O perfil do profissional de planejamento digital


O crescimento da internet no mercado brasileiro vem gerando novos empregos no mercado digital. Se antes as agências eram formadas pelo trio Atendimento, Criação e Tecnologia, hoje possuem profissionais de arquitetura de informação, gerenciamento de projetos, mídia, redatores, especialistas em redes sociais, usabilidade, links patrocinados, otimização de buscadores, além profissionais especializados em determinadas tecnologias como PHP, ASP ou Flash. Enfim, a web trouxe novas profissões ou especializações para o já tão saturado mercado publicitário.


Um dos profissionais que vêm ganhando muito espaço no mercado de agências é o profissional de planejamento digital, ou como eu prefiro chamar, planejamento estratégico digital.


Os profissionais de planejamento, ou planners digitais, usam técnicas de planejamento de comunicação conhecidas nas agências 'offline' alinhadas a técnicas específicas de web. Em meu livro Planejamento
Estratégico Digital
eu explico como surgiu e como se desenvolve essa nova disciplina dentro das agências, importantíssima para fazer o trabalho de pesquisas, análises, entender o perfil do público-alvo, entender o problema de cliente e traduzir tudo isso em estratégias digitais que liguem a marca ao consumidor.

Mas qual o perfil desse profissional?


Planners são responsáveis por descobrir os problemas da marca dos anunciantes. Entendem o que os consumidores desejam das marcas, descobrem se a promessa das marcas está sendo condizente com o que
os consumidores desejam. Planners descobrem uma solução estratégica para o cliente; são profissionais que entendem de estratégias, dos caminhos que devem ser traçados para atingir os objetivos do cliente.


Os planners que desejam apenas cumprir os objetivos precisam rever sua maneira de pensar, pois é sempre importante trazer para o cliente mais do que ele espera. Planners são eternos insatisfeitos com os resultados. Sabem que podem conseguir sempre mais. E buscam isso.


Planners pesquisam tudo: concorrência, comunicação, público-alvo, mercado, tendências, novas tecnologias, novas mídias, consumidores, empresa. Geram relatórios e relatórios de dados sobre todas e outras pesquisas. Um papel fundamental do planner é transformar esses dados em informação relevante.

A inteligência do profissional é sua única 'ferramenta' no auxílio dessa transformação. Essas informações serão a base para a construção das estratégias para o cliente; serão também importantes para gerar um briefing criativo que inspire a criação a fazer um trabalho excepcional baseado no planejamento estratégico
digital.


Planners inspiram a criação, acham caminhos que melhoram a criação. Não criam, apenas dão ferramentas para os criativos.

Ênfase no conteúdo




A comunicação para o público-alvo deve ser sempre relevante e diferenciada, afinal, todo o consumidor é impactado por diversas mensagens. Um homem de 25 a 30 anos, classe A, morador de São Paulo, pode ser alvo de dezenas de marcas; logo, sou impactado pela grande maioria delas.


Mensagens relevantes e diferenciadas prendem as pessoas. Essa qualidade na mensagem é papel do planner e quando falamos de internet, então, é sempre importante dizer que conteúdo é um dos fatores mais importantes dessa ferramenta.


Os planners digitais devem se preocupar muito com esse conteúdo. Ele deve ser relevante, ou o usuário fecha o browser ou digita outra URL. Planners enxergam mais longe, pois são eles que fazem as pesquisas; assim têm uma visão mais abrangente do que está acontecendo, do que estão falando e como agir. Informação é tudo.


Publicitários possuem 'feeling', entretanto não se pode fazer uma campanha baseada em 'eu acho que'. Feelings são importantes para iniciar possíveis estratégias, possíveis caminhos. É um bom começo de conversa, mas as pesquisas embasam o planejamento.


Quando necessário, planners mudam os rumos da empresa, afinal são eles que estão constantemente avaliando as marcas no ambiente em que estão e propondo mudanças para melhorar as vendas: Toda empresa quer sempre vender mais. Mais vendas = mais lucros.

Avaliam presença da marca na web



É importante entender o que o consumidor espera de um site e como ele entende essa presença da marca na internet. O consumidor está cada vez mais no poder, quer ouvir e ser ouvido. É muito importante que os profissionais de planejamento acompanhem diariamente o que as pessoas estão falando das marcas; nunca é demais lembrar que uma comunidade no Orkut 'Eu odeio marca X' pode acabar com anos e anos de estratégias de marketing das empresas.



O 'boca-a-boca' ainda é a melhor estratégia de comunicação de um produto, pois as pessoas confiam mais no vizinho indicando uma marca do que no comercial de 30 segundos no Jornal Nacional, mídia mais nobre da TV brasileira.


A chamada web 2.0 potencializou esse boca-a-boca. Hoje qualquer um com acesso a web, seja de casa, trabalho, lan house ou faculdade, pode montar um blog, um perfil no Orkut, no Facebook, ter um MSN e
possuir 300 seguidores no Twitter. Ao mesmo tempo.


O meu blog, por exemplo, possui em média 80 acessos/dia. Se eu coloco que a marca X é ruim ou seus
serviços são ruins, posso não influenciar as 80 pessoas, mas com certeza serão 80 potenciais consumidores da marca que ficarão com a 'pulga atrás da orelha' antes de consumir essa marca ou esse serviço. Recentemente postei algo sobre um serviço de TV a cabo e o pessoal do relacionamento da operadora entrou em contato comigo, pois havia lido o que eu escrevi.



O livro aborda como as empresas podem trabalhar melhor essas redes sociais, pois esse é um papel fundamental do planner entender como influenciá-las em prol das marcas ou saber trabalhar as comunidades.


A Coca-Cola, por exemplo, possui uma comunidade com mais de 600 mil usuários, chamada 'Eu Amo a Coca-Cola'. As empresas não podem, jamais, fechar os olhos para 600 mil consumidores que afirmam que
amam tal marca. Eu pertenço a essa rede social e até hoje jamais fui impactado por qualquer comunicado da Coca-Cola. Por que será?


O planner é uma peça fundamental dentro das agências para que os projetos digitais possam ter mais sucesso, pois são responsáveis por entender o que as marcas prometem diante do que os consumidores
desejam e transformar isso em estratégias que liguem essas marcas a esses consumidores.


E você, o que acha? Que características julga serem essenciais ao profissional de planejamento digital? Deixe suas ideias nos comentários!

Monte partições de seu HD automaticamente

Monte partições de seu HD automaticamente: "
Para começar, sou André Ramos, novo integrante do time Espaço Liberdade, e estou muito satisfeito de ter ingressado nele.

Agora vamos ao que realmente interessa. Não é nada agradável ter que montar todas as partições do HD uma por uma ao iniciar ao sistema. Por isso, esse tutorial simples irá lhe mostrar os passos para que você se livre dessa tarefa.
Primeiro criamos uma pasta onde a partição será montada. Normalmente essa pasta se localizará no diretório '/mnt'. Como root, digite no terminal:

$ mkdir /mnt/'nome da pasta a ser criada'

Agora, devemos editar o arquivo FSTAB, é nele que estão as localizações das partições e dispositivos que são montados ao você fazer logon no sistema. Para isso, você deve abrir com um editor instalado (GEdit ou Kate, por exemplo).

$ 'editor' /etc/fstab

E acrescente a seguinte linha:

mount /dev/hda1 /mnt/"nome da pasta que você criou" ntfs defaults,user.rw,auto 0 0

Onde 'hda1' é a partição que deve ser montada, e 'ntfs' é o tipo de arquivamento usado. Note que se a partição for NTFS, é necessário colocar o 'rw' após 'user' para que se possa excluir e criar arquivos.
Pronto! Agora é só criar um link e arrastar para sua área de trabalho. Assim a partição estará sempre a sua disposição, sem necessidade de comandos adicionais.



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Lançada edição n.12 da Revista Espírito Livre!

Lançada edição n.12 da Revista Espírito Livre!: "“Pedras pelo caminho? batalhas. A gente sempre as encontra. Mais cedo ou mais tarde. Não é e nem seria diferente com a Revista Espírito Livre. Ainda mais quando estamos a completar nosso primeiro ano, não mais um recém-nascido? De qualquer forma, aqui estamos, firmes e fortes, já comprando as velinhas do bolo, com a certeza [...]


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Uma forma simples de reduzir os custos com cartuchos de impressão

Uma forma simples de reduzir os custos com cartuchos de impressão: "
Existem muitas maneiras de economizar com impressão: imprimir menos, reaproveitar (conscientemente) papel, negociar bons contratos de outsourcing de impressão, aproveitar bem as configurações da impressora, etc. Existem também os métodos melhor aplicáveis a rascunhos, como imprimir mais de uma página por folha, reduzir o tamanho da fonte, e similares.



Um dos líquidos mais caros (por ml) à venda no mundo

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Há quem tente também os cartuchos remanufaturados, alternativos ou recarregados, mas minhas experiências com este tipo de solução não foram boas, nem econômicas – muitos cartuchos simplesmente não funcionaram, me deixando na mão quando precisei deles, e alguns fizeram as impressoras precisarem de manutenção, zerando qualquer economia que tivessem gerado, portanto não me vejo em posição de recomendar este tipo de alternativa.

Mas há alternativas de menor impacto e fácil ativação

Até pouco tempo, jamais havia me ocorrido que a mera mudança de fontes nos documentos, mantendo os mesmos tamanhos, poderia levar a economias significativas de tinta.

Claro que isso não faz diferença aqui em casa, com uma impressão de menos de 40 folhas por mês – mas pense em quem emite contas, imprime boletins, comprovantes, formulários e realiza outras operações impressas aos milhares por mês?



Exemplos de Ecofont não me convenceram

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Mas aí isso mudou – primeiro veio a Ecofont, que me faz pensar na palavra gambiarra, embora eu reconheça mérito na idéia: ela tem furinhos, pouco perceptíveis nos caracteres em tamanho comum de corpo de texto, que – afirma-se – podem reduzir em até 25% o consumo de tinta ou toner. A idéia é boa, e enquanto a versão gratuita circulava em formato TrueType e baseada na fonte Vera Sans, agora leio no site oficial que agora ele substitui várias fontes conhecidas: Arial, Verdana, Calibri, etc. O mecanismo de funcionamento não me agrada, mas deixo a dica.



Exagero?

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Só que as pesquisas avançam, e agora fiquei sabendo, via Gizmodo, que existe uma forma mais ao meu agrado: segundo estudos do tipógrafo e criador de fontes Mark Simonson, na Universidade de Wisconsin, substituir a quase onipresente Arial pela também razoavelmente popular fonte Century Gothic, no mesmo tamanho, pode reduzir o consumo de tinta em até 30%.



Amostra da Century Gothic

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Eu já simpatizava com esta fonte, criada em 1991 pela Monotype como uma alternativa às belas fontes Futura, e a economia de tinta pode ser uma versão a mais para empregá-la em material criado para impressão, e colocá-la como default nos seus modelos de documento básicos.

Mas atenção para 2 aspectos extras que podem fazer diferença:

1) a Century Gothic é um pouco mais larga que a Arial, então mudar para ela poderá causar repaginação em um documento existente, e até mesmo o aumento do número de páginas (o que também tem algum impacto no custo, naturalmente)

2) Até mesmo a Times New Roman e a Calibri gastam menos tinta que a esbanjadora e ubíqua Arial. Já a Trebuchet e a Franklin Gothic gastam bem mais do que ela.

E antes de sair trocando fontes, releia o primeiro parágrafo – é possível que algumas das técnicas mencionadas nele possam gerar economias bem maiores ;-)



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Sushi, huh? Como atualizar seu Linux sem estar conectado a rede




Sushi, huh? é um programa muito legal, que permite baixar atualizações de várias distribuições Linux em um computador, armazenar essas atualizações em um dispositivo de armazenamento e executar em outro computador sem conexão a Internet.

A aplicação é executada através de uma interface Web, e permite escolher a distribuição, repositório e os pacotes que se deseja baixar.

Sushi, huh? funciona tanto em Windows como em Linux, todavia encontra-se em fase beta, porém já é possível atualizar distribuições como Debian, Fedora, Ubuntu, Mandriva y openSuse.

Sin lugar a dudas, es una buena manera de acercar Linux a aquellas personas que únicamente disponen de conexión a la red en su centro de trabajo o estudios y quieren actualizar o instalar nuevos paquetes en sus sistemas.

Link: Sushi, huh?


Fonte: Infoblogs