Custo e prejuízo anual do cybercrime evidencia a necessidade de governança

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A ISACA elogiou o relatório Cost of cybercrime” (Custo do cibercrime), do Instituto Ponemon, pelos detalhes fornecidos nos custos indiretos de ataques de segurança em TI, assim como as novidades que as organizações estão focando mais recursos nas suas metodologias de detecção e forense. De acordo com o relatório, a detecção provisória das tecnologias de segurança pode ajudar a reduzir custos, se elas forem implementadas e monitoradas adequadamente.

Alguns pontos em governança e segurança de TI são essenciais para a estratégia da ISACA com o seu COBIT framework, cuja versão 5 está disponível para exposição pública até 18 de setembro.

O COBIT é uma ferramenta de suporte que permite aos gerentes preencher as lacunas entre requerimentos de controle, valores de criação, problemas técnicos e riscos de negócios em suas organizações. Empresas de diversos portes ao redor do mundo têm implementado o COBIT para ajudar a gerenciar seus riscos de TI e para aumentar seus níveis de privacidade de informações.

O relatório também indica a pressão em cima dos custos associados com essas atividades vitais de segurança no ambiente da empresa, que é onde entra a vantagem do COBIT, já que permite ao gerenciamento planejar e implementar seus sistemas de segurança e tecnologias da maneira mais efetiva possível.

Estamos preparados para a era da Segurança da Informação?

Oi, Galera,

Estamos preparados para a era da Segurança da Informação?
Postado por Renato Rodrigues em 3 03America/Sao_Paulo agosto 03America/Sao_Paulo 2011 (16:07) em Segurança
O mundo está passando uma evolução da era de informação para a era da segurança da informação. Uma nova pergunta se encontra em muitos meios de comunicação: As companhias e governos ao redor do mundo estão preparados para estes novos desafios?
A maioria das pessoas que utilizam a internet frequentemente já tiveram algum tipo de experiência relacionada à segurança da informação. As pessoas estão cada vez mais cientes sobre os riscos que a internet pode trazer no dia a dia e os impactos na privacidade das pessoas. Nos últimos 15 anos, as companhias estiveram focadas em criar e popularizar este sistema de informação de uso massivo, sem pensar sobre os riscos que poderiam ser apresentados no futuro.
O crescimento do uso da internet fez que a informação se encontrasse disponível a um clique na comodidade dos lares. Junto com este crescimento, também nasceram usuários diferenciados com conhecimentos avançados sobre informática: os chamados "hackers".
Um "novo" participante entra na equação, depois das notícias de vários casos, comprometendo a segurança de empresas como Sony, Amazon, Mastercard, Visa, Paypal, além de órgãos governamentais ao redor do mundo. São grupos dentro do underground da internet com fins políticos/ativistas que dizem ser a "voz do povo".  Grupos descentralizados de pessoas que compartem interesses comuns com uma posição contra a censura. Estes grupos passaram a ter um papel muito importante apontando falhas de vulnerabilidades nos sites considerados mais seguros do mundo e que têm como missão lutar por causas que eles consideram justas para o povo, baseadas em liberdade de expressão. Entre os mais conhecidos, temos o Anonymous e o LulzSec.
É importante que as empresas e governos estejam cientes da capacidade e potencial destes grupos de pessoas, já que também existem grupos cibernéticos com fins que não necessariamente são para ajudar a uma boa causa e que podem se aproveitar de alguma falha. Mecanismos de segurança básicos precisam ser otimizados e controles de segurança têm de ser aplicados em todas as camadas dentro do fluxo da informação digital.
O caso dos EUA deu um exemplo de como deve ser priorizado o tema segurança, criando um exército cibernético com mais de 30 mil soldados disponíveis para atuar frente a qualquer eventualidade. É importante, além de se implementar mecanismos de segurança automatizados, fundamental para melhorar controles, também contar com pessoas devidamente capacitadas monitorando o tráfego da informação em tempo real com a experiência suficiente para atuar rapidamente frente a qualquer tentativa de ataque. A lógica humana é algo que as máquinas ainda não conseguem simular e é uma ferramenta comum para burlar mecanismos de segurança.
Certamente a Internet abriu uma porta para se criar melhores ferramentas, sites e sistemas mais seguros, ajudando a melhorar a transparência dos governos e mitigar problemas de corrupção. Mas não podemos esquecer tampouco que as pessoas têm direito a ter privacidade dos seus dados. Estes grupos de ativistas e as grandes companhias/governos certamente acabam de dar início a uma guerra, onde esperamos que os beneficiados dos resultados sejam sempre os usuários finais.

IDG Now!: Governo criará empresa para inovação em TI

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Governo criará empresa para inovação em TI
Chamada de Embrapi, nova companhia tem o objetivo de apoiar industrias nacionais em pesquisa e desenvolvimento de projetos diferenciados.
Por Redação da Computerworld*

Leia a matéria completa em: http://idgnow.uol.com.br/mercado/2011/08/03/governo-criara-empresa-para-inovacao-em-ti

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IDG Now!: Artigo: Cinco mitos sobre a carreira em TI

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Artigo: Cinco mitos sobre a carreira em TI
A evolução profissional levou à criação de um comportamento padrão que nem sempre deve ser seguido por quem busca o sucesso.
Por Dave Willmer*

Leia a matéria completa em: http://idgnow.uol.com.br/carreira/2011/08/08/artigo-cinco-mitos-sobre-a-carreira-em-ti

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COMPUTERWORLD: Ameaças avançadas forçam TI repensar prioridades de segurança

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Ameaças avançadas forçam TI repensar prioridades de segurança
Security for Business Innovation Council sugere alguns cuidados que companhias precisam ter para evitar ataques sofisticados.
Por Ellen Messmer, da Network World/US

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Trabalhe para empresas em todo o mundo, sem sair de casa

Trabalhe para empresas em todo o mundo, sem sair de casa: "Sites permitem que profissionais encontrem trabalhos em qualquer local. Maioria das oportunidades é para programadores e desenvolvedores"

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Cyber weapons – a nova corrida armamentista

Posted: 28 Jul 2011 05:30 AM PDT

Uma matéria de capa da revista Bloomberg BusinessWeek, na edição de 20 de julho, entitulada "Armas digitais: a nova corrida armamentista", cita os ataques digitais que ganharam notoriedade na mídia nos últimos anos.

"No começo deste ano, hackers invadiram a rede de computadores da RSA (EMC), uma empresa de segurança que protege outras companhias. Eles roubaram o mais valioso código de computador do mundo, os algorítimos por trás dos tokens de identidade de segurança da RSA, um produto usado pelas agências do governo americano, profissionais de defesa e grandes bancos para se prevenir de hackers (…) Este mês o Pentágono revelou que também foi hackeado e teve mais de 24 mil arquivos roubados".

Segundo a matéria, as armas cibernéticas existem há anos, mas só por volta de 2005 a indústria começou a mudar, principalmente quando o Pentágono começou a dar mais ênfase no desenvolvimento de ferramentas hackers que pudessem ser úteis em conflitos.

Duas das principais armas do arsenal cibernético são botnets e exploits. Uma botnet pode fazer cair redes inteiras e ajudar espiões na sabotagem de um grande número de máquinas, e os exploits mais valiosos são aqueles desconhecidos até que sejam colocado em cena – são os chamados zero-day exploits.

O livro "The Cyber Commander's eHandbook, a downloadable guide", de Kevin G. Coleman, lista cerca de 40 tipos de ataques que utilizam botnets e exploits. O ataque de número 38 é assassinato. Assim como o Stuxnet fez com que uma centrífuga perdesse o controle, um worm de computador pode parar um sistema computadorizado de oxigênio antes que a equipe médica se dê conta do ocorrido. O número 39 é o hackeamento de carros, totalmente movidos por computadores, que controlam freios, transmissão, motor. Controlando esses sistemas é possível controlar o veículo.

Apesar de parecer ser algo distante da realidade, ano passado pesquisadores da Rutgers University hackearam os computadores de um carro que viajava a 97 km/h através de um sistema wireless utilizado para monitorar a pressão dos pneus.

Polícia Federal inicia projeto piloto com "e-gates"

Posted: 28 Jul 2011 05:00 AM PDT

Foi iniciada nesta semana a primeira fase do projeto piloto para uso de portões eletrônicos de controle migratório no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília.
Homem Escudo Rack Proteção

Conhecido como RAPID (Reconhecimento Automático de Passageiros Identificados Documentalmente), o sistema visa tornar mais ágil e segura a circulação de viajantes. A intenção é estudar a adoção de novas tecnologias no controle migratório brasileiro, para utilização em aeroportos das cidades sede da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. O projeto resulta de um acordo da Polícia Federal com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) de Portugal, e a tecnologia é portuguesa.

Foram cedidos pelo governo português dois portais, que estão instalados no Aeroporto Internacional de Brasília. Um deles está na área de embarque e outro no desembarque internacional. Na primeira fase, brasileiros e portugueses com passaportes eletrônicos diplomáticos ou oficiais (com chip) poderão realizar o controle de imigração nos portões eletrônicos disponíveis nos Aeroportos Internacionais de Brasília e Lisboa. Há previsão de que até o fim do ano os brasileiros que tenham o novo passaporte brasileiro comum eletrônico (com chip) também possam passar pelos e-gates.

Os portões eletrônicos, que já existem em países como Portugal, Inglaterra e Austrália, verificam eletronicamente a autenticidade do documento de viagem; capturam dados qualificativos do passageiro para realização de pesquisa em bancos de dados e registro do movimento (saída ou entrada do país). Além disso, conferem se o documento apresentado pertence ao viajante. Se o documento for validado e não houver restrições para a viagem, é liberado o acesso para um ponto onde será confirmada a identidade do viajante, por meio da comparação entre a fotografia armazenada no chip com a imagem capturada pelo equipamento. Confirmada a identificação, o passageiro é liberado para prosseguir no seu embarque ou desembarque, com o registro automático das informações no sistema de controle de entrada e saída de pessoas do país.

Tais ações são acompanhadas por um agente de imigração em cabine de inspetor mantida separadamente, a qual tem potencial para acompanhar o funcionamento de um conjunto de portais, otimizando os recursos empregados no controle migratório.

Via: Divisão de Comunicação Social da Polícia Federal

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Atenciosamente,

José RUBENS P Lima
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Pesquisa sobre o perfil do profissional de segurança da informação ?

Pesquisa sobre o perfil do profissional de segurança da informação ? via @filipevillar: "
Por Filipe Villar.

Introdução


Essa pesquisa foi elaborada de forma independente por Filipe Villar. (filipevillar[at]gmail[dot]com) com a intenção de atender a necessidade de se identificar o perfil dos profissionais que atuam no mercado brasileiro de segurança da informação.

Essa pesquisa coletou 112 respostas de profissionais distintos no período de 01/06/2011 a 20/06/2011.

Dentre outras, foram coletadas de forma anônimas informações sobre o nível acadêmico, faixa salarial, perfil de atuação, tempo de profissão, certificações conquistadas, dentre outros dados.

Esse documento presta-se a publicar os resultados do cruzamento de alguns dos dados obtidos. Caso ache que essas informações não são suficientes, entre em contato com o autor da pesquisa solicitando outros resultados.

Em momento algum serão disponibilizados os dados brutos da pesquisa.

Compilação em gráficos


Faixa etária


Imagem do artigo

Faixa salarial


Vale ressaltar que a pesquisa feita sobre faixas salariais ocorreu sob as seguintes especificações:


  • Os valores foram cotados em dólar americano (US$) em virtude da possibilidade de profissionais morando no exterior;

  • A cotação do cambio a ser considerada nessa pesquisa foi de R$1,70

Imagem do artigo

Nível de formação acadêmica


Imagem do artigo

Horas semanas de estudo


Imagem do artigo

Certificações


Imagem do artigo

Incentivo a certificações


Imagem do artigo

Imagem do artigo

Idiomas estrangeiros


Imagem do artigo

Experiência no exterior


Imagem do artigo

Tempo


Tempo de atividade profissional


Imagem do artigo

Tempo de atividade em segurança da informação


Imagem do artigo

Cruzamento de dados


Faixa salarial por faixa etária


Imagem do artigo

Faixa salarial por tempo de experiência


Imagem do artigo

Faixa salarial por experiência internacional


Vale ressaltar que se entende por ?experiência internacional? aqueles profissionais que trabalham ou que trabalharam fora do Brasil. Não foram consideradas as situações onde o profissional interagia com estrangeiros ou que executasse projetos ou atividades pontuais no exterior.

Imagem do artigo

Disposições finais


Sobre a pesquisa e suas respostas


Esse material é resultado do trabalho de pesquisa sobre o perfil dos profissionais de segurança da informação. Todas as respostas cedidas para essa pesquisa foram fornecidas pelos próprios profissionais que, espontaneamente, responderam ao questionário apresentado.

Em momento algum o autor do trabalho se responsabiliza pelas respostas prestadas, sendo estas de inteira responsabilidade daqueles que decidiram participar do levantamento.

Sobre esse documento


Este documento é uma versão preliminar da compilação das respostas que foram apresentadas à pesquisa. De maneira nenhuma esse documento esgota as possibilidades de cruzamento de informações, mas apenas presta-se para uma apresentação inicial dos resultados obtidos.

Fica a critério do autor da pesquisa, Filipe Villar (filipevillar[at]gmail[dot]com) publicar novas informações sobre essa pesquisa. Caso haja interesse individual ou conjunto de qualquer forma por mais informações, o autor coloca-se à disposição para a cessão de mais informações ou dos resultados de cruzamentos de dados.

A base de respostas, constante de todas as respostas em sua forma bruta, não está disponível a apreciações.

Sobre a recorrência


É de intenção de o autor Filipe Villar (filipevillar[at]gmail[dot]com) repetir periodicamente a pesquisa para fins de acompanhamento das alterações de perfil passíveis de ocorrer através do tempo. Contudo, essa intenção não caracterizará obrigatoriedade alguma nem ao autor, nem tampouco àqueles que tenham participado de qualquer versão da pesquisa.

Por Filipe Villar.

"

COMPUTERWORLD: Quem tem maiores chances de ingressar nas melhores empresas para trabalhar?

COMPUTERWORLD
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Quem tem maiores chances de ingressar nas melhores empresas para trabalhar?
Conheça as características que são exigidas do candidato à vaga.
Por Déborah Oliveira, da Computerworld

Leia a matéria completa em: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2011/07/21/quem-tem-maiores-chances-de-ingressar-nas-melhores-empresas-para-trabalhar

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Segurança da informação: há sintonia entre TI e negócios?

Segurança da informação: há sintonia entre TI e negócios?
Quando se trata de proteger dados sensíveis, a área de segurança de TI parece estar sempre um passo atrás da área de negócios.
Por George V. Hulme, da CIO/USA

Leia a matéria completa em: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/07/23/seguranca-da-informacao-ha-sintonia-entre-ti-e-negocios

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Governo lança programa que oferecerá 100 mil bolsas a cientistas

Governo lança programa que oferecerá 100 mil bolsas a cientistas: "Governo lança programa que oferecerá 100 mil bolsas a cientistas
Programa ‘Ciência Sem Fronteiras’ foi apresentado nesta terça, em Brasília.
Intenção é promover avanço da ciência e tecnologia no país."

Os gênios americanos criam empresas fantásticas que mudam os rumos da humanidade. Os gênios brasileiros passam em concursos públicos

Os gênios americanos criam empresas fantásticas que mudam os rumos da humanidade. Os gênios brasileiros passam em concursos públicos: "


Advertência
: este artigo é uma resposta aos comentários dos leitores ao post anterior, “O ônus da cultura do funcionalismo público“, cuja leitura é recomendada.

Eu sabia que iria gerar polêmica. Eu sabia que iria levar pedrada. Mas alguém tem que fazer o trabalho sujo. Agradeço, de antemão, a todos que comentaram o artigo O Ônus da Cultura do Funcionalismo Público. Meus amigos, apenas gerando discussões e debates, somos capazes de avançar. Aviso que irei me estender um pouco…


A minha preocupação central é justamente com a corrida em todo o Brasil por vagas no setor público cujo trabalho em nada acrescenta ao crescimento econômico do país. Quando falo de crescimento econômico, isso não desmerece a importância do serviço público ou dos funcionários públicos. Todos cumprem o seu papel na operacionalização da máquina estatal, sem a qual não viveríamos. Em nenhum momento digo que o setor público é inútil ou “inerte” (como esbravejou um leitor)…


Em 2007, a revista Veja publicou uma matéria de capa com a seguinte chamada: 5 milhões de brasileiros irão prestar concurso público naquele ano. Número de vagas? 100 mil. A Veja dessa semana aponta o seguinte número de candidatos para 2011: 12 mihões! Mais do que dobramos o número de candidatos em apenas 4 anos. É muita gente para pouca vaga, e o estado tem um limite. Não é preciso criar modelos matemáticos para prever o que irá acontecer com essa turma nos próximos 10 ou 20 anos…


Outro dia soltei uma frase no Twitter que gerou uma grande repercussão e que é oportuna reproduzi-la aqui: Os gênios americanos criam empresas fantásticas que mudam os rumos da humanidade. Os gênios brasileiros passam em concursos públicos.


Para gerar crescimento econômico, é preciso investir em ciência e tecnologia, inovação e desenvolvimento de novos negócios. Esse é um postulado econômico puro e simples. Entretanto, grande parte de nossos maiores talentos, pessoas capacitadas, sente-se muito mais atraída pelo eldorado chamado serviço público, devido, principalmente, aos atrativos citados no início do artigo ?(…)salário vitalício, benefícios garantidos pelo Estado, estabilidade, carga horária conveniente(…). Essas pessoas, por exemplo, poderiam contribuir para a melhoria das condições do setor privado ? que é quem leva o Brasil nas costas -, seja estudando a fundo a problemática das empresas, seja colocando em prática a sua visão de excelência, servindo de exemplo e referência para outras empresas e outros profissionais.


Esse é o ponto central de meu artigo, que desenvolve a seguinte linha de raciocínio:


A instabilidade econômica e escassez de empregos ocasionam o desinteresse por empreender e a buscar empregos na iniciativa privada. Ao mesmo tempo, elevam o interesse de muitos por vagas no setor público, em virtude das “vantagens” citadas anteriormente. Um número incontável de pessoas com preparo e talento passa a se dedicar ? e com uma certa obsessão ? a passar em algum concurso. Logicamente, o setor público não pode absorver todo esse contingente de pessoas. Logicamente, alguns passam, mas a imensa maioria permanece se preparando continuamente, na espera de algum dia ser aprovado. Enquanto se preparam para os concursos, não desenvolvem habilidades e competências essenciais na iniciativa privada. Os conhecimentos que adquirem nessa jornada são rasos. Sabe mais quem sabe um pouco de tudo para poder fazer a prova, e saber um pouco de tudo é o mesmo que nada: não provoca avanços na ciência, tampouco estimula a inovação e tampouco fomenta novos negócios. Tais conhecimentos, arrisco-me a dizer, também não são úteis para promover melhorias significativas no próprio setor público. Por quê? Porque o sistema burocrático tem auto-defesas muito fortes.


Se enxergarmos a sociedade através do prisma da burocracia , iremos encontrar um grande sistema de dominação. A maior parte dos Estados contemporâneos se caracteriza por uma ordem política “nitidamente burocrática”, embora seja importante fazer a ressalva das diferenças que podem existir de base moral, legal e material de sua autoridade. Um importante pensador da Administração, Fernando Carlos Prestes Motta (já falecido), compartilhava a visão de Claude Lefort de que “a burocracia é um grupo que tende a fazer prevalecer um certo modo de organização, que se desenvolve em condições determinadas, que se amplia devido a um certo estado da economia e da técnica, mas que somente é o que é em sua essência, em virtude de uma atividade social”. Ressalta-se, nesse conceito, a questão da atividade social fazendo menção à intenção dos burocratas de se constituírem em um grupo à parte, de um sistema de poder coletivo definido a partir de sua oposição à ausência de poder dos dominados. Cita-se também a sua intenção de se organizarem em um “sistema de mando e subordinação que estabelece diferenças materiais e de prestígio entre os membros do grupo”. Para Motta, o fenômeno burocrático caracteriza-se por um conservadorismo expresso especialmente na manutenção e expansão de uma situação de privilégio.


A essência desse fenômeno é a mesma em qualquer dos sistemas políticos das classificações usualmente feitas. No lugar de representar uma ponte entre os interesses particulares e os coletivos, a burocracia serve a seus próprios interesses ? “uma corporação que se defende em oposição às demais corporações”. A esse respeito, o seguinte trecho da obra de Motta merece destaque:”Enganam-se os que julgam a competência da burocracia pela satisfação dos interesses da sociedade civil. Nesse sentido, a burocracia é sempre incompetente, já que como círculo fechado vive para si própria. A competência da burocracia precisa ser vista na sua capacidade de manutenção e expansão enquanto sistema de poder”.


Mais uma vez ? e já me encaminho para o final -, o setor público é indispensável em toda e qualquer sociedade. Uma das características dos países desenvolvidos é justamente o perfeito funcionamento das suas instituições, elemento fundamental para que os atores sociais se desenvolvam e contribuam para o desenvolvimento de seu país (questão central também do pensamento de Douglas C. North, Nobel de Economia). Porém, como coloquei já no fim do artigo, o Estado brasileiro não faz sua parte. Pelo contrário, joga contra. Nesse sentido, estamos em um mato sem cachorro.


O estado por si só não se sustenta. É preciso uma economia de mercado dinâmica para sustentar as atividades do estado, de forma que o estado possa desempenhar o seu papel de forma excelente, devolvendo à sociedade em forma de serviços essenciais aquilo que a sociedade lhe proveu na forma de tributos. Entretanto, falta dinamismo ao setor privado brasileiro. E eis aqui algo que me tira o sono de noite. Nosso setor privado realmente não é eficiente, o empreendedorismo brasileiro, no geral (e essa é uma generalização necessária), é muito rudimentar, surgindo muito mais por necessidade do que pela identificação de oportunidades. Não há diálogo entre academia e mercado. E, ao invés de termos pessoas debruçadas sobre os problemas enfrentados por nossas organizações, pesquisando, inovando ou empreendendo, temos um êxodo cada vez maior dos nossos talentos em busca do setor público.


A questão não é se o setor público brasileiro é eficiente ou ineficiente. A questão é que o nosso setor privado precisa de pessoas capacitadas, talentosas e inteligentes, mas grande parte de nosso contingente pessoal com essas características sente-se muito mais atraída por cargos públicos. Do ponto de vista individual, todos aqueles que almejam vagas no setor público estão mais do que certos. Lógico: por que eu deveria me esforçar para atuar em um campo cheio de riscos, sem segurança e sem estabilidade, quando posso trabalhar para o estado, sem me preocupar pelo resto da vida? Porém, o ônus do ponto de vista coletivo é muito alto, pelas razões expostas nesse post e no referido artigo.


Bom, escrevi mais do que no próprio artigo, mas sinto-me imensamente honrado em poder debater com pessoas inteligentes como todos vocês. Até a próxima!


———


O ônus da cultura do funcionalismo público


Por Leandro Vieira*


Parece realmente tentador: salário vitalício, benefícios garantidos pelo Estado, estabilidade, carga horária conveniente… Quem nunca desejou passar em um concurso público para dar fim às aflições motivadas pelas incertezas do conturbado cenário econômico-social atual?


De fato, milhões de pessoas em todo o Brasil têm se dedicado à exaustiva maratona preparatória para os diversos concursos oferecidos pelo setor público, em todas as suas esferas. Alguns dedicam anos de estudo, investindo não apenas tempo, mas, também, dinheiro, muito dinheiro. Cursinhos, material didático, inscrições, viagens, estadias… Se tudo for colocado na ponta do lápis, o ROI (retorno sobre o investimento) de algum felizardo deve tardar uma barbaridade.


Tudo bem, cada um sabe onde aperta o sapato e o que é melhor para a sua vida. A grande questão é que o sonho do concurso público tem gerado um prejuízo enorme para o nosso país. A lógica é simples: temos uma boa parcela de nossos talentos buscando vagas em trabalhos que não acrescentam em nada ao avanço da nação. A maior parte dos cargos públicos volta-se à operacionalização e manutenção da máquina estatal e nada mais que isso. Não estou menosprezando a grande importância do serviço público em nosso país, e tampouco me refiro aos professores e pesquisadores das nossas instituições públicas, longe disso. A questão é que apenas manter a máquina não gera crescimento econômico. É algo como uma locomotiva funcionando sem sair do lugar.


Normalmente, as pessoas que almejam um cargo público têm uma certa aversão a riscos. Entretanto, não conseguem enxergar os grandes riscos que estão por trás de suas escolhas. Enquanto se preparam para os concursos, os candidatos deixam de desenvolver as competências e habilidades extremamente necessárias na iniciativa privada. Não acumulam experiência, não fazem contatos, e colocam em seu currículo apenas os cursinhos preparatórios para concursos. Parecem nunca ter o pensamento ?e se eu não passar??.


Um concursado leva, muitas vezes, mais tempo para passar em um concurso do que um acadêmico leva para se fazer doutor. E em que contribuem os anos de estudo do ?caçador de concursos? para o avanço da ciência? Em nada. E para a geração de novos negócios? Pior ainda…


Justamente, um dos principais vetores do desenvolvimento econômico e social de um país é a sua capacidade de produzir ciência, tecnologia e inovação. As modernas teorias acerca do crescimento econômico apontam a inovação como o fator mais importante, não apenas no desenvolvimento de novos produtos ou serviços, como também no estímulo ao interesse em investir nos novos empreendimentos criados. Nesse cenário, surge o empreendedor como uma força positiva no crescimento econômico, fazendo a ponte entre a inovação e o mercado. Vou mais além: o empreendedor é a figura principal desse processo. Apenas pesquisa e desenvolvimento e investimentos em capital físico e humano não causam o crescimento. Essas atividades tomam lugar em resposta às oportunidades de crescimento, e tais oportunidades são criadas pelos empreendedores.


Lembrando Schumpeter, os empreendedores são os impulsionadores do desenvolvimento econômico, os responsáveis pelas mudanças econômicas em qualquer sociedade. O seu papel envolve muito mais do que apenas o aumento de produção e da renda per capita. Trata-se de iniciar e constituir mudanças na estrutura de seus negócios e da própria sociedade. Essas mudanças são acompanhadas pelo crescimento e por maior produção, o que possibilita que mais riqueza seja dividida pelos diversos atores sociais.


Entretanto, em nosso país a cultura empreendedora cede lugar, cada vez mais, à cultura do funcionalismo público. Por aqui, empreender é apenas a saída para os menos inteligentes, para os mais necessitados, para aqueles que não têm condições de arrumar um emprego decente ou de passar em um concurso público. Está tudo errado. A carreira acadêmica não atrai os jovens em virtude dos baixos soldos e falta de reconhecimento profissional. O empreendedorismo não os atrai em virtude dos elevados riscos e das enormes dificuldades para se fazer negócios no Brasil. O resultado dessa equação é trágico: empaca-se o avanço da ciência e dos negócios, a oferta de empregos diminui, a economia estagna e mais e mais pessoas passam a almejar um posto nas instituições públicas, alimentando esse círculo vicioso.


É fundamental revertermos essa tendência e trabalharmos no sentido de fomentar a cultura empreendedora em nosso país. Quando coloco os verbos reverter e trabalhar na primeira pessoa do plural, quero puxar a responsabilidade para as nossas mãos, cidadãos comuns. Não podemos esperar que o poder público faça a sua parte, pois o Estado faz justamente o contrário: inibe a atividade empreendedora ao elevar a carga tributária e criar empecilhos burocráticos absurdos, buscando sempre financiar os altos gastos do setor público com mais tributos e endividamento. A impressão que passa é de que o Estado é um inimigo da sociedade. Já que não podemos vencê-lo, devemos resistir fortemente à tentação de nos juntarmos a ele.

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Rio de Janeiro sedia competição de jogos de ataque e defesa digitais

Rio de Janeiro sedia competição de jogos de ataque e defesa digitais: "


Já estão abertas as inscrições para o VI SegInfo, WorkShop de Segurança da Informação, que será realizado nos dias 12 e 13 de agosto no Centro de Convenções da Bolsa do Rio de Janeiro. Um dos grandes destaques do Workshop será a realização do II War Games SegInfo, competições que objetivam estimular e avaliar o conhecimento relacionado a segurança da informação dos seus participantes. Esse ano são esperados muitos desafios, desde o comprometimento de servidores vulneráveis, até quebra de mensagens cifradas, realização de correções em sistemas vulneráveis, ataque a redes sem fio, entre outros. Segundo Rafael Soares Ferreira, Coordenador do II War Games SegInfo, o objetivo dessa competição é oferecer um ambiente propício para que profissionais da área testem seus conhecimentos e habilidades em um cenário simulado, tanto no que tange a realização de auditorias técnicas, como na rápida escolha e implementação de técnicas de mitigação.


Os ingressos terão preços promocionais até o dia 06 de julho com redução de 56% do valor original, a R$130,00 para assistir às palestras dos dias 12 e 13 de agosto, e R$165,00 para participar do dia 12 e do II War Games, no dia 13.




A sexta edição do evento também terá uma série de palestrantes renomados no cenário nacional de Segurança da Informação (SI): Helen Sardenberg – Delegada da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, Nelson Brito – renomado pesquisador e criador da Ferramenta T50, Renato Opice Blum – Especialista em Direito Digtal, Sandro Süffert – CTO da Techbiz Forense Digital, Rodrigo Rubira Branco – Diretor de Pesquisa e Vulnerabilidade e Análise de Malware – entre tantos outros palestrantes. Entre os prêmios estão notebook, netbook, HD externo, entre outros. As inscrições promocionais para o VI SegInfo encerram-se na quarta-feira dia 06 de julho. Mais informações no site http://www.evento.seginfo.com.br/inscreva-se-aqui.


Serviço:

Local: Centro de Convenções da Bolsa do Rio de Janeiro ? Rua do Mercado, 11 – Loja e Sobreloja – Centro – Rio de Janeiro

Data: 12 e 13 de agosto

Investimento: de R$130,00 a R$165,00 (preços promocionais)

Site: http://www.evento.seginfo.com.br/inscreva-se-aqui



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Inovação: a chave do crescimento

Inovação: a chave do crescimento: "

Nos últimos meses, uma das grandes discussões que tem ganhado força refere-se aos crescentes indícios de um novo processo de desindustrialização no Brasil. Dois fatores são apontados por economistas e especialistas dos mais diferentes segmentos como os principais impulsionadores deste movimento: o dólar desvalorizado e o alto custo de produção.


Com a taxa de câmbio oscilando na casa de R$ 1,60, concorrer com produtos importados acaba tornando-se algo questionável. O cenário atual do empresário brasileiro conta ainda com a forte carga tributária, juros altos e elevadíssimos custos internos, como logística, energia etc. Diante de tantos pontos negativos, torna-se muito mais vantajoso para as indústrias arcar com os impostos sobre importação e trazer produtos e equipamentos produzidos em outros países.


Os chamados segmentos de média-alta e alta tecnologia são os que mais sofrem com todo este cenário, uma vez que precisam e dependem de inovações. Como representantes do setor de Tecnologia da Informação, estamos atentos a este processo e trabalhando principalmente em alternativas para desoneração o setor.


Investir em pesquisa e desenvolvimento é a chave para que possamos ter uma indústria forte e competitiva. Mesmo em momentos difíceis como o atual, buscar manter os projetos voltados para a inovação é a única alternativa para que, no futuro, a nossa indústria não fique novamente ultrapassada e em uma corrida interminável para tentar manter certa competitividade. Somente com P&D conseguiremos criar, desenvolver e produzir produtos e serviços realmente inovadores e competitivos. No mundo globalizado, as empresas de TI que não inovam acabam condenadas a prestar serviços, cuja demanda foi gerada pelas inovações produzidas por outras empresas. Enquanto analisamos e assistimos um novo processo de desindustrialização interna, acompanhando o forte avanço tecnológico em outros países, com incentivos à pesquisa e à produção local. Precisamos reverter este processo. E há medidas possíveis!


Há alguns anos existem inclusive programas de subsídio à inovação, seja em nível nacional, ou mesmo em cooperação internacional. Esta última tem a vantagem de gerar produtos que já nascem prontos para mais de um mercado.


Em 2005, por exemplo, para incentivar a produção e o desenvolvimento da indústria de hardware no Brasil, o governo promoveu um verdadeiro processo de desoneração. A chamada MP do Bem, que foi prorrogada até 2014, isenta muitos produtos de informática de impostos como PIS e Cofins. Com isso, computadores, impressoras, roteadores e outros produtos de informática tiveram o seu processo produtivo barateado e incentivaram a inclusão digital.


Em um momento delicado como este, no qual a desindustrialização começa a assumir um caráter iminente, outros segmentos precisam de medidas semelhantes. Não necessariamente com a redução de impostos como PIS e Cofins, mas ações que contribuam para desonerar a produção e incentivar o investimento em pesquisa e desenvolvimento.


Para as empresas de TI, uma boa alternativa é buscar os programas de subsídio à inovação, sejam nacionais ou internacionais. Internamente, há os recursos disponíveis em instituições como o Finep. Já no mercado externo, é possível aproveitar as iniciativas de cooperação para pesquisa e desenvolvimento, como as chamadas ?Plataformas Tecnológicas?. Esta metodologia determina a formação de um grupo de líderes para cada plataforma, grupos de trabalho temáticos, encontros regulares entre todos os participantes, entre várias outras atividades. Neste contexto, podemos ressaltar a Plataforma Tecnológica Ibero-Brasileira (que visa projetos de inovação entre empresas brasileiras e espanholas) e a BraFIP (Brazilian Future Internet Platform) (focada em projetos entre empresas, institutos de pesquisa e universidades brasileiras, em conjunto com instituições equivalentes de qualquer país da União Européia).


Os projetos de Inovação das nossas empresas são a garantia de um futuro mais competitivo e promissor. É preciso mantê-los e buscar apoio para conseguirmos superar estes períodos mais delicados para a nossa indústria.


*Marcos Sakamoto é presidente da Assespro-SP

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Estudo aponta 6 erros graves em entrevistas

Estudo aponta 6 erros graves em entrevistas: "

São Paulo - Encarar um processo de seleção sem ter a mínima ideia sobre a companhia em questão é quase... (<i> Talita Abrantes, de EXAME.com </i>)

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Trabalho em equipe: Quais erros você comete?

Trabalho em equipe: Quais erros você comete?: "

trabalho em equipeJá parou pra pensar o quanto precisamos dos outros para desenvolver determinadas tarefas? Já parou para analisar o quanto o trabalho em equipe está cada vez mais badalado?


Ter a capacidade de manter um bom trabalho em equipe é uma habilidade muito valorizada! E com certeza é um grande diferencial na hora de escolher um candidato para uma vaga de emprego dentro de uma organização. Quem vai querer alguém sem essa característica dentro da equipe?


Nas empresas que conheço um dos pré-requisitos fundamentais para conseguir aquela vaga de emprego é ter capacidade de trabalhar em conjunto e atingir objetivos com a equipe.


Justamente por isso, separamos alguns dos principais erros que geralmente acontecem nos ambientes de trabalho, onde equipes são prejudicadas por comportamento de colaboradores.


Vamos a nossa lista de possíveis erros detectados em algumas equipes:


- Ficar irritado com os colaboradores


Equipe sem atrito definitivamente não é uma equipe de verdade! Imagina várias personalidades e habilidades diferentes em um mesmo ambiente. Com certeza atritos vão ocorrer, mas é nessa hora que devemos colocar em prática a empatia para evitar que o problema se torne maior ainda. Cada colaborador tem um ritmo e um rendimento. Alguns vão aprender mais rápido do que os outros. Manter um ponto de equilíbrio entre ser educado e o emocional é importante demais nesses momentos de tensão.


- Recusar trabalho em equipe


Vai querer abraçar o mundo sozinho? Temos exemplos de sobra que grandes e bons resultados não nascem de ações individuais e isoladas. Resistir ao trabalho em equipe pode causar grandes danos para sua carreira, afinal, conseguir lidar com pessoas totalmente diferentes é um desafio enorme, e quem consegue fazer isso tem pontos a somar no currículo! Na organização, e dentro da equipe um depende do outro.. Se você não quiser colaborar com o seu colega do lado, teremos um enorme gargalo nas ações realizadas. Se você ainda não consegue, chegou a hora de dar essa abertura, e começar a praticar.


- Não respeitar as diferenças


Equipes são compostas de pessoas totalmente diferentes, com habilidades diferentes. E ainda existem pessoas que simplesmente não respeitam a opinião e a postura do colega de trabalho. E aí? Como fica? As diferenças é que dão o balanço e a sinergia na equipe. Onde um complementa o outro. O que um não sabe, o outro pode ajudar. Respeitar essa diversidade é essencial no ambiente de trabalho. Aceitando a diversidade, as possibilidades de atuação são ampliadas, sem invadir o espaço do outro. Vai ficar de cara fechada pelo seu colega discordar de você? Sem essa!


- Resolver depois


Aqui é fator crítico, em todo ambiente que vejo onde conflitos são deixados pendentes a situação fica pior do que já está. Quando conflitos são acumulados, a proporção dos mesmos aumenta. Podem ser dúvidas, algum desconforto, decisões adiadas, entre outros. Se o colaborador não tentar resolver o assunto, isso pode gerar fofoca com os outros colegas da equipe, antipatia, e sem falar no péssimo clima dentro do ambiente de trabalho.


Os deslizes que acontecem no nosso dia-a-dia de empresas são muitos, onde não conseguimos enumerar todos, onde as diversidades são gritantes, onde os desafios e obstáculos aparecem a todo o momento. Aqui vale gerar uma boa estratégia para a sinergia acontecer entre a equipe, onde o foco são resultados e manter a criatividade entre os envolvidos.


Chefes, gerentes, desenvolvedores, auxiliares, não importa o seu cargo, você comete erros, você precisa aprender mais. E no mercado competitivo que vivemos aprender algo novo sempre. Somos cobrados e cada vez mais, devemos mostrar pra que viemos.


E você? O que acha importante evitar ao trabalhar em equipe?


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Linux Mint: um sistema completo para um uso doméstico e totalmente funcional

Linux Mint: um sistema completo para um uso doméstico e totalmente funcional: "
LinuxMint uma solução perfeita para quem anda em dúvida sobre o uso diário do sistema Windows! Ele garante todos os aplicativos essenciais para um uso doméstico e com excelente funcionalidade! Quem conhece o Mint não pretende voltar para o Windows!

O objetivo do Linux Mint é produzir um sistema operacional moderno, elegante e confortável, que é poderoso e fácil de usar.


Iniciado em 2006, o Linux Mint é hoje o 4º sistema operacional mais usado, atrás do Windows, Apple e Ubuntu.

Algumas das razões para o sucesso do Linux Mint são:

  • Suporte completo a multimídia e é extremamente fácil de usar.
  • É conduzido pela comunidade. Usuários são encorajados a enviar um feedback ao projeto, para que suas idéias possamser usadas para melhoraria.
  • Baseado em Debian e Ubuntu
  • É seguro e confiável. Graças a uma abordagem conservadora para as atualizações de software, Update Manager. Linux Mint exige pouca manutenção

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