Carreira: planeje seus objetivos e acerte o alvo

É comum encontrarmos profissionais em TI perdidos, sem saber qual a melhor formação a ser feita. Nos últimos meses, alguns colegas de trabalho vieram me consultar com diversas dúvidas sobre qual curso (pós-graduação, mba, mestrado etc.) escolher. Este é, sem dúvida, um dos assuntos que gosto muito de abordar.

Primeiramente, gostaria de recomendar um outro artigo meu, 'Administre sua carreira como se fosse uma empresa'. Com certeza será um bom artigo introdutório sobre o assunto.

Não faça nenhum curso sem antes fazer um planejamento estratégico da sua carreira!



Vou começar sendo realmente repetitivo: não faça nenhum curso sem antes fazer um planejamento estratégico para sua carreira! Justifico essa afirmação com algumas analogias: você não junta dinheiro sem saber o que deseja comprar, você não fez uma faculdade sem saber qual profissão seguir, e por aí vai. É necessário que nossas ações sejam planejadas e que estejam atreladas a um objetivo maior.

Você já planejou a vida toda, mesmo sem saber



Sem nos darmos conta, algumas ações que tomamos na nossa vida já estavam atreladas a objetivos que criamos. Mesmo que esses objetivos não tenham sido documentados em um planejamento estratégico mais formal, certamente você já tomou alguma ação atrelada a um objetivo. Este planejamento hoje em dia é feito, em muitos casos, somente até a escolha do curso superior: estudantes fazem medicina para serem médicos, estudam psicologia para serem psicólogos.


A faculdade terminou; a sua carreira não



Hoje já é mais que provado que somente uma formação superior não é garantia de sucesso profissional.
Portanto, é hora de começar a planejar sua vida pós-faculdade. Dependendo da sua área, existem diversos caminhos a serem seguidos. Fazer a escolha certa só depende de você.

Em TI, por exemplo, uma das dúvidas mais comuns é sobre qual caminho escolher: gerencial ou técnico. Financeiramente, o mito de que um gerente ganha mais que um especialista técnico já foi desmistificado. Inclusive, é bem comum encontrarmos no mercado ótimos profissionais técnicos com remunerações maiores do que um profissional de cargo gerencial. Portanto, não paute sua decisão pelo dinheiro.


Defina seu objetivo e trace metas



Feita a escolha sobre onde chegar, planeje seus cursos de forma que estejam atrelados ao seu objetivo profissional. Não faça cursos somente por passatempo, ou porque existe alguma pressão no seu trabalho. Se você ainda não tomou essa decisão, procure outros profissionais na sua área, levante informações e fortaleça sua escolha.


Existeuma frase muito comum utilizada por profissionais de carreira que é'dinheiro não compra felicidade'. Novamente, não paute suas decisões somente sob o prisma financeiro. Faça o planejamento estratégico da suacarreira e boa sorte!
Fonte: iMasters

Segurança acima de tudo


Muitas pessoas nem imaginam o quanto vulnerável é nossa vida digital. Vamos ao caixa eletrônico retirar dinheiro, acessamos internet banking, fazemos nosso imposto de renda, compramos diversos produtos, e tudo isso através de autenticação. Já que para usufruirmos de tais serviços, necessitamos ao menos de nos identificar de alguma forma.

As organizações, de modo geral, procuram diversificar tal autenticação priorizando a confiabilidade e restringindo o acesso somente às pessoas autorizadas. Por incrível que pareça, a maioria das empresas atualmente utiliza somente os famosos 'usuário' e 'senha' deixando os internautas sujeitos às fragilidades que já conhecemos, como senhas fracas, engenharia social, keyloggers (captura de teclas pressionadas no teclado da vítima), entre outras vulnerabilidades de que tanto ouvimos falar, ainda mais que por incrível que pareça encontramos o famoso post-it amarelinho com a senha colada no monitor dos usuários, o que é uma triste realidade.

Entretanto, em relação à simples adoção de usuário e senha por questões de custo inicial de implementação, esquecem-se de considerar o alto custo de suporte para a solução de problemas, o tempo ocioso dos funcionários parados aguardando o suporte e a fragilidade que tal autenticação proporciona expondo dados confidenciais da nossa empresa.
Assim, constatamos que a utilização do smart-card como forma de autenticação, aliada ao poder da certificação digital, acaba sendo mais vantajosa. Embora o custo inicial seja um pouco maior, o custo de suporte e a ociosidade dos funcionários são significativamente reduzidos, aumentando a produtividade do usuário e conseqüentemente aumento de receita para a sua empresa. Além disso, o smart-card oferece muito mais proteção e funcionalidades que só essa tecnologia pode nos proporcionar, como, por exemplo, o uso de certificados emitidos por autoridades certificadoras da ICP-Brasil (Infra-estrutura de chaves públicas do Brasil).

Outra vantagem é que o certificado digital ICP-Brasil, por ser emitido por um órgão público brasileiro, tem validade jurídica; por isso, as empresas poderão se respaldar juridicamente e punir eventuais acessos indevidos a documentos sigilosos manifestando-se de forma clara e precisa, com base na lei.

Por fim, a biometria é mais um benefício que o smart-card oferece, já que saber a senha e ter o cartão são factíveis de ser burlados, uma vez que é costume dos usuários disponibilizá-los a colegas e familiares. A biometria torna o processo de autenticação realmente forte, pois utiliza a leitura da íris, a leitura facial, a assinatura e etc. Temos, assim, três formas de autenticação trabalhando juntas: o que eu tenho (o cartão com certificado), o que eu sei (a senha) e o que eu sou (a biometria), fechando um ciclo com o qual poderemos disseminar a utilização de serviços virtuais de uma forma mais confiável tanto para os usuários quanto para os fornecedores de serviços. Estes últimos conseqüentemente poderão expandir seu negócio na Internet. Ou alguém tem dúvida de que o nosso futuro será digital?

Fonte: iMasters

Site busca um milhão de apaixonados por Linux



Um milhão de usuários de Linux é o que procura o site 1 Million Tux. A ideia é que os apaixonados por sistemas operacionais livres façam o seu cadastro. Até a publicação deste post eram 1.573 usuários registrados, faltando ainda 998.427 registros.

A ideia é atingir a meta de 1.000.000 em 25 anos. Como o site está ?de pé? há 48 dias, restam ainda 9.077 dias para o prazo final. O ritmo necessário é de 109 assinaturas por dia.

Todas as inscrições são moderadas e podem ser feitas aqui.

Cá entre nós, basta a ideia se espalhar para a divulgação das distribuições. Pensando no perfil de usuário, quem usa Linux MESMO está mais perto dos macmaníacos que dos usuários do Windows. Há internautas, aqui mesmo no blog, que defendem o Windows, por exemplo, é verdade. Mas assim, ouse falar mal do Linux sem fundamento (e às vezes mesmo com) ou da Apple.

Para cadastrar, basta o convite.

Só para relembrar, o Linux tem cerca de 1% no mercado de desktops e a vasta maioria dos usuários comuns (com seu computadorzinho de mesa, notebook ou mesmo netbook) usa o Windows. Os Macs ocupam o segundo lugar na pizza do mercado de computadores pessoais.

As diferenças entre eles? Pergunte a cada usuário ? não me arrisco a listar nada porque não quero me incomodar. Só digo uma coisa, não se iluda pelos números de mercado.

Fonte: Infoblogs

Saiba como sobreviver a uma demissão

Saiba como sobreviver a uma demissão
De acordo com a especialista Lisa Caldas, existem quatro estágios pelos quais os profissionais passam quando são desligados dos empregos
Por CIO/EUA

Leia a matéria completa em: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2010/03/26/saiba-como-sobreviver-a-uma-demissao

Líder, alguém viu um por ai?



Para iniciar nossa reflexão quero deixar bem claro a diferença em 'LIDER' e 'CHEFE', muita gente sofre por não conseguir diferenciar estes dois substantivos. Primeiro, vamos para a definição de Chefe, é aquele que recebeu a responsabilidade formal de conduzir algo e, invariavelmente, existem pessoas que fazem parte disto. Ninguém é chefe de computadores, mesas de trabalho e processos, é chefe de pessoas. Segundo, Lider, é aquele capaz de influenciar as pessoas, seja negativa ou positivamente, não precisa necessariamente ter um cargo de chefia para poder influenciar quem está próximo dele, mas é algo que a pessoa pode ou não ter consciência da sua influência.

Meu objetivo neste post não é dissecar a material sobre liderança, pois, existem vários artigo, livros e muitos autores nacionais e internacionais que versam sobre o assunto. O que seria impossível para mim, exaurir um assunto desta magnitute em um ou vários posts. Mas refletir sobre a pergunta: 'Líder, alguém viu um por ai?'.

Pensando nesta pergunta tente lembrar de pessoas no seu círculo de convivência capaz de influenciar você, ou algum grupo? Poucos ou nenhum, acredito eu. Agora se eu fizer uma pergunta ainda mais difícil, você se considera um Líder? Talvez esteja pensando que não nasceu com este dom, ou quem sabe acredita que não tem talento ou jeito para isto. Não podemos ser fatalistas neste aspecto, pois eu acredito que cada pessoa é, ou pode ser, um líder e um maior ou menor círculo de influência. E sobre esta afirmação você pode estar me perguntando sobre que base eu posso afirmar isto. Sobre a base da natureza humana, fomos feitos para isto, liderar.

Precisamos liderar nossa própria vida, influenciar nem que seja a nós mesmo, baseados no que aprendemos ao longo de nossa vida, no que acreditamos, isto vai influenciar o que seremos. E se você acredita no que faz, as pessoas lhe seguem, na verdade, você arrasta as pessoas. No contrário, se você não tem coragem de fazer o que acredita, as pessoas seguiram outras.

Mas depois de tanta filosofia, olhe para dentro da sua empresa, e veja quantas pessoas são arrastadas por um Líder? E poucas empresas não se deram conta que necessitam de LÍDERES para executar suas estratégias, de pessoas com poder de execução, e acima de tudo com poder de arrastar pessoas para executarem o que precisa ser feito junto com ele. Pois, qual será o preço de alcançar seus objetivos se as pessoas que trabalharam não alcançarem os seus? Por quanto tempo conseguiremos levar pessoas desta forma? Trocamos as pessoas? A que custo?

A área de tecnologia por ser muito técnica e nova em relação a outras áreas de conhecimento, tem carência de Líderes. As empresas precisam fabrica-los, por isso muitas investem em programas de trainee. As mudanças ocorrem com uma velocidade cada vez maior, e estas mudanças são necessárias, as empresas precisam de mais líderes (executivos, diretores e gerentes) que saibam lidar com pessoas e arrastar multidões. Alguém viu um por ai?


Fonte: Infoblogs

Diferenças entre sistemas de 32 e 64 bits

Diferenças entre sistemas de 32 e 64 bits: "Às vezes, para baixar um programa ou um driver para o sistema operacional aparecem duas opções: versão 32 bits ou 64 bits. Essa escolha, por mais que pareça simples, pode fazer com que o programa,...

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Vício em tecnologia agora tem tratamento

Vício em tecnologia agora tem tratamento: "
O hospital britânico Capio Nightingale, em Londres, resolveu criar um programa de reabilitação um tanto quanto inovador. Voltado inicialmente para o sistema privado de saúde, o hospital criou um grupo de tratamento para jovens que passam muitas horas do dia utilizando na frente do computador ou com o celular na mão, enviando SMS, jogando ou atualizando sites de relacionamento.

O programa não visa abstinência completa dos pacientes em relação à tecnologia e, segundo o médico responsável pelo programa, Dr. Richard Graham, isso seria até impossível e não compatível com a realidade que os reabilitados encontrarão após saírem da clínica. Na verdade, a expectativa principal é fazer com que aqueles que buscam esse tipo de tratamento não vejam mais a internet, os jogos ou o celular como prioridade em suas vidas.

O tratamento é dividido em três partes, e inicialmente, há a psicoterapia, seguida pelo trabalho de desfazer o relacionamento paciente-tecnologia (encorajando o jovem a desligar os aparelhos). Finalmente, o tratamento termina com o incentivo a exercícios físicos regulares e a volta da aproximação entre paciente com sua família e amigos.




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Tentar ou continuar na mesma?

Qualquer tipo de mudança na organização e as pseudo-metodologias de desenvolvimento de qualquer empresa de tecnologia costumam ser um grande pesadelo. Isso é assim por vários motivos.

Geralmente os gerentes e diretores (na maioria das vezes) serão duros e contra qualquer tipo de mudança simplesmente pelo fato de a empresa ter gastado centenas de milhares de dinheiros; logo, pensarão por muito tempo que isso (metodologia customizada) deverá dar algum resultado, o que acaba não acontecendo na maioria da vezes. Essa negligência e fraqueza em assumir logo o prejuízo e tentar mudar para melhor acaba acarretando em prejuízos muito maiores no futuro, demissões em larga escala, troca de diretoria e por aí vai, já vi isso antes.

Outra justificativa muito usada para evitar mudanças é a falácia de que 'em time que está ganhando não se mexe'. Grande parte das vezes falta coragem ou maturidade para enxergar que o time não está ganhando e que precisa ser modificado, sim. Também não é incomum encontrar situações onde a mudança não é vista com bons olhos, pois as 'metodologias pra inglês ver', as certificações (de parede) e demais honrarias são mais valorizadas do que as pessoas e o produto que a organização entrega, então, nesses casos pouca  importa se está bom ou ruim.

Mas onde eu quero chegar com tudo isso? Todas estas situações que falei até agora são conhecidas pela maioria dos desenvolvedores e sabemos que são situações difíceis de serem vencidas, eu mesmo já
fracassei em algumas tentativas de mudança diante de tais situações e felizmente já obtive muitos sucessos também.

Certa vez, almoçando com um grande amigo, acabamos caindo no papo sobre as nossas empresas e clientes e falamos sobre um caso em especial. Um cliente em que já havíamos trabalhado, onde enfrentamos todas
aquelas situações anteriores de uma só vez, acreditem!, continuava na mesma. Com os mesmos problemas de sempre (atraso), mesmos gerentes/diretores e as mesmas pseudo-metodologias e regras internas, a única coisa que não era a mesma eram os clientes, nem preciso dizer o porquê.

Mas a discussão não chegou a ser prática ao ponto de 'seja ágil', 'você precisa praticar TDD/BDD', 'agarre-se ao PMBok' ou 'se você não aderir ao Scrum, não vai ter jeito', nada disso, não estávamos
questionando a metodologia, nem as regras em si, mas sim a resistência em mudar. Fazendo uma breve retrospectiva, vimos que 100% dos últimos projetos não haviam sido entregues na data prevista, desses 100%, 100% tiveram o orçamento o estourado e, desses 100%, 100% não atenderam a todas as expectativas do cliente e foram entregues com features aquém do esperado.

Diante de um cenário como esse, por que não deveríamos tentar mudar? Por que não tentar fazer alguma coisa diferente? Se estamos 'sendo ágeis com scrum+xp',por que não tentar um modelo mais lento!? Se o
RUP/MPS.Br/QualquerCoisa não está dando certo, por que não mudar e tentar outro? Se as metodologias e as regras internas não estão sendo suficientes, por que não deveríamos tentar outras? Com um histórico de
atrasos e fracassos, o que poderia acontecer de pior, atrasar 9 semanas ao invés de apenas 7!?

Não fique na mesma por muito tempo, mesmo que o seu time esteja ganhando e esteja realmente na frente, experimente mudar, tente melhorar, evoluir. Avalie sempre não só as mudanças, mas veja o que elas poderão fazer por sua organização, por seus projetos, se algo pode ser melhorado, vá em frente, se algo pode piorar, avalie o seu presente e passado e veja se vai, de fato, piorar, ou se você já estava 'na pior' e não estava se dando conta. Não seja cético correndo atrás do que está na moda, na crista da onda, isso nem sempre será bom pra você, mas procure sempre avaliar sua situação e ver o que você pode tentar melhorar e o que pode, sem prejuízos, continuar na mesma.


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Adobe Flex 4: dúvidas que você tem mas não teve coragem de perguntar!

Adobe Flex 4: dúvidas que você tem mas não teve coragem de perguntar!: "
A última segunda-feira foi foi o dia D para o Adobe Flex. Neste dia, 22 de março de 2010, foi lançada
a versão 4, que representa uma pequena revolução no mundo Flex. As mudanças do
Flex 4 em relação à versão 3 são bem mais significativas em relação ao
lançamento do Flex 3/Flex 2 há 2 anos.


Essa evolução trouxe uma questão muito importante a ser
discutida neste artigo, que merece um título!


Devo migrar para o Flex 4?



Sim e não. Existem
duas perspectivas bastante claras neste aspecto, vou ser bastante objetivo:


  • Se você já tem um projeto em Flex 3 funcionando,
    não migre
  • Se você vai começar um projeto agora, migre
Mas por que isso? A migração do Flex 3 para o 4 exigirá um
tempo bastante grande de adequação às novas ideologias da versão mais nova. Isso
significa que o seu projeto não irá compilar de primeira, você passará horas 'consertando' o seu código, até que tudo funcione.
Sinceramente, não vale a pena.


Devo investir no Flex 4?



Absolutamente sim! Flex
4 é uma 'baita' evolução e você deve segui-la para os seus novos projetos. Além
do Flex 4, tem o Adobe Air 2.0 e, em breve, suporte à tecnologia Android e
a dispositivos móveis. Então a Apple torceu o nariz para o Flash Player, o Google
se uniu à Adobe e juntas vão lançar o Flash Player 10 para a plataforma Android. O futuro com certeza é bastante promissor, e ainda nem falamos dos
tablets!!


Não sei nada de Flex, devo estudar primeiro o 3 ou partir para o 4?



Direto ao Flex 4! Muitos conceitos mudaram e será perda de
tempo aprender 3 para depois ir ao 4.


Não sei inglês, tenho chance de aprender Flex 4 agora?



Sim, já existe um pouco de conteúdo Flex 4 nos sites
brasileiros. Começam a pipocar cursos, artigos, livros etc.


Mas aqui vai um
puxão de orelha: não dominar o inglês, hoje, pelo menos a leitura, é um pecado
capital para qualquer desenvolvedor.


Ok, eu sei inglês, por onde começar?



Garimpei dois ótimos endereços:


Aproveitem, pessoal! O Flex 4 é uma evolução muito
significativa e em breve estará nos browsers, computadores e celulares do mundo todo.


Mais perguntas? É só mandar!
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Usuários podem testar Ubuntu One Music

Usuários podem testar Ubuntu One Music:
"Loja virtual permite que sejam armazenados até 2 GB de músicas gratuitamente"

Recuperação de sistemas e anti-vírus com o live CD Dr.Web

"Existem muitos live CDs para recuperação de sistemas, perícia, segurança de redes e outras tarefas, mas talvez poucos conheçam um live CD da Dr.Web, uma fabricante russa de soluções em segurança de TI. O CD permite tentar recuperar sistemas Windows e UNIX, e ainda oferece um gerenciador de arquivos e um editor combinados à verificação antivírus (AV) com uma solução proprietária, porém de uso gratuito neste caso. Como há casos em que um vírus consegue inibir ou até mesmo destruir partes de softwares antivírus, uma solução que rode do CD parece ser uma boa ideia. Por Bernard Hoffmann"

Conexão wireless ad-hoc no Ubuntu - relato de experiência

 
 

Enviado para você por Liperujo através do Google Reader:

 
 

via Viva o Linux em 24/03/10

Este trabalho mostra minha experiência na configuração de uma conexão wireless ad-hoc com Ubuntu para compartilhamento de internet 3G.


 
 

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

 
 

PC WORLD: Ajude o Windows 7 localizar as pastas e arquivos que você quer

PC WORLD
http://www.pcworld.com.br

Esta notícia foi enviada para você por rubensplima@gmail.com

Ajude o Windows 7 localizar as pastas e arquivos que você quer
Recurso facilita a localização de arquivos de trabalho no PC, principalmente para quem possui grande volume de dados.
Por René Ribeiro, da PC WORLD

Leia a matéria completa em: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/03/25/como-agilizar-a-pesquisa-de-arquivos-no-windows-7

Veja esta e outras notícias relevantes no PC WORLD:
http://www.pcworld.com.br

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Emprego para área de TI está sobrando?

Se você está procurando emprego, saiba que, de acordo com algumas pesquisas, está sobrando vagas em TI. Será mesmo? Qualquer um tem um lugar ao sol?

Você acha o que está procurando
Quem está no mercado, procurando emprego sabe a dificuldade de encontrar uma vaguinha. Lembre-se, se você está procurando uma “vaguinha” é isso que você irá encontrar, uma “vaguinha”.
Algumas pessoas reclamam que as empresas estão procurando prfissionais super-qualificados e que estão pagando pouco. Isso é verdade. O que fazer então? Chorar?
A chave para enfrentar qualquer situação de crise na carreira é educação. Seja ela por treinamentos formais ou por auto-estudo.
Se as empresas estão procurando profissionais super-qualificados é porque é disso que elas precisam. De profissionais qualificados, multidisciplinares etc etc. Mas será que o que elas estão procurando é “super” qualificação mesmo? Será que não é a sua referência que está errada?
Os americanos são muito melhores!
E são mesmo. Quando estava na faculdade, lembro do meu professor de macroeconomia (Prof. Gesner de Oliveira, um dos idealizadores do Plano Real), comentou que, no período que estudou nos EUA, os alunos corriam para a biblioteca em busca de outras bibliografias além daquela exposta pelo professor. Eles procuravam obter mais informação do que o professor havia passado. Ou seja, estavam procurando super-qualificação.
Eu e os meus colegas de faculdade, que não é do tipo Unidos dos Sem-diploma, mas uma instituição de renome, mal queriam estudar pelo livro pedido pelo professor. Eles queriam ficar no básico, limitado às informações da aula e das listas de exercício. Não queriamos ir além.
Resultado, apesar de cursarmos uma ótima faculdade com um excelente professor, não aproveitamos isso e nos contentávamos com a média.
Você quer mesmo ficar na média?
Você conhece a distribuição normal, ou a bell curve, ou ainda a curva de Gauss?

Estar na média é ficar onde é o ponto 0 do eixo X (curva em azul), juntamente com a maioria. Se você está na média, você está como a maioria da população.
Você não tem vergonha de falar que estuda para passar, trabalha na seu emprego só por trabalhar, não contribuir com nada, que gosta de ficar só na balada etc. Certo?
Mas você gostaria de ser chamado de mediocre? Claro que não. Mas estar na média é ser mediocre. Os radicais de média e mediocre são o mesmo.
O que as empresas estão querendo?
Elas querem pessoas fora da média, querem pessoas que vão além das suas atribuições. Façam mais do que foram contratadas, estudem por conta e que se envolvam em assuntos fora da sua área.
Também ouvi que as empresas querem tudo isso por um salário baixo. Concordo. Mas o que isso significa? Significa que o que ela está pedindo como “super-qualificação” é a média. Para pagar mais ela quer do funcionário MUITO mais do que eles estão oferecendo.
Ou seja, a super-qualificação está muito acima do que você está oferecendo. Não se engane, é a realidade. Não sou eu que estou falando, mas o mercado. Essas são as evidências.
E quanto a experiência?
Outro argumento é falta de expiriência. As empresas estão exigindo muita experiência, mesmo de um recém-formado. Novamente o que isso significa? Significa que você precisa ter paciência para adquirir essa experiência.
A nossa sociedade imediatista nos doutrina para exigirmos as coisas sempre agora. Não somos ensinados a esperar e ter paciência para aguardarmos o tempo certo. Nem as empresas têm essa paciência, elas exigem 5 anos de experiência de um recém-formado!
Não confunda paciência com letargia ou procrastinação. São coisas bem diferentes.
Mas estou falando de paciência para alcançar os objetivos planejados. Essa é a chave. Paciência para alcançar os objetivos planejados. Novamente, não estou falando de esperar as coisas acontecerem, mas de definir objetivos, planejar a forma de fazer isso e ter paciência e disciplina em seguir com o plano.
Eu tenho uma série de idéias de planos pessoais e profissionais. Nesses dois últimos dois anos eu fiquei perdido, correndo de um lado para o outro. Ora corria para área gerencial, ora desenvolvimento iPhone, ora Rails, ora para SAP. Não tive foco e por isso perdi um certo tempo. Disperdicei muita energia com coisas que não me ajudaram em nada.
Não disperdice tempo
Outra coisa que aprendi a muito custo. Não disperdiçar energia e tempo com coisas fora do meu plano. Por exemplo, Twitter, Facebook, games, internet, gadgets etc. Nesses últimos 2 meses eu diminuí quase a zero essas atividades e a minha produtividade cresceu muito! Mas ainda há espaço para mais.
Vejo muitas pessoas checando seus e-mails de 10 em 10 minutos, na esperança de encontrar uma piadinha, uma notícia ou fofoca legal. Tudo isso é disperdício de tempo.
Outras pessoas gastam horas em “maratonas” Lost, Friends, Star Wars etc. Perda de tempo. Não deixe que seu hobby ou lazer tome muito tempo da sua vida. Lembre-se, o que você acha de super-qualificação não é mais super, é a média.
Tenha equilíbrio em suas atividades. No ano passado, na busca desesperada por produtividade, eu institui os “sprints” com objetivos do tipo: 1) escrever 3 posts do ABAP101; 2) desenvolver programa x para iPhone; 3) ler livro y em 2 semanas. Para conseguir isso, minha rotina era de dormir 3-4 horas por dia, por semanas a fio.
Após 4 semanas eu precisei assumir uma turma de ABAP integralmente, ou seja, 5 semanas trabalhando 8hs na Nestlé e mais 5 na KA Solution. Além do mais, o meu filho teve um problema de saúde e tiver que perder algumas noites de sono.
Resultado, cheguei em um nível de estafa e estresse que demorei mais outras semanas para me recuperar. Ou seja, não houve equilíbrio e por isso quase deixei a minha família na mão e acabei ficando muito frustrado.
O que eu faço hoje?
Hoje eu não tenho a distribuição ideal, mas faço uma lista de coisas que quero alcançar e quais atividades devo executar. Semana a semana reavalio os objetivos e ajusto o planejamento. O planejamento me ajuda a manter o foco, equilíbrio e evita frustração.
Por exemplo, eu tenho as minhas atividades já planejadas até final de julho. Mas após uma conversa com um ex-colega de trabalho, esse plano deve ser novamente mudado, pois meus objetivos estão para ser alterados.
Não vou ficar explicando qual o mecanismo que uso, pois cada pessoa deve encontrar a sua forma. Mas o que posso dizer é que você não deve parar de estudar.
Uma vez eu ouvi a seguinte expressão “coce sua própria coceira”. Isso se encaixa perfeitamente nesse nosso contexto. Defina objetivos que faça com que você saia da sua zona de conforto.
Coce a sua coceira, e não a dos outros. Estude e se adiante. Super-qualifique-se antes que o mercado exija isso de você (AVISO: ele já está exijindo).

Fonte: Infoblogs

Por que é tão difícil encontrar profissionais realmente qualificados em TI?

Por que é tão difícil encontrar profissionais realmente qualificados em TI?: "
Você conhece o termo CHA
(conhecimento-habilidade-atitude)? Neste artigo, falarei sobre a falta de mão-de-obra qualificada em TI sob o prisma do CHA, sigla que significa conhecimento, habilidade e atitude. A sigla é comumente utilizada na psicologia para descrever as competências necessárias de um empregado para a realização de sua atividade profissional.

E por que é tão difícil encontrar um profissional com essas características em TI? Será que eles realmente não existem ou são as empresas que não ajudam em nada no desenvolvimento das três habilidades?

O CHA


De acordo com o site RH.com.br, CHA é uma sigla que significa:

  • C = Saber (conhecimentos adquiridos no decorrer da vida, nas escolas, universidades, cursos etc)
  • H = Saber fazer (todo o conhecimento que praticamos aperfeiçoado à habilidade)
  • A = Querer fazer (comportamentos que temos diante de situações do nosso cotidiano e das tarefas que desenvolvemos no nosso dia-a-dia)
Traçando um paralelo com a área de TI, podemos exemplificar a sigla da seguinte forma: a certificação java adquirida pelo profissional alimentaria o C. Porém, existem profissionais que têm muito conhecimento, mas não sabem aplicá-lo. Logo, a capacidade de aplicação prática de um determinado conhecimento seria o H. Já o A, seria a pró-atividade do colaborador e sua capacidade de resolver um problema diante de um stress, por exemplo.


Mas, afinal, o que o CHA tem a ver com TI?


Ora, trabalhamos em uma área onde as competências técnicas são imensamente reconhecidas pelo mercado de trabalho. Já as demais competências (HA), muitas das vezes, são esquecidas.
Quantas vezes já nos deparamos com uma entrevista de emprego onde somente o nosso conhecimento técnico é avaliado? Quantas vezes você já se deparou com um colega de trabalho que sabe muita teoria, mas não consegue aplicar essa teoria na prática para a geração de resultados para a empresa?


Algo está errado...



... e precisa ser modificado. Na TI, é comum o famoso QI (Quem Indica). O QI sem dúvida nenhuma é muito útil, principalmente porque representa uma boa referência sobre o profissional a ser contratado. Porém, ele não pode substituir os critérios de seleção tradicionais, pois são eles quem conseguem determinar a capacidade de um candidato em utilizar o H (Habilidades) e A (Atitudes).


É necessário que as empresas estejam atentas à necessidade de contrataram e avaliarem seus profissionais não só pelos conhecimentos que eles trazem em suas bagagens mas, sobretudo, as habilidades que possuem e suas atitudes para que tais conhecimentos agreguem valor no dia-a-dia.


Na área de psicologia, sei que existem diversos testes utilizados na seleção de profissionais que conseguem identificar (ou pelo menos ajudam) as características do profissional quanto ao H (habilidades) e A (atitudes). Se você é um profissional da área psicológica e gostaria de complementar este artigo, fique à vontade!


E você, profissional de TI, tem suas habilidades desenvolvidas? Sua empresa ajuda no desenvolvimento de todas, ou apenas o C - seu conhecimento técnico - é exigido? E o que você acha disso? Comente, também!
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Certificações em Segurança da Informação

Certificações em Segurança da Informação: "A Módulo Education fechou uma parceria com a organização global EXIN (Examination Institute for Information Science), instituto internacional que oferece certificações em segurança e tecnologia da informação. A companhia é a primeira instituição da América Latina, e a sexta no mundo, credenciada pelo EXIN, com instrutores certificados pelo instituto, para ministrar os treinamentos e provas [...]


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4° Aula - Instalação de programas no Ubuntu Linux: conheça as diversas maneiras

4° Aula - Instalação de programas no Ubuntu Linux: conheça as diversas maneiras: "


Depois de termos visto como instalar o Ubuntu Linux no VirtualBox e alguns dos aplicativos existentes, hoje veremos um pouco sobre os aplicativos de sistema e como instalar programas no Ubuntu! Confira!



Chegou agora? Quer acompanhar o Curso Linux desde do ínicio? Comece aqui!


Antes de começarmos vendo como instalar programas no Ubuntu, veremos um pouco sobre as tarefas administraivas no Linux!






Usuário Linux sem permissões - Fonte imagem



Tarefas Administrativas

No Ubuntu Linux, por razões de segurança, tarefas administrativas são restritas a usuários com privilégios especiais. Acesso administrativo é dado para determinados usuários, que podem usar o comando sudo para realizar tarefas administrativas.


A primeira conta que você criou neste sistema durante a instalação terá, por padrão, acesso a tarefas administrivas.


Quando você executa uma aplicação que requer privilégios de administrador (usuário root), será exigido a senha do mesmo. Isto assegura que aplicações suspeitas não possam danificar seu sistema!


O sudo [super user do] lembrará sua senha por um certo tempo, que por padrão é 15 minutos.Isso foi criado para permitir que os usuários executem várias tarefas administrativas sem que seja solicitada uma senha a cada comando.



Alguns Aplicativos de Sistema


Em Sistema > Administração, na barra de ferramentas você pode encontrar diversos aplicativos interessantes. Entre eles vou destacar:


- Drivers de hardware


Configura drivers de terceiros ou proprietários. Normalmente sua placa de vídeo não será reconhecida automaticamente (por ter um driver proprietário) por isso você deverá usar esse aplicativo.


- Gerenciador de pacotes Synaptic


Veremos ele de forma mais detalhada. Mas em resumo, ele é apenas o gerenciador dos softwares disponíveis no repositório do Ubuntu!


- Ferramentas de Rede


Você pode analisar e verificar sua configuração de rede!


Instalando pacotes no Ubuntu Linux


Ubuntu lida com a instalação do software de uma maneira muito diferente do Windows.






Essa é apenas uma das formas para se instalar pogramas - Fonte imagem


Se você quiser instalar uma aplicação no Windows, você normalmente deve comprar um CD contendo o software, ou baixar um pacote de instalação da Internet e em seguida executá-lo. Correto?


No Ubuntu, basta abrir um gerenciador de pacotes, onde você pode procurar o aplicativo que você deseja e cliquar em um botão para instalá-lo. E remover uma aplicação é mais simples.


Por padrão, somente as aplicações dos repositórios oficiais do Ubuntu software estão disponíveis em seu gerenciador de pacotes. Se você não consegue encontrar o aplicativo que você desejar nos repositórios padrão, você pode adicionar manualmente! Porém, isso não é recomendado por questões de segurança! Todos os softwares presentes no repositório são autenticados e seguros, portanto se você instala um software fora desse repositório, a instalação será por sua conta e risco!


Mesmo o Ubuntu mantendo um repositório seguro e universal, existem outras maneirs para instalar um software no Ubuntu Linux! Vejamos algumas delas:


Métodos de instalação


I - Repositórios








Como já vimos, o Linux usa um conceito diferente de instalação de programas, muito mais fácil e com segurança.


A Central de Programas do Ubuntu fica no menu Aplicativos na barra principal.


O Gerenciador de pacotes Synaptic é encontrado em Sistema > Administração > Gerenciador de pacotes Synaptic.

Basta procurar no campo de pesquisa, assinalar o programa e 'aplicar'. O Aplicativo é baixado e instalado automaticamente.



II - Pacotes .deb








Instalar programas por pacotes também é muito fácil. Basta dar 2 cliques no pacote que o programa é instalado.


Existem diferentes de tipos de pacotes, variando por distribuição por distrbuição:


Pacotes .deb e .rpm:


.deb é usado em distribuições derivadas do Debian. Nessa lista se encaixa o Ubuntu, Kubuntu, Xubuntu, Big Linux, Mint, Xandros, Linux Educacional, Insigne e outras distribuições.


Recomendo que leia também:


.rpm são distribuições próximas do Red Hat, como Fedora, Mandriva, OpenSUSE, CentOS, entre outras.



III - Arquivos .sh


Outro método de instalação é por arquivos com exetensão .sh


Para instalar:


1 - Clicar com botão direito do mouse e ir em 'Propriedades';

2 - Ir na aba 'Permissões' e assinalar 'Permitir a execução do arquivo como programa';

3 - Clicar em 'executar';


IV - Arquivos .exe do Windows








Isso mesmo! Pode-se instalar programas do Windows no Linux facilmente ;-) Para isso é necessário instalar um programa chamado WINE.


Para instalar o WINE é só procurar no Gerenciador de Pacotes Synaptic (visto anteriormente).


Depois de instalar o WINE basta dar 2 clique em cima do arquivo .exe (ou clicar com botão direito e escolher 'Abrir com... WINE').



V - Instalação manual








Esse tipo de instalação é ruim para o usuário doméstico, porém de vez em quando precisa ser utilizada!


Geralmente dentro do arquivo (com extensão .tar,.targz) compactado vem instruções. Caso não venha vc terá que usar os comandos no Terminal:


1 - ./configure

2 - sudo make

3 - make install



Continue Lendo . . .


- Saiba mais sobre o Wine

- Saiba mais sobre a instalação manual



Próxima aula . . .


Veremos com configurar nossa rede para se conectar com a Internet! Mas vou logo adiantando: quem instalou pelo virtualBox, conseguirá conectar com internet, o seu Ubuntu Linux, normalmente. Como?! Isso eu explicarei na próxima aula ;-)


E mais:


- Configurar sua rede internet via modem da Velox;

- Instalar alguns programas básicos;


Abcs a todos!! Até a próxima. . .!!! ;-)



Perdeu as outras aulas? Acesse o Curso Linux Completo!


Fonte imagem do banner principal


Referências



Wiki do Ubuntu

Ubuntu Desktop Guide


Departamento de Informática e Estatística da UFSC - Página do GUI
Ricardo Ferreira Costa http://www.computacao-em-acao.com/



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Resolva seus problemas com manipulação de PDFs


Um dos problemas comuns a quem administra documentos são os problemas para manipular PDF. É difícil retirar imagens dele, separar as páginas, juntar vários documentos em um só ou converter esse tipo de documento para outro tipo.

iPDF Express é uma ferramenta gratuita que supre boa parte dessas necessidades e, diga-se de passagem, tem uma interface muito simples e prática de usar. Coisas rara em programas que lidam com PDF.

O mais comum é querer tirar páginas do arquivo PDF. Sabe, você baixa um documento imenso, mas só lhe interessa guardar (ou enviar) algumas páginas – o iPDF faz isso. Ou o contrário – você quer juntar vários PDFs em um só, digamos, para anexar um documento que baixou da internet a um relatório. De novo, a coisa é tão simples quanto arrastar e soltar os arquivos dentro do programa.

Há recursos mais avançados também… por exemplo, se você quer enviar um arquivo para alguém, mas quer garantir a privacidade? Ele permite criptografar (ou seja, proteger com uma senha forte). Ou precisa passar a certeza de que o documento é o que você fez, e que ninguém alterou? Você pode assinar digitalmente. Há ainda alguns recursos menores, como transformar imagens em PDF ou retirar imagens de PDF.

Gaste tempo e depois ganhe mais ainda ao ler este artigo

Não paramos e não podemos parar, desde o momento em que acordamos até a hora de se deitar. O mundo está cada vez mais competitivo, lutando por sobrevivência, e podemos afirmar que certamente neste momento há alguém estudando e aprendendo novas tecnologias ou tentando inventar um novo 'Google', por exemplo. Ninguém tem tempo a perder, ao ler este artigo você está gastando ele, mas espero que após a leitura lhe ajude a ganhar outros tantos que lhe dará tempo e uma vida mais calma.

A rotina de quem trabalha com dados é incessante, a infinidade de lugares, formatos e tamanhos, nos quais é obrigado a controlar para manter simples conjuntos de bytes em algo compreensível é importante, faz com que se gaste muito tempo criando e executando rotinas estressantes que exigem muita habilidade e conhecimentos técnicos.

Hoje em dia os Databases Administrators (DBAs) são obrigados a gerenciar ambientes complexos que podem envolver diferentes plataformas de banco de dados, as quais dependem de uma série de tarefas e rotinas, que precisam ser aprendidas em horas e dominadas em dias para serem aplicadas em todas as instâncias. Além disso, têm a necessidade de aprender a utilizar a ferramenta de gestão de cada fabricante, que aplicam conceitos diferentes e tornam o aprendizado ainda mais demorado.

Uma forma de resolver esses problemas, e também é uma dica que ofereço, é escolher uma ferramenta que permita gerenciar de maneira igual diferentes tipos de banco de dados, permitindo que o DBA domine uma única ferramenta e o seu aprendizado já seja inserido e replicado em qualquer plataforma de banco de dados, direcionando a preocupação do DBA em resolver o problema rápido, sem intervenção das peculiaridades de uma plataforma.

Ao pensarmos em modelagem, muitos a utilizam na fase de criação da estrutura do banco de dados e após a produção da aplicação abandonam o modelo, deixando obsoleto e sem manutenção. Desta maneira começam a surgir as famosas 'gambiarras' para manter o sistema em funcionamento, mas de forma 'sofrível'.

A modelagem não deve ser apenas utilizada na fase de criação da aplicação, ao integrar a ferramenta de modelagem no banco de dados, possibilitará ainda controle de todo o ciclo de vida e das mudanças, que forem realizadas e propagadas de maneira mais rápida, contribuindo também para uma documentação atualizada e sempre disponível de forma automática.

Outro conselho é escolher uma ferramenta de modelagem que propicie a empresa trabalhar de forma articulada e centralizada, permitindo que analistas de negócios façam o levantamento de requisitos e necessidades de seus usuários, reduzindo o mal entendimento e possibilitando que áreas especialistas em captação de informação possam trabalhar de maneira integrada e automatizada com DBAs e arquitetos de dados. Isso tudo porque ao realizar o modelo conceitual que foi gerado a partir de uma necessidade de negócio será permitida a geração do modelo do banco de dados lógico e físico já direcionado ao usuário, evitando desperdício de esforço aplicado em retrabalho.

Ao termos um modelo atualizado e em uso, podemos ir mais além e oferecer aos desenvolvedores acesso ao dicionário de dados padronizado seguindo templates pré-fabricados para serem reutilizados pelos desenvolvedores, evitando que eles 'reinventem a roda'. Ao sugerir e criar alternativas, ou até mesmo novos objetos para armazenar dados, o desenvolvimento de software tem conseguido ser satisfatório seguindo implementações como Gang of Four (GoF) e UML patterns, do mesmo modo a construção de um banco de dados não precisa ser feita de maneira diferente.

Arquitetos podem disponibilizar para os desenvolvedores estruturas e associações que necessitarão ser reutilizadas com frequência como dados cadastrais de clientes ou produtos, indicando os campos obrigatórios e tipos de dados utilizados, o ganho de tempo estará na constante reutilização e na transformação dos dados para serem movidos ou carregados via ETL.

Boas práticas de mercado são ótimas para serem lidas, nos ajudam a entender como o mercado trabalha e para onde estamos caminhando. Entretanto sabemos que muitas vezes a cultura e até mesmo a dificuldade em adotar uma ou outra técnica acabam dependendo de diversos fatores, mas ao mesmo tempo em que você ou sua empresa não adotam ou não se adaptam ao mundo de hoje, serão obrigados a viver o mundo de ontem, no qual a tecnologia e seus concorrentes não fazem questão de lembrar.

Gostou do artigo? Saiba mais sobre o assunto no iMasters Shop!
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Linux Mint: uma alternativa elegante e funcional




Que tal usar um sistema operacional com base o Ubuntu Linux, porém mais atraente e pronto para usar, com codecs multimídias e plugins pré-instalados e um visual mais agradável?! Pois é,... esse sistema operacional existe: ele é o Linux Mint!! Baseado no Gnome, e em outros gerenciadores gráficos (XFCE, KDE),as modificações no visual fazem com que à primeira vista o sistema pareça bastante diferente do Ubuntu!! O Linux Mint já chegou a está em segundo no ranking das distros mais procuradas! Quer conhecê-lo melhor?









Linux Mint é uma das surpresas do momento. Originalmente lançado como uma variante do Ubuntu com codecs integrado de mídia, com uma área de trabalho e menus personalizados, diversas ferramentas de configuração únicas e um número de edições diferentes.



Algumas das razões para o sucesso do Linux Mint são:



* Apesar de nova, existe uma grande comunidade de usuários e desenvolvedores;

* É uma distribuição baseada no Debian e como tal é muito sólida e vem com um dos maiores gerenciadores de pacotes.

* É compatível com os repositórios do Ubuntu;

* Ele vem com uma série de melhorias de desktop que tornam mais fácil para o usuário final;



Recomendo que leia também:



Um dos pontos marcantes e mais interessante, para o usuário doméstico, é que o Mint

[...]inclui também um conjunto diferente de aplicativos pré-instalados. Ele vem com o Mplayer instalado por padrão, usa o Thunderbird no lugar do Evolution, traz o Ndiswrapper e o Ndisgtk instalados por padrão (facilitando a ativação de placas wireless que só funcionam usando os drivers do Windows) e inclui o Gufw, uma opção de firewall fácil de usar. Ele vem com suporte a flash, java e um conjunto bastante completo de plugins e codecs instalados por default, simplificando bastante a configuração inicial do sistema[...]
, comenta Carlos Morimoto do GDH Blog



E então vai deixar de conhecer esse grande sistema operacional?



Aproveitem e caiam nesse mundo livre e maravilhoso! ;-)



Abcs a todos!



Donwload do Linux Mint



Continue Lendo . . .



* Mini análise do Linux Mint

* Sobre o Linux Mint - Site Oficial

* Conheça o ranking de popularidade das distros do Linux
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A tecnologia móvel substituindo a moeda: este é o futuro

As aplicações para iPhone se triplicarão, enquanto que o sistema operacional Android (plataforma de telefonia móvel baseada em Linux) aumentarão 500%. De fato, a mobilidade vai ampliar os modelos tradicionais de negócio em TI. Segundo as projeções que acabam de ser publicadas pelo Gartner, o acesso à Internet por meio de dispositivos móveis irá superar os computadores no ano 2013.

Amparado pela contínua e crescente inovação de toda a indústria que participa deste campo, há um panorama em que virtualmente não se vêem limitações em relação aos serviços, aplicações e prestações de serviço.

Não há dúvida de que essa tendência vai caminhar para a eliminação de objetos cotidianos que carregamos em nossas bolsas e bolsos, assim como acarretará na diminuição de deslocamentos, ações e movimentos para nossas gestões e compras.

De fato, substituir as chaves de nossa moradia ou do veículo, ativar ou desativar a domótica de nosso lar à distância, conectar-se a um eletrodoméstico, acessar a um recinto, dispor de uma carteira virtual para realizar pequenos pagamentos ou receber as receitas do médico para comprar os medicamentos em uma farmácia são ações cada vez menos futuristas.

É muito provável que o uso das aplicações móveis promova a troca da maneira como realizamos atualmente certas ações rotineiras. Um exemplo disso é como se está generalizando o uso desta tecnologia para a realização do check-in nos aeroportos. Aqui, um simples código dimensional recebido no dispositivo permite ao usuário o acesso ao avião.

Analisando o setor e o mercado, é possível ver três tendências que se inter-relacionam no caminho desta indústria: o mobile como meio de pagamento do futuro, como meio de identificação e de acesso e, por último, como suporte para ações de marketing e vendas cruzadas.

Quando falamos nas transações comerciais, as aplicações móveis podem realizá-las, o que inclui as operações financeiras. Muitas instituições financeiras dispõem aos seus clientes portais banklines adaptados aos dispositivos móveis, inclusive com soluções integrados de mobilidade e geolocalização.

Utilizar o mobile banking como meio de pagamento já não é mais tão estranho, pois já é possível combinar essas transações de pagamento às informações de posicionamento que proporcionam aos dispositivos móveis o reforço da segurança na transação.

Para generalizar estes serviços, é possível utilizar a tecnologia de transferência de dados sem fio, a NFC (do inglês, Near Field Communication). É muito provável que a partir de 2011 este processo de padronização comece a substituir as carteiras com dinheiro e os cartões de crédito tradicionais, permitindo o pagamento sem contato.

Esta é uma tecnologia que permite a dois dispositivos próximos se reconhecerem para trocar e armazenar dados sem a necessidade de validação manual, podendo assim realizar pagamentos em um comércio, obter acesso no cinema ou mesmo no transporte público, por exemplo.

Um indicador de que a implantação deste serviço segue seu curso foi confirmado numa apresentação durante o principal evento mundial do setor, o Mobile World Congress 2010, que se acaba de ser realizado em Barcelona. Durante o encontro, foi exibido pela primeira vez um piloto para a realização de pagamentos móveis sem contato.

Para fazer do mobile uma carteira virtual completa, é necessário haver a associação do dispositivo às diversas contas e cartões bancários, pois o usuário precisa ter liberdade de escolher, em cada momento e para cada operação de pagamento, qual delas quer utilizar. O desafio aqui é fazer com que o pagamento através da aplicação móvel seja uma operação possível através de qualquer companhia telefônica e qualquer instituição bancária.

Para isso, basta que seja definido um padrão comum entre todas as partes participantes no processo: os fabricantes de aparelhos móveis, as operadoras de telefonia, as instituições financeiras, as companhias de cartões de crédito e os fornecedores de plataformas de pagamento.

O que é evidente neste modelo de negócio é o benefício comum a todos. Aumentando o uso do telefone, as operadoras de telefonia poderão fidelizar seus clientes. Em contrapartida, as entidades financeiras capturarão uma parte do mercado de pagamentos, enquanto os fabricantes de telefones móveis aumentarão os serviços disponíveis e renovarão constantemente seus modelos, vendendo mais unidades.


Na ponta, os comerciantes se beneficiarão pela agilidade no processo de pagamento e pela minimização do movimento de dinheiro. E, por último, os consumidores, que são o foco de todo o movimento, terão economia de tempo e comodidade.
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Pesquisadores testam corpo humano como transmissor de dados em banda larga


Eletrodos do tamanho de três fios de cabelo podem trazer uma noma perspectiva para a medicina
Por Fabiana Baioni

Parece que a transmissão de dados em banda larga ganhou um novo condutor. É o que diz uma pesquisa divulgada ontem, feita na Universidade da Coréia, em Seul. Depois de fios, e do ar, chegou a vez do corpo humano ser testado.

De acordo com a revista PopSci pesquisadores colocaram dois eletrodos no braço de uma pessoa, há 30 centímetros de distância e enviaram dados a uma velocidade de 10megabits por segundo utilizando o braço como condutor.

Os eletrodos, que são mais finos e mais flexíveis utilizam uma quantidade significativamente menor de energia do que os utilizados em conexões Bluetooth, por exemplo. Isso se dá porque a baixa freqüência de ondas eletromagnéticas atravessa a pele com pouca resistência. Além disso, a pele protege melhor o sinal de interferências externas.

Mas a equipe explica que a intenção da pesquisa não é conectar as pessoas diretamente a internet e sim utilizar essa tecnologia em prol de avanços na área da saúde. Por exemplo: atualmente é difícil monitorar sinais vitais como dosagem de açúcar no sangue ou atividade elétrica do coração porque, para isso, a pessoa tem que ficar coberta por fios e permanecer conectada a um dispositivo que grava todos esses dados. Seria impossível manter-se numa rotina normal estando sob esse monitoramento.

O co-autor do estudo, Sang-Hoon Lee, da Universidade da Coréia diz ainda que para utilizar uma transmissão wireless para cada um desses dados vitais, seriam necessárias muitas baterias. Segundo ele, uma rede de transmissão através da pele cortaria as necessidades de energia em cerca de 90%.

Segundo o site NewScientist comunicações desse tipo já foram feitas em 2005 por pesquisadores da Universidade de Tóquio, no Japão, mas os eletrodos utilizados eram grandes, rígidos e feitos de cloreto de prata, o que poderiam causar irritação à pele, se mantidos por muito tempo no mesmo lugar.

Os eletrodos desenvolvidos pelos pesquisadores coreanos são de metal revestido por um rico polímero de silicone altamente flexível e foram amplamente testados para garantir a segurança total do usuário. Lee e seus colegas pediram a voluntários que utilizassem os eletrodos nos ombros ou atrás das orelhas por uma semana e nenhuma complicação foi encontrada. Antes disso, foram feitos testes de citotoxicidade (que determina se a causa da morte celular é natural ou causada por algum agente externo) em cultura de células humanas e também não encontraram nenhuma complicação.

O dispositivo tem 300 micrômetros de espessura – que equivale a largura de três fios de cabelo humano – e resistiu a testes em que foi dobrado a um ângulo de 90 graus por 700.000 vezes.

Ainda de acordo com o New Scientist, os pesquisadores coreanos trabalham agora em conjunto com um grande fabricante de eletrônicos para desenvolver uma forma de monitorar as redes criadas pelos novos eletrodos. Lee diz ainda que, futuramente, novas versões desses dispositivos poderão ser incorporadas sob a pele para aplicações a longo prazo como o monitoramento de eletrocardiogramas ou eletroencefalografias.

Dicas-L: 19 Receitas prontas para conversão de vídeo com o ffmpeg

Dicas-L: 19 Receitas prontas para conversão de vídeo com o ffmpeg: "
O ffmpeg às vezes parece ter mais funcionalidades que um canivete Swisschamp, mas a maioria delas só está ao alcance de quem estiver disposto a entender um pouco mais sobre os mecanismos de conversão e reprodução de formatos de vídeo.




Para aqueles que preferem (preferimos!) um caminho menos áspero, artigos com coleções de exemplos de uso do ffmpeg para aplicações comus vêm a calhar, e é o caso desta coleção que o Rubens Queiroz publicou em sua Dicas-L, com exemplos práticos do ffmpeg para tarefas comuns como converter para um vídeo para os formatos do iphone e do Playstation, converter vídeo para GIF animado, várias transcodificações, inclusão de áudio, etc. (via dicas-l.com.br)
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Gmail fará mudanças para ficar mais veloz

Gmail fará mudanças para ficar mais veloz: "Quem usa o Gmail com frequência sabe que a ferramenta de emails da Google pode apresentar um pouco de lentidão, muitas vezes devido ao elevado número de emails, labels e funcionalidades extras usadas pelos heavy users."

O que todo programador Flex deve saber - Parte 02

Leia o artigo anterior:


Debug


O ato de debugar uma aplicação consiste em analisar o que está acontecendo em cada linha do seu código no momento de execução. Para qualquer de programador, em qualquer tecnologia, é imprescindível
saber debugar. É através do debug que conseguimos encontrar os erros mais críticos de uma aplicação.


O Adobe Flex Builder 3 possui ótimas ferramentas de Debug. Inicialmente ele possui uma perspectiva própria, acessada através do menu Window > Perspective > Flex Debuging.






Quanto ativamos esta tela surgem diversas novas abas, deixando o código em segundo plano, em uma área menor. Dentre estas perspectivas temos:


  • Debug: Esta janela mostra quais aplicações estão sendo debugadas. Através dela também podemos executar os passos chamados Step Into, Step Over e Step Return.
  • Variables: Mostra o conteúdo de variáveis que estão declaradas naquele momento do debug.
  • Breakpoints: Adiciona 'pontos' no seu código em que o processamento do código irá parar, para que você possa analisar aquela linha especificamente.
  • Expressions: pode-se adicionar expressões e avaliar os seus resultados. Por exemplo você pode colocar algo do tipo (idade>20).
  • Console: Imprime informações sobre o Debug, além de mostrar a saída do comando 'trace' que veremos a seguir.
  • Problemns: Exibe os erros de compilação.

Exemplo


Agora vamos a um exemplo para testarmos como o debug funciona. Crie um projeto e no arquivo mxml principal adicione o seguinte código:



<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<mx:Application xmlns:mx="http://www.adobe.com/2006/mxml" layout="absolute"
creationComplete="OnCreationComplete(event)">

<mx:Script>
<![CDATA[

private function  OnCreationComplete(e:Event):void
{
for (var i:int =0;i<100;i++)
{
if (i%2==0)
{
continue;
}

ImprimirNoTrace(i);
}
}

private function ImprimirNoTrace(i:int):void
{
trace('valor do trace: ' + i.toString());
}

]]>
</mx:Script>

</mx:Application>



Nesta simples aplicação, estamos executando o método OnCreationComplete na inicialização da aplicação. Este método faz um for de 0 a 99 e imprimindo o seu valor se ele for ímpar.

Adicionando um breakpoint


A primeira tarefa é adicionar um breakpoint na linha que contém o for. Para adicioná-lo, clique duas vezes ao lado do número da linha, fazendo surgir uma bolinha azul. Você pode também colocar o cursor na linha e apertar 'ctrl+shift+b'.




Executando o debug


Agora que adicionou o breakpoint, podemos testar nosso Debug. É importante que você rode a aplicação no modo Debug, clicando neste ícone:






Quando você clica no ícone de debug, a sua aplicação irá iniciar, e como o breakpoint está no código do creationComplete, instantaneamente o browser irá perder o foco e o Flex Builder irá surgir, conforme a figura a seguir.





Compreendendo Step Into, Step Over e Step Return


A partir deste ponto, poderemos simular o processamento da aplicação através de 3 modos. Aqui voltamos no Step Into, Step Over e Step Return.





  • Step Into (F5) : Se a linha atual for um método, o Step Into irpa 'entrar' neste método, e executar as suas linhas. Experimente usar o Step Into na linha 17, quando chamamos o método ImprimirNoTrace. Se a linha atual não for um método, passa para a próxima linha.
  • Step Over (F6): Sempre passa para a próxima linha, independente se a linha atual é um método ou não.
  • Step Return (F7): Independente da linha em que está, o Step Return sempre retorna para o método que chamou a linha atual, voltando um item no 'Stack' de chamadas. Por exemplo, pressione F5 (Step Into) até entrar no método ImprimirNoTrace. Assim que chegar nele, pressione F7. Todo o código do método ImprimirNoTrace será executado e o debug retorna para o método que o chamou.

Conhecendo o Thread de chamadas


Agora que você já sabe navegar no código, consegue compreender como funciona o 'stack trace' ou 'thread' da janela Debug:






Este stack mostra, de baixo para cima, todas as chamadas que a aplicação está fazendo até a linha onde o debug está. No caso da figura acima, sabemos que o método OnCreationComplete chamou o método ImprimirNoTrace. Esta informação é importante quando estamos debugando aplicações que fazem várias chamadas, ou seja, um método chama outro método que chama outro método...


O comando trace


O comando trace() foi utilizado no método ImprimirNoTrace (que deveria ter se chamado: ImprimirNoConsole..). Ele é responsável em imprimir alguma informação na Janela Console, conforme a figura a seguir:






É válido lembrar que o trace somente irá imprimir informações quando está sendo executado no modo de debug. Se estiver sendo executada no modo normal (Run), nenhuma informação é gerada na tela de Console.


Janela Variables


Esta janela é importantíssima! Ela mostra as variáveis que estão disponíveis na linha em que o debug está parado. Algumas variáveis são objetos, e apresentam um sinal de mais, para que possamos expandir as suas propriedades. Nesta janela podemos, por exemplo, verificar como os dados estão sendo retornados do servidor, ou quais são as propriedades de um evento qualquer. Use e abuse desta funcionalidade!

Agora é a sua vez!


Agora chegou a sua hora de treinar. Execute a aplicação no modo debug, use Step Into e Step Over, entenda a janela de debug, o trace e a janela de variáveis. Eles são importantíssimos para debugar uma aplicação e descobrir o que está acontecendo de errado com ela.
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O que todo programador Flex deve saber

Neste artigo foram eleitos um conjunto de items que considera-se o mínimo que o programador Flex deve ter conhecimento. Estes itens são:

  1. Sei exportar um projeto de forma correta.
  2. Sei debuggar um projeto em Flex/AIR.
  3. Sei a diferença entre Flex e AIR.
  4. Entendo os prós e contras de trabalhar com módulos e RSLs.
  5. Sei disparar e capturar eventos. Entendo as propriedades .currentTarget, o parâmetro bubbles e os métodos da classe EventDispatcher.
  6. Sei o que é deferred instantiation.
  7. Sei escolher os containers de forma a otimizar aplicações.
  8. Sei popular os data controls com coleções do Flex.
  9. Sei recuperar e modificar itens dentro das coleções do Flex.
  10. Sei usar os métodos das coleções do Flex.
  11. Sei recuperar dados de RadioButtons, CheckBox e Repeaters.
  12. Sei construir um ItemRenderer.
  13. Passo objetos entre views (por exemplo, módulos ou seus custom components).
  14. Sei usar um swc de terceiros.
  15. Sei usar o HTTPService, RemoteObjects, WebServices ou a tecnologia que você está usando.
  16. Entendo o que significa assincronismo e aceito que isso não é ruim; é uma característica do framework.
  17. Sei quando o que procuro é uma propriedade, um estilo, um método ou um evento.
  18. Sei ler a documentação.
  19. Sei pesquisar meus problemas na internet (google, flex forums,etc)
  20. Sei elaborar uma questão para alguns dos forums Flex e não espero uma solução pronta com código pra só copiar/colar.

Ok, temos bastantes items e iremos através de nossos artigos explicar cada um deles. Alguns tópicos são fáceis de explicar, e serão feitos logo a seguir. Outros precisam de um artigo próprio, para que possam ser melhor abordados. Vamos aos mais fáceis!

Como exportar um projeto Flex

Exportar um projeto em Flex é muito fácil para quem utiliza o Adobe Flex Buidler. Com o projeto aberto, basta selecioná-lo no Flex Navigator (Flex 3) e escolher a opção Export. Selecione a opção 'Flex Project Archive' e depois selecione o local onde o arquivo 'zip' será criado. Clique em Finish e pronto. O próprio Adobe Flex encarrega-se de não adicionar ao Zip os arquivos de compilação (swc, swf), otimizando o tamanho do projeto. Uma boa dia é sempre usar este meio, nunca copie diretamente os arquivos ou zipe diretamente o projeto pelo explorer, sempre use o assistente para exportar somente os arquivos realmente necessários. O processo no Adobe Flash Builder 4 é igual.

Se não estiver utilizando o Flex/Flash Builder, você pode exportar o projeto gerando um ZIP de toda a sua estrutura, a partir da raiz, exceto pela pasta bin-debug, que contém arquivos gerados e não precisam estar inclusos na arquivo de exportação. Eles serão gerados novamente na próxima compilação (build) do projeto.

Sei a diferença entre Flex e AIR

A principal diferença entre Flex e Air está no destino de suas aplicações. Flex é usado para desenvolver sistemas dentro de um navegador (browser...). O Flex precisa do plugin Adobe Flash Player, o mesmo plugin daqueles banners 'maneiros' que rodam por ae. O Air foi desenvolvido para funcionar diretamente no seu sistema operacional, não necessitando de navegador. Para que o Air funcione, é preciso instalar o Air Runtime. O Air possui APIs extras ao Flex, podendo acessar o disco, manipular portas seriais, arrastar itens do desktop para a aplicação, etc.

O que é deferred Instantiation? O que é creationPolicy ?

Deferred significa atrasado. Resumindo é uma instanciação de componentes atrasada. Por exemplo, suponha que você tenha na sua aplicação um TabNavigator com 10 abas. Cada aba possui diversos componentes, suponhando 10. Então temos nessa tela: 10 abas x 10 componentes = 100 componentes. Quando executamos a aplicação, estamos localizados na primeira aba, e por padrão, o flex carregou somente os 10 componentes daquela aba. Ele não carrega os componentes das outras abas até que você exiba-a. Isso significa que, se você possui um evento 'initialize' em um componente da 5a aba, ele somente será disparado quando a 5a aba for aberta.
Esse comportamento é realizado para economizar tempo de processamento e memória. Já imaginou carregar os 100 componentes tudo de uma vez?

Você pode alterar esse comportamento alterando a propriedade creationPolicy, que possui os valores:

  1. all: Carregar todos os componentes
  2. auto: Cria somente os componentes que estão visíveis na tela. Outros controles, por exemplo de uma outra aba, são criados somente quando a aba é aberta
  3. none: Aguarda o carregamento manual dos controles.
ps: Flex 4 possui o mesmo comportamento.

Sei escolher containers de forma a otimizar aplicações

Esta afirmação abre um leque de opções bem grande em termo de otimização. Pelo menos a mais importante para mim é: não abuse de VBox, HBox. Use sempre Canvas. Isso acontece porque existe todo um processo de criação, instanciação, cálculo de tamanho, construção, disparo de eventos, etc... tudo isso interligado e se abusarmos dos HBox e VBox na aplicação, com vários componentes um dentro do outro, a performance da aplicação vai cair. O uso de Canvas, juntamente com as propriedades left, right, top e bottom, pode otimizar este processo, garantindo que a tela não ficará 'agarrada' ao realizar um efeito ou no ato de redimencionamento.

Também não abuse de efeitos. Use somente o necessário.

Usar SWCs de terceiros

Um arquivo SWC é um conjunto de classes (Biblioteca - Library) que pode ser usado nos projetos Flex. Uma biblioteca pode ser importada acessando as propriedades do Project e navegando até o item Flex Build Path e depois em Library Path. Basta clicar no botão Add SWC e pronto, a biblioteca está adicionada ao seu projeto.

 

HTTPService, RemoteObjects ou WebServices


Estas são as três formas de comunicação do Flex com o servidor. É válido relembrar que o Flex foi desenvolvido para criar a camada de visão de um sistema, ou seja, as telas. Todas as outras funcionalidades (Salvar os dados no banco, enviar emails, gerar PDFs) são de responsabilidade do servidor e este pode ser PHP, Java, .Net, Ruby on Rails, e muitos outros....


Agora como o Flex comunica-se com o servidor? Existem três meios para isso, que são:


  1. HTTPService: Uma forma bastante simples de comunicação. Pode ser entendida como um acesso simples a uma URL, onde esta URL irá retornar dados no formato JSON, ou no formato XML. Também pode retornar algo do tipo: key1=var1&key2=var2&key3=var3&.......... Geralmente este tipo de acesso é lento, e desencorajado pela maioria das pessoas que trabalham com flex.
  2. RemoreObjects: Também conhecidos como 'AMFs', na verdade os RemoteObjects implementam o protocolo AMF, que é uma forma de comunicação de dados bastante rápida. É a melhor de todas, não só pela velocidade mas também pela forma em como as variáveis são repassadas entre o flex e o servidor. Basicamente você pode repassar um objeto inteiro do Flex para o servidor e vice versa, o que facilita e muito a vida do programador. Esta forma de comunicação depende de uma implementação no servidor. Por exemplo o PHP usa AMFPHP ou Zend_AMF, o .Net usa FlourineFX enquanto que o Ruby on Rails usa WebOrb.
  3. WebServices. São bastante conhecidos, principalmente no mundo .Net. O Flex também possui esta forma de comunicação, mas é lenta pois utiliza dados no formato XML para se comunicar.

Assincronismo


O Flex é assincrono. Simplificando, quando fazemos algum acesso ao servidor, o Flex não fica parado naquela linha onde o acesso foi feito, esperando o acesso terminar. Ele continua o fluxo do código, e possivelmente um método será chamado quando o servidor responder.

Todo desenvolvedor deve mostrar seu trabalho.


Quando comecei a trabalhar com código web, minhas primeiras tentativas eram modificar cabeçalhos, o nome do site, entre outras configurações bem básicas.

Depois vieram os sistemas completos e dinâmicos, com marcações em código PHP misturadas com HTML. Há uns três ou quatro anos era uma briga grande para que nenhuma página contivesse as famigeradas tabelas <TABLE>. Nessa onda começamos a entender as diferenças entre uma tag <DIV> e uma tag <SPAM>.

Mesmo assim foram muitos anos apanhando de código para chegar ao entendimento do CSS2 e agora descobrimos a delícia de criar páginas com CSS3.

Nesse tempo entrei em muitos fórums de desenvolvedores, fui aprendendo e algumas vezes sugerindo dicas para retirar gambiarras e fazer um trabalho profissional. Daí surgiram os primeiros clientes que aos poucos entenderam a proposta de valorizar o conteúdo. O Flash representou um grande perigo para todos os verdadeiros desenvolvedores em internet pois com ele criou-se a ilusão que um desenhista seria capaz de agregar funções de programação e redação de páginas.

Com o tempo o desenvolvimento web consolida-se dentro de uma arquitetura que prevê três aspectos distintos e interdependentes: DESIGN, PROGRAMAÇÃO E CONTEÚDO.

Formados na área de Artes e Desenho Industrial entram com sua habilidade gráfica, programadores destrincham os Frameworks, CMS (mais feras criam um próprio) e os Jornalistas vão ganhando terreno na área de publicações. O desenvolvedor mais experiente torna-se capaz de comandar um projeto desde o planejamento à manutenção. Daí surgem os Gestores de Projeto ou Arquitetos Web e a história da internet torna-se mais equilibrada, legível e saudável com essa distribuição de profissionais.

O principal motivo dessa postagem é manifestar um raciocínio que me pertuba por esses dias, eu quero provar que um trabalho só torna-se real no momento em que é divulgado, copiado, repetido, vaiado, aplaudido, enfim, no momento em que existe alguma reação diante do que você faz.

O trabalho em Web exige uma capacidade de inovação incrível. Os meios de produção, os softwares, as máquinas, as referências, tudo o que é utilizado para fazer uma página web é muito semelhante. E para você tornar-se reconhecido deve ter um resultado final muito surpreendente.

Quando falo de resultado final não me refiro ao visual de uma página, pois a Microsoft a cada dia perde mais fatia de mercado por priorizar marketing e estética, e não apresentar nenhum produtos inovadores.

Resultado é fazer algo além do Google tem feito. Impossível? o pessoal do Youtube e do Twitter fez.

É por isso que apesar de já possuir uma clientela fixa, investi bastante tempo para desenvolver um tema para wordpress. Eu quero aprender a interagir com essa comunidade. E interagir é mais do que postar mensagens em um blog, fazer réplicas, seguir gente bacana. Interagir é criar um valor para a comunidade que você está inserido.

Essa postagem manifesto é uma maneira de dizer como estou feliz em finalmente lançar um tema que será de grande retorno para quem utilizar. Eu coloquei o nome de Entrepeneur pois eu tenho vivido com muito sentimento o cotidiano empreendedor e quero apoiar pessoas que partilham do sonho de ter seu próprio negócio.

Sinta-se livre para baixar o tema. Visite a página e dê sugestões para sua melhoria.

Página do Tema Entrepeneur

Página de Demonstração do TemaSimilar Posts:

Networking: Amplie seu circulo de influência

por Patricia Wolff, autora convidada para a série “Competências”

?Achar caminhos para se aproximar de todos na unidade. Lutar para que as pessoas se sintam importantes, fazendo parte de alguma coisa maior do que elas próprias? – Colin Powell
Profissional: ?Eu tenho uma experiência muito boa, minha formação é excelente, meu currículo é impecável mas não encontro uma boa oportunidade de trabalho ! O que será que está faltando ??

Resposta: NETWORK!

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Afinal o que é fazer Networking? É estabelecer uma rede de relacionamentos com um grupo de pessoas que poderão exercer influência positiva em sua carreira. Atualmente, não basta apenas sermos competentes, é essencial que saibamos manter a nossa empregabilidade. Uma das ferramentas mais eficazes para isso é o network que, aliás, é mais do que uma ferramenta, é um hábito que bem desenvolvido poderá ajudá-lo a:

  • Ter acesso a oportunidades no mercado de trabalho;
  • Captar informações relevantes para seu dia a dia;
  • Divulgar seu trabalho;
  • Obter novos clientes;
  • Solicitar conselho;
  • Captar recursos financeiros para um projeto;
  • Recomendar serviços;
  • Etc.

Conhecer uma pessoa, pedir seu e-mail e enviar seu currículo não é fazer networking, é ser CHATO! Fazer networking leva tempo e requer muita paciência.

O que preciso fazer para não ser considerado inconveniente?


Se a sua abordagem estiver baseada em alguns valores e seu foco for o ganha-ganha, certamente você não será. Valores indispensáveis não só para networking, mas para todo e qualquer relacionamento (namorado, amigo, filho, pai, profissionais) são: respeito, transparência, lealdade e principalmente reciprocidade, pois além do networking ser uma via de mão dupla, é preciso que o outro QUEIRA e DESEJE me contatar.

E como é que eu faço para que o outro queira e deseje me contatar? Jeffrey Gitomer (M.Books, 2007) nos ajuda com algumas dicas:

  1. Ofereça valor: coloque a pessoa diante de contatos que possam resultar em negócios para ela;
  2. Seja sincero: mesmo que você comprometa a venda do seu serviço/produto naquele momento irá gerar maior credibilidade para você.
  3. Encontre vínculos: encontre algo em comum que os una.
  4. Demonstre conhecimento:fale de coisas que interessem à outra pessoa.
  5. Esteja presente: mesmo quando você não precisar de nada.

Já ouvi as seguintes perguntas:

P: Tenho que ser amigo do meu contato ?

R: Isso dependerá de vocês dois. Caso haja uma afinidade maior entre vocês melhor ainda, pois o vínculo de confiança se estabelece prontamente.

P: Meu concorrente (pessoa que ocupa o mesmo cargo que o meu em uma empresa do mesmo segmento da que eu trabalho) pode fazer parte do meu Network?

R: Deve, pois caso você queira se recolocar futuramente ele certamente se tornará um dos seus principais contatos.

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Para expandir ainda mais o seu network, utilize tanto as formas off-line como as formas on-line:


Off-line:
  • Família
  • Amigos
  • Colegas
  • Associações
  • Cursos


On-line:
  • Redes sociais.
  • Diretórios de negócio. Ex: LinkedIn
  • Gerenciadores de contato. Ex: Plaxo
  • Fóruns de debate. Ex: Yahoo Group
  • Comunicadores. Ex: Skype, MSN


Vale ressaltar que hoje em dia redes de relacionamentos são o quarto segmento mais popular, acima de e-mail pessoal (dados da Nielsen Online), e os resultados são tangíveis, pois encontramos pessoas fazendo negócios e amizades a todo o momento. Mas não fique apenas atrás da telinha, agende um café, um almoço ou um happy hour com seus contatos e procure levar convidados novos para que a rede já comece a se multiplicar e prosperar.

Algumas razões para não praticar o networking:

  • Despreparo
  • Medo da rejeição
  • Vergonha
  • Procrastinação
  • Auto-imagem limitada

A única maneira de superar o medo é começar a desenvolver autoconfiança por meio de preparo. Treine, treine e treine.

Habilidades que contribuem com o seu networking:

  • Ter coragem
  • Ser determinado
  • Ter empatia
  • Saber ouvir
  • Ter disciplina
  • Ser criativo

Pausa para reflexão

Agora, antes de prosseguir com a leitura, faça uma reflexão sobre como anda seu desempenho em construir network:

  1. Estou constantemente conhecendo pessoas novas?
  2. Quando conheço pessoas novas consigo interagir logo de início?
  3. Conheço as pessoas ?mais importantes?da área em que atuo?
  4. As pessoas me ligam para que eu as ajude a fazer contatos?

10 Passos para se construir uma rede de relacionamentos


  1. Primeiro estabeleça o que você quer, defina o que você está buscando.
  2. Faça uma lista das pessoas que você já conheceu na vida e procure manter sempre atualizada.
  3. Promova seu perfil nas principais redes de relacionamento.
  4. Reflita quem são as 15 pessoas mais ?influentes? na sua área e faça uma lista com os respectivos nomes.
  5. Verifique se entre as pessoas que você conhece, existe alguém que poderia te apresentar para essas ?pessoas influentes? listadas acima e/ou pesquise estes nomes em artigos, livros, cursos, fóruns de discussões.
  6. Priorize sua lista, organizando seus contatos em dois grandes grupos:

    • Pessoas que irão ajudá-lo imediatamente a atingir seu objetivo
    • Pessoas que você contatará assim que concluir os contatos do primeiro grupo

  7. Planeje sua abordagem e treine.
  8. No contato com estas pessoas, busque informações relevantes e faça com que elas se interessem por você.
  9. Atualize a sua lista, anotando data e informações relevantes do último contato e uma periodicidade para contatos futuros e qual o meio escolhido (encontro pessoal, telefone/skype, e-mail, etc.)
  10. Para os seus principais contatos descreva quais serão os seus próximos passos e se dedique a executá-los. AÇÃO, AÇÃO e mais AÇÃO!

Importantíssimo: Que este ciclo nunca termine e vire uma rotina na sua vida.

Como fazer seu Networking cada vez melhor


(com base nas vinte e duas dicas para networker, de José Augusto Minarelli – Editora Gente, 2001)

  1. Tenha interesse na pessoa. De vez em quando faça contato apenas para saber como vai o outro. William James disse: ?O mais profundo princípio da natureza humana é a ânsia (fome humana insaciável) de ser apreciado?.
  2. Seja proativo. Não espere que o outro tome iniciativa
  3. Preste atenção no que os outros dizem ou contam. Ser escutado tem um grande valor.
  4. Seja específico e objetivo. Quando pedir ajuda a alguém, ajude o outro a ajudar você.
  5. Seja persistente sempre. Não se aborreça quando sentir certa rejeição, a pessoa pode não estar em seus melhores dias.
  6. Esteja sempre pronto para ajudar os outros, mesmo que o gesto não lhe traga nenhum benefício imediato.
  7. Sente-se perto de desconhecidos. Não fique sozinho nem passe todo o tempo com aqueles que você já conhece.
  8. Nunca faça comentários negativos de ninguém.

Para manter um relacionamento por longo tempo, fique atento aos elementos que devem ser plenamente uitlizados de acordo com Jeffrey Gitomer, autor do Livro Negro do Networking:

PRIMEIRO, deve haver alguma atração intelectual ou emocional.

SEGUNDO, deve haver algum terreno comum, que seja interessante para os dois.

TERCEIRO, deve haver compromisso com uma comunicação regular contendo antes o ?dar? do que o ?pedir?.

QUARTO, deve haver encontros ocasionais cara a cara.

Desafio sugerido para aplicação das dicas acima


Escolha três contatos valioso da sua lista, e:

  • Identifique quem são e o que significam para você;
  • Defina de que forma você pode agregar valor para estas pessoas;
  • Prepare-se para fazer o contato de forma assertiva (lembre-se do nosso artigo anterior);
  • Providencie um encontro ou telefonema;
  • Defina os próximos passos.

Agora é com você!

Se você tiver algumas dica, sugestão, um ponte de vista diferente ou case, compartilhe conosco.

Bom trabalho e ótimos contatos.

Literatura sugerida:



A autora convidada da série de artigos sobre Competências, Patrícia Wolff, atua como coach executivo e de equipe, conferencista em Desenvolvimento Humano e é diretora da Quantas Consulting.