuma busca pelo meu nome".

A escolha, como pode perceber, caro leitor, será inteiramente sua.

O ranking interno

É possível encontrar outros usuários do LinkedIn com base na busca por palavras-chave ou nome.
Perguntada se a quantidade de vezes que determinado termo aparece em perfis no LinkedIn interfere no ranking por buscas no site, a assessoria de imprensa do LinkedIn no Brasil confirma que sim. Parece, ainda, ser o fator de maior peso na hora de compor a lista de perfis.

Em 2010, percebi várias posts e matérias de especialistas dando instruções de como montar um perfil otimizado. Para tal, é necessário incluir nas informações profissionais as palavras que melhor denotem sua atividade e experiência. Vale perguntar se tal dinâmica não encoraja o que na comunidade de SEO (otimização para sites de busca) é conhecido por Keyword stuffing – uso exagerado de palavras-chave na tentativa de aumentar a relevância para determinado termo.

Recomendações
A rede social apresenta um recurso chamado de Recommendations (recomendações); campo em que contatos – na maioria ex-colegas de trabalho – deixam suas impressões sobre o desempenho profissional do dono do perfil. Elas equivalem a cartas de recomendação; aquelas que todo bom candidato a vagas de trabalho deve ter, pois servem de chancela (não garantia) de performance. "Tenha, no mínimo três recomendações" diz Krista ao telefone. O número de recomendações, porém, não influencia o posicionamento de usuários em pesquisas por contatos na rede.
Há alguns meses tratamos do assunto recomendações no LinkedIn em outro blog.

Comportamento
Em minha opinião, a grande utilidade do LinkedIn consiste em encontrar pessoas que atuam profissionalmente em segmentos de interesse partilhado. Krista confirma essa perspectiva "é onde se encontra o real valor da rede social". "O LinkedIn é uma plataforma em que partes que dividem interesse comum se encontram e trocam experiência em nível profissional", afirma.

Mas atenção: a conexão deve ser interessante para ambas as partes e ela reflete um nível de confiança mútua mais consistente que um "amigo" no Facebook, por exemplo.

Como aumentar a rede de contatos?
"Apesar do LinkedIn ter uma mensagem preconfigurada para o envio de convites, acredito que o envio dela é um dos maiores erros dos usuários", diz Krista. "Fazer contato no LinkedIn é algo que deve ser bom para as partes e deve ter nuances de um contato pessoal", continua. "Vale a pena ler o perfil antes de enviar um convite. Quem sabe você encontre alguma informações que os aproxime".
Faz todo sentido.

Já que se trata claramente uma questão de interesses, nada melhor do que abrir mão da mensagem padrão e fazer um convite personalizado, algo que transmita ao outro usuário uma noção de proximidade.

Pergunto para Krista sobre o maior erro cometido por usuários do LinkedIn na hora de expandir sua rede de contatos. Na resposta da RP fica evidente que se trata de uma confusão que muitas pessoas fazem quando entram para a rede e acreditam estar em outros ambiente digitais, em que adicionar contatos torto e a direito é bastante comum.

Grupos
Do mesmo modo como acontece com outras redes sociais, existem grupos de discussão que disseminam conteúdo e informações sobre determinado assunto. Para cada grupo que um usuário do LinkedIn resolve seguir existem configurações para o recebimento dos tópicos criados por outros participantes.

Krista explica que, atualmente, você pode escolher entre resumos semanais, diários ou optar por ler o conteúdo dos tópicos apenas quando deseja acessando a página do grupo no LinkedIn. Essa última parece ser a melhor opção, pois o que poderia ser uma plataforma para discussões que se igualem à relevância da rede para fomentar relacionamentos profissionais é não raramente usado para disseminar o que pode tranquilamente ser chamado de spam. Ainda não existe a opção de denunciar determinados usuários pela prática de envio dessas mensagens. Já mensagens recebidas de outros usuários podem, sim, ser relatadas como spam Nos grupos relacionados ao SEO, por exemplo, é comum ver usuários fazendo promoção de seus serviços de otimização de perfil e até de palestrante em eventos em maio a tópicos que revelam um real interesse nos assuntos tratados.

Um aplicativo que vale a pena
Prestem atenção no MyBox, criado pela empresa Box.net. Trata-se de um disco virtual que abriga arquivos gerados por você. O Box avisa quando alguém acessa um dos arquivos. Maneira interessante de acompanhar as visitas ao seu perfil na rede social LinkedIn.

O LinkedIn está longe de se equiparar às outras redes sociais em termos de número de usuários. Segundo Krista, a rede abriga perto de 85 milhões de perfis; mais da metade dessas contas pertence a usuários de fora dos EUA.

Leia a segunda parte da matéria aqui: Pagar ou não pelo serviço Premium do LinkedIn?

Artigo retirado de Nave Digital - http://idgnow.uol.com.br/blog/navedigital
URL para o artigo: http://idgnow.uol.com.br/blog/navedigital/2011/01/04/linkedin-como-usar/

IDG Now!: CNPq abre concurso para 95 profissionais de TI

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CNPq abre concurso para 95 profissionais de TI
Vagas são para analistas em Ciência e Tecnologia e assistentes; inscrições online vão de 19/01 a 17/02 e provas serão em abril.
Por Redação da Computerworld

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App do Dia: Wolfram Alpha

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Photo jan 05, 3 04 14 AM


O WolframAlpha é um projeto criado por Stephen Wolfram, cientista e empresário (calma, sem armaduras) de primeira linha. Digamos apenas que ele já trabalhou com Richard Feynman e com 15 anos publicou um artigo sobre física de partículas.


Wolfram é responsável por um dos programas mais elegantes de todos os tempos, o Mathematica. Ele foi a base do WolframAlpha, vendido pela mídia como Google Killer. Nada a ver, o serviço não tem nada a ver com o Google, não mais do que Ulisses e Brida são ambos livros.


O Google é um sistema de buscas que retorna documentos, o WolframApha é projetado para retornar respostas. Ele recebe perguntas na forma de equações, contas ou linguagem natural. A partir disso, compila e calcula as respostas, usando dados de diversos sites e documentos.


Arrisco dizer que é o mais próximo que já estivemos do computador da USS Enterprise. Na verdade ele é até mais avançado, pois no episódio Wolf in the Fold da série clássica para neutralizar a entidade alienígena que o havia controlado, o computador é instruído a calcular o último dígito de Pi. Em Star Trek o Win-digo, o sistema operacional da nave começa a alocar mais e mais recursos pra tarefa, até que a entidade é obrigada a abandonar a máquina. Já o WolframAlfa me manda catar coquinho. Com elegância, mas manda.


A versão do WolframAlpha no iPhone começou a ser vendida por inacreditáveis US$49,99. A esse preço só valeria a pena se ele soubesse a resposta para a Vida, o Universo e todo o Resto. OK, ele até sabe.


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A aplicação vem com um monte de exemplos de uso do serviço em áreas que vão de astronomia até cultura. Você pode perguntar “Who wrote Imagine?” e ele retornará os dados da música. É possível até combinar cores. Se você digitar “cyan + magenta + navy blue” ele retornará a cor resultante, mais uma penca de informações.


IMG_0730Ele até responde perguntas que não têm necessariamente uma resposta, apesar de Homer Simpson ter respondido “7” a “How many roads must a man walk down before you can call him a man?”


Note que ele corrigiu meu erro de português em inglês.


Além dos exemplos a aplicação oferece recursos para gravar consultas, um histórico e links para compartilhar os resultados via email ou Twitter.


O WolframAlpha aprende com seus erros e acertos, aprimorando os resultados. Já não era sem tempo, está atrasado desde a data prometida para isso, 29 de agosto de 1997.


A aplicação é Universal, significa que roda no iPad e no iphone sem problemas e sem pagar de novo, o que é excelente.


No iPad, claro, temos muito mais espaço, é bem confortável. Veja como ele retorna (e tabela sozinho) uma consulta onde pedi para calcular a órbita estacionária para um satélite em Marte, Júpiter, Plutão e Terra:


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Como é um programa voltado para consultas científicas, o WolfranAlpha precisa aceitar caracteres não-convencionais. Por isso disponibiliza um teclado expandido que pode ser mais expandido ainda. Quando totalmente aberto se torna essa abominação aqui:


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Assustador, nãO?


O WolframAlpha é um projeto meio desconcertante, tenho a impressão de que nem arranhamos as possibilidades, mas só com o pouco que usei já passa a sensação de algo próximo a ficção científica.


Uma senhora ferramenta de produtividade, que sem-querer é um tributo a Douglas Adams, ao demonstrar que saber fazer a pergunta é bem mais complicado que dar a resposta.




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