10 aplicativos essenciais para o seu micro zerado

"Sempre que alguém me pergunta: formatei minha máquina / comprei um laptop zerado, o que devo instalar no meu Windows?, eu sempre passo uma lista de 10 softwares essenciais para o dia a dia.

qual?

Mesmo que a pessoa nunca tenha usado Linux, eu sempre faço a sugestão. Se ficar na dúvida de qual Linux usar, fale com algum colega que já usa, isso vai te facilitar bastante.

  1. Firefox – esse é para navegar na Internet de forma rápida e segura, além de oferecer diversas utilidades.
  2. BrOffice – semelhante ao pacote Microsoft Office, porém com algumas melhorias , como gerar documentos em formato PDF.
  3. Acrobat Reader – leitor de documento no formato PDF, que é o padrão usado em manuais e relatórios.
  4. 7 Zip – para compactar os documentos esse é a melhor opção existente, algumas pessoas já comentam sobre isso.
  5. Microsoft Security Essentials – antivírus leve e prático, se atualiza automaticamente.
  6. Java Runtime – para usar alguns sites da Internet (principalmente os de bancos), precisamos do Java!
  7. Flash Player – para acessar alguns sites como YouTube, precisamos do Flash!
  8. Pidgin for Windows – é uma interessante opção ao MSN, bem leve e nele dá para usar ao mesmo tempo a sua conta do Google Talk, do Yahoo Messenger e do MSN .
  9. Picasa – é um poderoso editor gráfico ideal para gerenciar suas fotos, e possui integração com o Google para você subir suas fotos para a Internet.
  10. Songbird – é uma alternativa para o Media Player / iTunes, permite que você gerencie suas músicas e facilita a cópia delas para o seu iPod (original ou genérico) .
  11. E todos os softwares acima são freeware ou open source, ou seja, totalmente gratuitos. Alguns economistas dizem sobre investimentos: “o que é bom não me procura“, acho que no mundo do software podemos aplicar a mesma regra."

Backup: noções básicas

"Este artigo divulga um arquivo com anotações de aula referente à cópias de segurança ou backups. O objetivo desta aula é tornar o leitor apto a tomar decisões sobre cópias de segurança. Os dados armazenados nos computadores são, geralmente, mais valiosos do que os computadores em si e estes dados são mais difíceis de substituir do que os computadores. Em decorrência disto, temos que as tarefas de backup são imprescindíveis. Faça o download do arquivo de noções básicas de backup.
Aborda-se nesta aula

  • Necessidade do backup
  • Como ocorre a perda de dados
  • Pesquisa sobre cópias de segurança
  • Objetivos
  • Sugestões para backup
  • Modelos de escalonamento
  • Escalonamento
  • Segurança
  • Implementação
  • Custos
  • Mídias

    • CD
    • DVD
    • Blu-ray
    • Discos Rígidos externos
    • Fitas Magnéticas (DAT)
    • Pen drives
    • Serviços online


Comparação de mídias de backup
Comparação de mídias de backup

Um tópico interessante é este gráfico que compara as diferentes mídias para backup. Foi considerado para este gráfico o custo equivalente a dois anos. No caso de mídias não-regraváveis, foi prevista a utilização de uma mídia por semana. Também foi adicionado o valor de eventual equipamento de leitura da mídia.

Outros artigos de seu interesse:

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Detectando erro a todo custo

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Olá, pessoal! Hoje veremos uma técnica para detectar erro de uma aplicação a todo custo.

Detectar todo tipo de erro dentro de um sistema é muito importante, pois é uma forma de prevenir qualquer problema do software para o seu cliente, não importa como foi construído.

Referência:

- Visual Studio .NET
- Linguagem C#.NET
- Tecnologia: ASP.NET

Você deve estar se perguntando como fazer e pra que serve isso. Pois é, a minha resposta é bem grande e precisa de mais de um documento para explicar, porém vou tentar resumir e exemplificar na prática e no desenvolvimento.
Não sei se o ser humano de hoje está muito difícil ou se antigamente era mais fácil conversar e fazer a pessoa te escutar, só sei que trabalhar em grupo, principalmente se o grupo fizer algo que não tem documentação nenhuma, é muito difícil. Eu sempre defendi o uso de documentação, mas acabei entrando em uma empresa onde isso não existe e tudo é para ontem. Mesmo assim, brigo e peço sempre a documentação a todos.

Imagina pegar um sistema pela metade sem documentação, código ruim, feio e, para finalizar, o pessoal que fez saiu da empresa. Se você já passou por isso, vai concordar que o melhor mesmo é criar métodos que possam pegar o erro, caso ocorra.
Primeiro de tudo, use sempre try catch e, se possível, finally:


Try{}Catch( Exception ex){}Finally{}

Code 1.1

A segunda coisa é sempre deixar uma camada para o erro no sistema, ou seja, caso ocorra o catch, melhor mesmo é identificar onde aconteceu o erro, mandar e-mail, logar em um arquivo ou deixar registrado no eventview do sistema operacional. Existem casos que o erro até loga no banco de dados, mas, em minha opinião, acredito que não seja a melhor alternativa.

Lembra da empresa que te falei que não tem documentação nenhuma? Pois é, para saber direito o que o sistema faz, é necessário fazer engenharia reversa do código, o que, na minha opinião, é uma das piores coisas que existem na programação!

Quando não existe solução, ou não há tempo para verificar o código porque está dando erro em produção, o melhor mesmo é fazer uma solução genérica para pegar qualquer tipo de erro. Veja:


protected void Application_Error(object sender, EventArgs e)

{
HttpContext ctx = HttpContext.Current;

Exception exception = ctx.Server.GetLastError();

StringBuilder str = new StringBuilder();
str.Append('Error: '+exception.Message.ToString());
str.Append("\r\n Details: "+ exception.InnerException.Message.ToString());
str.Append("\r\n URL: " + Request.Url.AbsoluteUri.ToString());
str.Append("\r\n Stack Trace: " + exception.InnerException.StackTrace.ToString());
str.Append("\r\n Request Host: " + Request.UserHostAddress.ToString());
str.Append("\r\n Host Name: " + Request.UserHostName.ToString());
str.Append("\r\n User Agent: " + Request.UserAgent.ToString());
str.Append("\r\n URL Referrer: " + Request.UrlReferrer.ToString());
str.Append("\r\n UserName:  " + Request.LogonUserIdentity.Name.ToString());
str.Append("\r\n Method: " + exception.TargetSite.ToString());
str.Append("\r\n Source: " + exception.Source.ToString());

// Compose Email
MailMessage msg = new MailMessage();

msg.From = new MailAddress('email automatico do sistema');
msg.To.Add('seu-email');
msg.Subject = 'Error occurred in personal website application';
msg.IsBodyHtml = true;
msg.Body = str.ToString();

SmtpClient smtp = new SmtpClient();
smtp.Send(msg);

String LogName = 'Application';
if (!EventLog.SourceExists(LogName))
{
EventLog.CreateEventSource(LogName, LogName);
}

// Insert into Event Log
EventLog Log = new EventLog();
Log.Source = LogName;
Log.WriteEntry(str.ToString(), EventLogEntryType.Error);

ctx.Server.ClearError();

}

Code 1.2


Mas lembre-se de uma coisa, qualquer tipo de erro o sistema vai pegar e mandar a você, dependendo da forma que fizer.
A primeira coisa que fiz foi pegar todos os erros da aplicação:


HttpContext ctx = HttpContext.Current;

Exception exception = ctx.Server.GetLastError();

Code 1.3


O próximo passo foi dividir os erros para enviar ao administrador ou desenvolver, ou seja, você:


 StringBuilder str = new StringBuilder();
str.Append('Error: '+exception.Message.ToString());
str.Append("\r\n Details: "+ exception.InnerException.Message.ToString());
str.Append("\r\n URL: " + Request.Url.AbsoluteUri.ToString());
str.Append("\r\n Stack Trace: " + exception.InnerException.StackTrace.ToString());
str.Append("\r\n Request Host: " + Request.UserHostAddress.ToString());
str.Append("\r\n Host Name: " + Request.UserHostName.ToString());
str.Append("\r\n User Agent: " + Request.UserAgent.ToString());
str.Append("\r\n URL Referrer: " + Request.UrlReferrer.ToString());
str.Append("\r\n UserName:  " + Request.LogonUserIdentity.Name.ToString());
str.Append("\r\n Method: " + exception.TargetSite.ToString());
str.Append("\r\n Source: " + exception.Source.ToString());

Code 1.4


Nesse código eu peguei Erro, Detalhes do erro, Stack Trace, Request Host (de onde veio), usuário, url referente, método que ocorreu o problema e fonte. Depois de separar todos os erros possíveis, é necessário enviar e-mail ou gravar em eventview.

    MailMessage msg = new MailMessage();
msg.From = new MailAddress('email automatico do sistema');
msg.To.Add('seu-email');
msg.Subject = 'Error occurred in personal website application';
msg.IsBodyHtml = true;
msg.Body = str.ToString();

SmtpClient smtp = new SmtpClient();
smtp.Send(msg);

String LogName = 'Application';
if (!EventLog.SourceExists(LogName))
{
EventLog.CreateEventSource(LogName, LogName);
}
EventLog Log = new EventLog();
Log.Source = LogName;
Log.WriteEntry(str.ToString(), EventLogEntryType.Error);

Code 1.5


Na referência 1.5 eu envio e-mail e gravo no eventview do sistema operacional.
Para finalizar, apago o erro do servidor:


ctx.Server.ClearError();

Code 1.6"

Office 2010 permitirá escolha de formato padrão

O site Neowin.net informou que a Microsoft promoveu várias modificações no Release Candidate do Office 2010.
Entre elas está a inclusão de uma tela na qual usuários poderão escolher o formato padrão que será utilizado pelo Office 2010: Office Open XML (OOXML) ou OpenDocument (ODF).


As versões beta disponibilizadas para os beta-testers e para o público ainda não incluem a tela de escolha, apenas a versão RC.
O lançamento do Office 2010 está previsto para 15 de junho de 2010.
Com informações de BABOO"

Práticas ágeis são o caminho para a qualidade de software?

'Se você não mudar a direção, terminará exatamente onde partiu' (provérbio chinês)'

Nossa área de desenvolvimento de software é muito nova e, como consequência disso, ainda estamos aprendendo quais são as técnicas que funcionam e quais só atrapalham o dia-a-dia dos nossos projetos. É dever de todo profissional da área buscar meios para melhorar o nosso objetivo principal: construir softwares que atendam aos clientes, aos usuários e às equipes de desenvolvimento.

Práticas ágeis são um meio e não um fim; as técnicas não devem ser utilizadas se não é evidente quais problemas elas tentam resolver. Usar por usar não melhora em nada o resultado final do seu projeto. Você só deve usar essas práticas se realmente entender por que elas são necessárias, e não porque estão na moda.
Vamos observar os benefícios de algumas técnicas utilizadas no meio ágil:

Com TDD o programador cria o hábito de planejar suas tarefas antes de executá-las, isso se deve ao fato de que nessa técnica você começa pela elaboração de uma lista de testes para o artefato que será desenvolvido, e só depois começa a codificá-lo. Outro benefício do TDD é que o programador deve usar o seu código antes de implementá-lo. Apesar de parecer estranho, é uma quebra de paradigma excelente começar a codificação pelo teste e tomar as decisões de design do código antes de implementá-lo, isso reduz o retrabalho pois o programador percebe no início da codificação como ficará seu código ao final dela.
Muitos gestores ainda não acreditam nos benefícios da programação em par, sendo um dos motivos a sensação de perda de produtividade quando dois programadores são alocados para a mesma tarefa. Essa sensação é falsa, pois existe uma série de fatores que devem ser levados em consideração quando falamos de produtividade. O ritmo de desenvolvimento da dupla é garantido pela falta de distrações que um programador sozinho teria, dificilmente durante o desenvolvimento em par o 'piloto' irá desviar do foco. Outro benefício da programação em par é a revisão que o 'co-piloto' faz, observando a codificação do piloto; muitos problemas podem ser identificados em tempo
de codificação. A comunicação constante entre os programadores faz com que cada decisão seja mais bem pensada, e ainda traz um grande benefício: dois membros da equipe vão conhecer aquele trecho do código, o que é essencial para contornar problemas de comunicação e troca de membros da equipe durante o desenvolvimento dos projetos. A programação em par protege o investimento do projeto pois reduz a taxa de retrabalho da equipe e gera um código de qualidade superior, afinal, duas cabeças pensam melhor do que uma.

Desenvolver um software de forma iterativa e incremental traz uma série de benefícios. Porém, também traz uma série de problemas. Desenvolver software em ciclos de tempo fechados faz com que cada minuto seja precioso, por isso vários impedimentos são identificados ao longo do desenvolvimento e resolvidos à medida que as entregas são realizadas no final de cada ciclo. Como o desenvolvimento acontece em ciclos, a equipe de desenvolvimento pode aprender com os problemas enfrentados no ciclo anterior, isso permite que o processo de cada equipe possa ser melhorado continuamente, e essas melhorias sempre atacam um grande impedimento do ciclo anterior, ou seja, não são melhorias apenas por melhorias.
Processos iterativos e incrementais também auxiliam a contornar o grande vilão dos projetos de software que é a mudança de escopo. Caso o cliente descubra uma nova necessidade, ela poderá ser implementada no próximo ciclo, já que o ciclo em desenvolvimento não deve ter seu objetivo alterado. Caso a necessidade do cliente mude (ou melhor, quando a necessidade do cliente mudar) e o ciclo desenvolvido não for mais necessário, o cliente só 'perde' aquele ciclo, ou seja, o custo da alteração de escopo fica sendo o custo do
desenvolvimento do novo ciclo. Outra característica interessante é que nessa forma de desenvolvimento os feedbacks dos usuários chegam muito mais cedo do que no modelo tradicional, já que no final do ciclo a equipe entrega um parte funcional do software. Também, como o software entra em produção mais cedo, o cliente também começa a usufruir dos benefícios do sistema mais cedo.

As técnicas ágeis são um meio para solucionar alguns dos problemas mais comuns dos ambientes de desenvolvimento como conhecemos (falta de comunicação, retrabalho, escopos rígidos, custos altos, falta de testes, etc.), elas propõem uma nova forma de trabalho, que tem se mostrado muito eficiente para equipes com o perfil adequado. Essas técnicas influenciam positivamente em todas as vertentes de avaliação da qualidade de um software desde que sejam aplicadas de forma correta.
Quer saber mais sobre as técnicas citadas? Seguem algumas referências:

Sobre TDD:
Sobre Programação em Par:
Sobre desenvolvimento iterativo e incremental:
Qual a sua experiência sobre as técnicas ágeis? Você acha que elas são o caminho para aumentarmos a qualidade dos softwares quedesenvolvemos?"

Entenda os Item IDs do Joomla!

Essa é uma questão que já tirou o sono de muitos designers/programadores na hora de definir Url amigável no Joomla. O que é e para que sirva o Item Id?

A questão ganhou até um artigo de Qasim Virjee, com o delicado título 'Damm you, infernal Item IDS!!!'
Se você navegar em algum site desenvolvido em Joomla, com as url amigáveis você veria o endereço da seguinte forma: http://www.site.com.br/sessao/nomedoartigo

Você visualiza o endereçamento do site porque lá nas Configurações Globais do Joomla, as Configurações de SEO foram ativadas. Aí, em muitos casos, a trabalheira começa...
Em muitos casos, quando você ativa a opção Usar mod_rewrite do Apache e altera o arquivo htaccess.txt para .htaccess não funciona, não roteia as imagens corretamente. E você precisa entrar em intermináveis chamados no suporte técnico para editar o arquivo .htaccess, adicionar tags e outras configurações.

Enfim, depois disso, caso as opções de url não funcionem corretamente, você pode apelar para o componente pago SH404SEF - http://extensions.joomla.org/extensions/10134- que tem a função de gerar urls amigáveis sem a necessidade do mod_rewrite habilitado. Temos outros muito bons também como o Open SEF, Artio SEF ou SEF Advance. Já ajuda, né?
Ok, sem a url amigável, fica assim: http://www.site.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2985&Itemid=33

Default URL

Default SEF URL

Obs

Nome do componente

option=com_content

content

option=com_wrapper
'wrapper' é o componente utilizado que serve para gerar páginas com iframe.

O componente está sendo solicitado a fazer.

task=view

view

task=emailform
habilita o envio da página por email

do_pdf
cria arquivo PDF da página


Número de identificação do artigo no Joomla

id=2985

2985

A
numeração vai aumentando de acordo com a quantidade de artigos inseridos no
site.

Número para identificar o link do menu principal
para o item de conteúdo

Itemid=33

33

Número
relacionado ao ID de um ítem de menu específico, cada ítem criado terá seu
próprio ID
Qual é o ponto da Itemid do Joomla?


O Itemid é a numeração que o Joomla usa para decidir quais módulos e modelos necessitam aparecer na página quando requisitados. Por exemplo, o Itemid para o artigo de 'Tal' é 33. O que acontece se mudar isso para 26, por exemplo? O artigo a ser exibido na página será de outro título, categoria ou sessão. A exibição de todo conteúdo disponível no Joomla será regida pelos 'Item IDs'.

Dando a deixa, entenda a reestruturação dos Item IDs a partir do Joomla 1.5.x aqui e um dos livros mais bacanas que li sobre SEO com Joomla é o 'Joomla! 1.5 SEO' "

Saiba quando vale a pena adotar o Linux, sistema operacional gratuito

Saiba quando vale a pena adotar o Linux, sistema operacional gratuito:
"Com ambiente gráfico, novas versões estão mais fáceis de usar.
Mais leve e com custo zero, sistema desafia domínio do Windows."

Ferramentas online gratuitas ajudam a treinar o inglês

Treinar o ouvido é uma das tarefas mais difíceis para quem está tentando aprender inglês. Isso porque estamos constantemente frente a textos escritos em inglês, mas a compreensão da sonoridade do idioma só é colocada à prova poucas vezes. Assistir a filmes e seriados seria um bom treino de ouvido, não fosse o costume de ler as legendas. Os DVDs ajudam a driblar este obstáculo, mas não são as únicas ferramentas. Na web se encontram sites que podem ajudar a aperfeiçoar o idioma.
 

» Veja telas das ferramentas
 
O americano USS Speller (www.usspeller.com) provavelmente foi criado para crianças e estudantes cujo inglês seja o idioma natal. Contudo, é uma ferramenta útil para quem quer treinar o inglês, independente do nível de conhecimento.
O site apresenta listas de palavras, que são pronunciadas uma vez. Na tela, uma frase com tracinhos é mostrada. Cada tracinho representa uma letra da palavra pronunciada. Escreva e pressione Try It para ver seu acerto. As listas vão do nível mais básico (Kindergaten) até o avançado (Advanced).
Serviços de conversão de texto para fala, como o site "ImTranslator" (text-tospeech.imtranslator.net), podem ajudar a compreender a pronúncia. Insira um texto em inglês (disponível aos montes pela internet) e peça para que o serviço gere o áudio. Você define, inclusive, a velocidade da fala e acompanha o texto que vai sendo marcado em vermelho conforme o robô pronuncia.
Existe também uma alternativa paga a este serviço: o "SpokenText" (www.spokentext.net), que possui uma versão de demonstração gratuita, mas cobra uma anuidade entre US$ 30 e US$ 90 de seus membros.
O site "Travlang" (www.travlang.com) se dedica a ajudar viajantes a aprender o básico de um idioma. Indique o idioma que você fala, o idioma falado no lugar que você pretende visitar e receba uma listagem de palavras básicas, números, frases para compras, viagem, direções, lugares, horas e datas. Cada tradução é um link para um arquivo de áudio .au, que pode ser baixado e ouvido.
Os audiolivros em inglês também podem ser aliados importantes no aprendizado. O site "Podiobooks" (www.podiobooks.com) apresenta livros narrados que funcionam de modo semelhante a podcasts. Os livros são disponibilizados ou por capítulos ou completos, na licença Creative Commons.
Há ainda o site "Listen To A Movie" (power.listentoamovie.com). Ele foi criado com o intuito de entreter pessoas que trabalham em escritório e querem se divertir com algum filme, mas também serve para quem quer treinar o ouvido. O que o site faz é remover a faixa de áudio de diversos filmes e apresentá-las separadamente, em forma de streaming.
Por fim, alguns serviços web 2.0 são uma mão na roda para se habituar às diferenças de sotaque entre regiões. É o caso do site Forvo (pt.forvo.com), que pede a seus usuários que pronunciem os mais diferentes idiomas. Até o momento, são mais de 63,7 mil palavras em inglês, uma base em crescimento exponencial graças ao número de membros que inserem novas palavras para pronunciar e se voluntaria na hora de falar.

Dicas para aumentar o rendimento da bateria de seu notebook

Rodrigo Martin de Macedo
Fim de ano lembra festas, férias, viagens. Para alguns, é o momento de se desligar do computador e descansar. Para muitos outros, é hora de levar o notebook para passear. Em viagens curtas e solitárias, o notebook pode ser um grande amigo. Mas, a menos que você tenha uma bateria reserva, é possível que seu companheiro se desligue em pouco tempo, uma frustração em locais como alguns terminais de embarque em que tomadas são inexistentes ou estão todas ocupadas, por exemplo. Como poupar, então, energia de seu computador e fazer com que ela dure mais tempo? Veja algumas dicas.
Desligue a placa sem fio

Se você não for precisar da conexão à internet, desabilite sua placa de rede sem fio. A grande maioria dos aparelhos vem com um botão que permite ligar/desligar a conectividade Wi-Fi. Desligue-a.
Sem DVD

Embora netbooks já venham sem drives de DVD, notebooks vêm equipados com o dispositivo. Se você quer poupar energia, o ideal é deixar o drive sem uso. Rodar um DVD ou CD consome energia da bateria e, mesmo que o disco não esteja sendo utilizado, o notebook pode tentar acessar o drive de tempos em tempos caso uma mídia esteja presente.
Se você for precisar do DVD para alguma coisa, uma boa saída é usar um software de drives virtuais, como o Daemon Tools (www.daemon-tools.cc). Com ele, basta criar uma imagem do DVD a ser utilizado. O programa gera um disco virtual que engana o computador, achando que está rodando, na realidade, um DVD de verdade.
Reduza o brilho

Quanto mais brilho seu monitor estiver exibindo, mais rápido a bateria se esvai. Uma boa solução, neste caso, é reduzir o máximo possível o brilho do monitor. Notebooks trazem atalhos de teclado para fazer isto. Caso não seja possível, alguns pequenos utilitários podem auxiliar na tarefa.
Um deles é o Dimscreen (bit.ly/8ZFcAv) que quando executado se ativa na barra de tarefas e permite alternar rapidamente entre diversos padrões de brilho.
O mínimo necessário

Quanto mais programas estiverem abertos, mais recursos de processamento serão consumidos e, ao mesmo tempo, mais bateria será gasta. Aprenda a priorizar e manter apenas o mínimo aberto. Caso você esteja conectado à internet, priorize suas atividades: navegar ou conversar? Decidindo isso, fica fácil saber se deve rodar o navegador ou seu Messenger.
Agora, olhe do lado esquerdo do relógio do seu computador, no canto inferior direito da tela. Quantos daqueles pequenos ícones aparecem? Dezenas? Isso é um problema. Cada ícone destes indica um software rodando em seu computador.
Passe o mouse por cima de cada um deles para saber do que se trata. Você realmente precisa deles? Provavelmente, não. A maioria pode ser fechada com um clique do botão direito do mouse. Os mais resistentes podem ser desabilitados.
Para isso, abra o Gerenciador de Tarefas (pressionando as teclas CTRL+ALT+DEL apenas UMA vez), para encerrar os processos manualmente, ou então corte o mal pela raiz, limando estes softwares da inicialização do Windows.
Como? No XP, clique em Iniciar > Executar e digite msconfig.exe. No Vista e no 7 o caminho é mais curto, basta digitar msconfig.exe na busca do menu Iniciar. Uma vez no assistente, na aba Inicialização de Programas, desmarque tudo que parecer desnecessário e reinicie o computador.
Se você estiver usando o Windows Vista, feche a Barra Lateral do Sistema, uma das vilãs em consumo de processamento. Digite Informações e Ferramentas de Desempenho na busca do Iniciar. Na nova janela, clique em Ajustar efeitos visuais. Na aba Efeitos visuais, deixe marcada a opção Ajustar para obter melhor desempenho, o que desligará o recurso Aero e diversas outras firulas gráficas do Windows.
Sem periféricos

Assim como recomendamos desabilitar a placa de rede sem fio, é importante que você desconecte outros periféricos. Impressoras, gravadores, mouses, caixas de som ou fones USB são grandes responsáveis por consumo de energia.
A menos que você vá assistir a vídeos no notebook, não há necessidade de sons. MP3 no notebook? Nem pensar! Use o celular ou um tocador portátil, bem mais econômico.
Crie planos de energia

O Windows vem com uma ferramenta para criar planos de energia que é bastante útil. Aprenda a utilizá-la.
No XP

1 - Clique em Iniciar > Painel de Controle. No grupo Desempenho e manutenção, escolha Opções de energia. Escolha a opção Maximizar bateria para ter como base um perfil econômico.
2 - Altere as configurações para desligamento de monitor, discos, modo de espera e hibernação. A primeira coluna indica as preferências para quando seu notebook estiver na tomada. A segunda, para o aparelho rodando na bateria.
3 - Terminada a alteração, escolha Salvar como e digite um nome para o modelo. Nas guias Alarmes e Medidor de energia, você pode configurar como o Windows se comporta na avaliação da carga restante da bateria.
4 - Alterne para a guia Avançado e defina como o Windows deve agir ao pressionar o botão de desligar, colocar em modo de espera ou ainda o que ele deve fazer quando a tampa do notebook for fechada e o dispositivo ainda estiver ligado.
No Vista/7

1 - Digite energia na busca do menu Iniciar e abra as Opções de Energia. Na barra da esquerda, clique em Criar um plano de energia. Como sua intenção é poupar energia, escolha como base o modo Economia de energia. Em Nome do plano, batize sua configuração.
2 - Na próxima tela, defina os períodos que o sistema levará para desligar o vídeo ou suspender as atividades do computador. Este contador será iniciado a partir do momento que você parar de digitar ou movimentar o mouse. Clique em Criar.
3 - O plano aparecerá na sua lista. Clique em Alterar configurações do plano e depois em Alterar configurações de energia avançadas. A nova janela permite um ajuste fino de cada um dos componentes.
4 - Em Configurações de Adaptadores Sem Fio, abra Modo de economia de energia e escolha, em configuração, Economia de energia máxima. Em Configurações de multimídia, em Ao reproduzir vídeo, escolha Otimizar economia de energia. Clique em Aplicar e depois em OK.
Suspensão do sistema ou hibernação?

Se você se pergunta qual a diferença entre esses dois modos, a gente tem a resposta. Quando o computador entra em modo de suspensão, todos os dados continuam salvos na memória RAM, enquanto o monitor, o disco rígido e o processador são desligados. Isso quer dizer que, se a pausa for curta e a bateria estiver cheia, você recuperará seus dados minutos depois, quando voltar.
Todavia, se a ausência for maior, a recomendação é colocar o computador para hibernar. Todos os dados da memória RAM são gravados no disco rígido antes que os dispositivos sejam desligados. Assim, você evitará perder seus dados em um eventual esgotamento da bateria.

Geek

Desenvolvedor profissional. Será?

Desenvolvedor profissional. Será?: "

Segundo o dicionário da língua portuguesa, a definição de profissional é 'pessoa que exerce uma certa profissão'.


Então, se você exerce profissionalmente o papel de desenvolvedor de software, logo, você pode ser classificado como um 'desenvolvedor profissional', correto?


Em tese, sim!


Digo em tese porque meu conceito de desenvolvedor profissional é diferente do que consta no dicionário. Tem muito desenvolvedor amador por aí no mercado, botando banca de super-herói, mas que na verdade gera mais bugs do que features de software. Mas como podemos identificar a diferença entre desenvolvedores profissionais e desenvolvedores amadores? Seguem algumas dicas:

  • Desenvolvedores profissionais planejam suas implementações antes de sair despejando linhas de código na aplicação. Desenvolvedores amadores freqüentemente trabalham com o método de tentativa e erro, ou seja, sem nenhum planejamento prévio ou analise de impacto em outras classes/módulos da aplicação.
  • Desenvolvedores profissionais se preocupam com o desempenho de suas soluções e não apenas se a  especificação recebida foi atendida. Para desenvolvedores amadores, o importante é entregar o que foi pedido. Funcionar rápido é outra história!
  • Desenvolvedores profissionais produzem códigos legíveis e não se importam de fazer refactoring em seus códigos ou em códigos gerados por terceiros. Enquanto isto, os desenvolvedores amadores procuram no dicionário de inglês o significado da palavra refactoring.
  • Desenvolvedores profissionais trabalham com desenvolvimento orientado a testes, ou pelo menos estão ligados no assunto e gostariam de trabalhar no futuro. Desenvolvedores amadores não são pagos para testar; azar do testador, compilou sem erros está pronto!
  • Desenvolvedores profissionais estão atentos para outras atividades do ramo de desenvolvimento de software como análise de requisitos, banco de dados, padrões de projeto, metodologias de desenvolvimento, teste de software etc. Desenvolvedores amadores apenas programam!
  • Desenvolvedores profissionais trazem os problemas à tona sempre que os encontram. Desenvolvedores amadores varrem para debaixo do tapete.
  • Desenvolvedores profissionais geram códigos em menos tempo porque sabem que fazer uma coisa certa é mais rápido do que explicar por que a fez errado. Desenvolvedores amadores estão sempre se explicando para alguém.
E aí, você é amador ou profissional?
"

Windows 7 RC inicia processo de expiração

Windows 7 RC inicia processo de expiração: "SÃO PAULO – Usuários do Windows 7 Release Candidate começarão, a partir de amanhã, a receber... ( Fabiano Candido, de INFO Online )"

Brasil pode ser punido por software livre

Brasil pode ser punido por software livre: "SÃO PAULO – A Aliança Internacional pela Propriedade Intelectual IIPA em inglês pode colocar o Brasil na lista... ( James Della Valle, de INFO Online )"

Autenticação e Autorização no ASP.NET MVC

Autenticação e Autorização no ASP.NET MVC: "Com a vinda do ASP.NET MVC, grande parte dos serviços que são disponibilizados para o ASP.NET WebForms, já nasceram com o MVC ou estão aos poucos sendo adicionados à plataforma."

Introdução a modelagem utilizando UML

Introdução a modelagem utilizando UML: "Este artigo visa auxliar estudantes e profissionais nos conceitos básicos de modelagem utilizando UML."

Criptografia Comportamental

Criptografia Comportamental: "Um novo conceito sobre criptografia baseado em aspectos humanos."

Novidades C# 4 Linguagem Dinâmica

Novidades C# 4 Linguagem Dinâmica: "Com a chegada do framework 4.0 veio o C# 4 com algumas novidades dentre elas a linguagem dinâmica."

Integre o Google Buzz no seu blog

Integre o Google Buzz no seu blog: "
O Google
Buzz
chegou ao mercado das mídias sociais e muito tem se falado sobre ele - bem ou mal.
O Buzz pode ser integrado com múltiplas plataformas
sociais, inclusive é compatível e fácil de integrar com o seu blog
Wordpress. Veja algumas formas.



Plugin: Google Buzz Button









A Internet Techies criou o plugin Google Buzz Button, que permite
adicionar um botão 'Buzz This' a cada um dos artigos do seu blog
Wordpress. As opções do plugin são relativamente limitadas. Você pode
escolher qual atributo 'rel' que pretende empregar nos seus links (por padrão é 'nofollow') e poderá ainda escolher se pretende mostrar o
botão antes ou depois do conteúdo do seu artigo. Pode ainda especificar a
largura e a altura do ícone.



Plugin: WP-Google Buzz









Outro plugin de grande qualidade é o novo criado por Arpit Shah. Este
botão é extremamente idêntico ao do plugin Google Buzz Button, embora
ofereça outras opções mais avançadas. Você poderá decidir entre mostrar o
botão antes ou depois dos seus artigos, ou simplesmente decidir um
posicionamento manual, mas existem também opções relativamente ao estilo
do botão. Dependendo do tipo de blog que tem, poderá desejar
utilizar um botão menor ou com um estilo diferente.



Plugin: WP-Buzzer









O plugin WP-Buzzer, criado por Hameedulah, é provavelmente o mais
robusto de todos os disponíveis neste momento. O estilo do botão é em
quase tudo idêntico ao botão oficial do Google Buzz, mas é nas opções
disponíveis que este plugin realmente mostra toda a sua competência.
Você pode selecionar onde pretende que o botão apareça (em artigos,
nas páginas, na homepage, nos RSS feeds), se pretende que o botão apareça
antes ou depois do conteúdo, o alvo do botão (abrir numa nova janela ou
em formato pop-up) e ainda o estilo CSS do mesmo. Poderá também escolher
entre um botão compacto ou grande. A melhor das opções é aquela que lhe
permite contar o número de usuários que partilhou o artigo,
bastando para isso ter uma chave e um login para a Bit.ly API.



Plugin: Light Social









O plugin Light Social oferece uma abordagem um pouco diferente do
botão de compartilhar do Google Buzz. O Light Social é um plugin que
oferece múltiplas redes sociais para colocar no fundo dos seus artigos.
Além da integração do novo Google Buzz, este plugin oferece ícones para
as redes sociais mais comuns do momento, como Twitter, Facebook,
Linkedin, Digg etc. Se pretende ter várias opções de partilha nos seus
artigos, incluindo o Google Buzz, o Light Social é o plugin ideal.



Plugin: Google Buzzzer









Se você pretende mostrar os conteúdos do seu Buzz na barra lateral do
seu blog, experimente o plugin Google Buzz ER. O plugin é basicamente
um widget que mostra todo o conteúdo público do seu Google Buzz. Insira o
seu username e defina quantas entradas pretende mostrar na sua barra
lateral. Uma das grandes vantagens deste plugin é o fato de os usuários poderem clicar no link 'comment' e comentarem imediatamente
a entrada.



Código: integração manual do botão Google Buzz




Para integrar os seus botões do Google Buzz, também é possível fazer uma
inserção manual, recorrendo a qualquer ícone que você queira usar no seu blog. Poderá até desenhar o seu próprio ícone e utilizá-lo com o
seguinte código:



<a href='javascript:var%20b=document.body;var%20GR________bookmarklet_domain="http://www.google.com";if(b&amp;&amp;!document.xmlVersion){void(z=document.createElement("script"));void(z.src="http://www.google.com/reader/ui/link-bookmarklet.js");void(b.appendChild(z));}else{}'>
<img src="http://www.oseublog.com/asuaimagem.png" border="0 alt="Partilhe no Google Buzz!"/></a>



É óbvio que esse código deverá ser colocado onde você deseja que o
botão apareça!



Este é o meu Buzz, acompanhe!



Até a próxima!
"

No divã das mídias sociais




Se nem Freud explica, será que ele pelo menos twitta?



Ao contrário do que muita gente disse, o ano para nós começou faz tempo. O carnaval foi uma pequena pausa, um descanso singelo e... só. Este é o meu 5º artigo do ano!


Durante o carnaval, convivi com 21 pessoas dentro de um sítio e em alguns momentos me peguei 'filosofando' sobre os diferentes papéis sociais de cada individuo no grupo. Se pararmos para pensar e, levando em consideração que a vida offline veio antes da vida online, muito do que fazemos virtualmente é um reflexo de nossas vidas no mundo do 'carne e osso'.



Depois de pensar nisso, resolvi ir atrás de algum material que abordasse os aspectos psicológicos e comportamentais presentes nas Mídias Sociais. Foi quando googlei e achei um texto do Doug Firebaugh muito legal; nele encontramos os sete As da Psicologia das Mídias Sociais. Como o texto é em inglês, não vai ter nada de sete As por aqui, ok? Vou sintetizar tudo o que ele disse em sete tópicos.

O texto pode parecer ausente de apelo comercial, mas entender como funciona a dinâmica das mídias sociais pode colocar suas iniciativas nesses canais em uma posição bem favorável. Vamos lá?

O que os seres sociais buscam?


01. Reconhecimento


Segundo Doug - e temos que concordar -, tudo o que as pessoas querem e precisam é de reconhecimento. As pessoas querem que os outros as notem e entendam que elas estão ali, participando da cena social.


Transferindo esta necessidade para o mundo offline, pense em quantas vezes teria sido bom se o seu chefe tivesse dado um tapinha nas suas costas depois de uma campanha bem feita, de um gráfico ascendente, de um aumento no funil de conversão das suas operações... Às vezes, nem um bom salário paga isso. Se você é chefe, fica a dica.


02. Atenção


A atenção vem logo depois do reconhecimento. O autor até dá exemplos: uma resposta de um follow no Twitter, um comentário em um post do seu blog ou um pedido de amizade aceito no Facebook.

Mais uma vez, do online para o offline: você chegou numa festa e um dos convidados acena para você (reconhecimento). Logo depois, ele vem até você e te cumprimenta com um aperto de mão e puxa um papo (atenção).


03. Aprovação


Além de fazer parte e receber atenção, é muito importante para o indivíduo ter a aprovação dos outros membros do círculo social. Aproveitando o exemplo do twitter, citado acima, imagine que você entrou no twitter, pessoas passaram a te seguir e, de repente, você recebe um retweet. Wow! Alguém concorda com o que você disse! Ou melhor, alguém quis dizer o que você disse! Outro exemplo: num passado remoto, existiu um negócio chamado Orkut. Brincadeira, mas imagine que você tenha iniciado uma discussão no fórum de uma comunidade. As pessoas podem responder seu tópico (atenção), mas se elas concordarem com seu ponto de vista, é melhor ainda (aprovação).

Trazendo para o mundo offline, podemos dizer que o ser humano é um 'treco' que vive em busca de aprovação. Queremos receber um ok sobre o que vestimos, sobre o que comemos, sobre nossa maneira de andar, com quem nos relacionamos, que lugares freqüentamos, e blablablablabla. Por mais 'desencanados' que possamos parecer quando dizemos 'Não ligo para o que os outros falam ou pensam de mim', não há como negar: quando as pessoas apóiam você, tudo é mais fácil, pois economizamos um tempo precioso, seja
discutindo/brigando, seja tentando convencer/dissuadir, seja pensando na frase 'Eu não tô nem aí'.


04. Apreciação


Vou por um caminho diferente daquele adotado pelo autor. Para mim, ser apreciado pela sua 'atuação' na vida das Mídias Sociais é receber contatos espontâneos, não necessariamente estimulados por uma conversação específica, que visam simplesmente elogiar sua postura em determinada comunidade, rede ou
site.


Imagine que você é um cantor. Depois do show, um fã que comprou o ingresso (reconhecimento), compareceu à apresentação (atenção) e cantou junto (aprovação), de repente chega até você e o elogia imensamente pela sua voz, postura em palco e músicas. Apreciação.


05. Aclamação


Ser aclamado engloba:

  • Ser respondido ou citado em uma conversação;
  • Ser retweetado, citado ou comentado em alguma conversação.
Nesse caso, a aclamação é muito mais coerente ou importante quando o aclamado é uma marca ou organização. Assim medimos os níveis de influência de uma marca em Social Media.


06. Garantias


As pessoas que compõem o universo das Mídias Sociais querem ter certeza de que estão fazendo as coisas certas, falando as coisas certas, sendo as pessoas certas. É justamente por este motivo que é tão primordial consentir com essas pessoas; mostrar que elas são parte do meio social e que elas são necessárias é altamente reconfortante.


07. Participação


Acho que isso resume todo o resto. No fundo, todo mundo quer se sentir parte de algo, membro de uma comunidade, de um clã. Esse cenário é tão real para o mundo carne e osso quando para o mundo virtual.


Os indivíduos devem se sentir incluídos. Devem ser convidados para grupos, atividades. E se você é uma organização, deve fazer com que ele se engaje por sua empresa.


O reconhecimento coletivo é tão importante quanto o reconhecimento individual.


Bom, estes são os sete tópicos. Espero que tenham gostado! Espero os comentários. Quem sabe conseguimos aumentar essa lista...

Internet Explorer ganha uma pitada de HTML5

Internet Explorer ganha uma pitada de HTML5: "
Usuários do Internet Explorer agora podem ter um gostinho dos elementos de vídeo do HTML5 sem a necessidade de trocar de navegador.

Através de um novo plug-in em desenvolvimento com codecs do Xiph.org, usuários podem ativar um suporte rudimentar para o formato OGG de vídeos em HTML5 em computadores com Windows 32 bits e 64 bits.

A novidade ainda apresenta vários problemas em relação à qualidade do HTML5 presente no Firefox, no Chrome, no Safari e no Opera beta, que nativamente suportam o formato. O plug-in deixa de fora suporte a H.264, controles de playback como seeking, não oferece interfaces de HTML5 e requer mudança no atributo XMLNS com a tag <vídeo> para que funcione. O atributo que deve ser adicionado é o xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml/video'.

Ou seja, é uma solução imperfeita e complexa para implementar no momento. Versões futuras devem melhorar bastante e trazer um bom suporte para HTML5.

Atualmente, o plug-in não é a única forma de se ter suporte ao HTML5 no Internet Explorer. O Chrome Frame permite que o usuário processe o HTML5 através do navegador Chrome no IE.

O plug-in é de autoria do desenvolvedor Cristian Adam, que disponibiliza aqui instruções para usá-lo aqui.

Com informações de CNET
"

MS disponibiliza atualização antipirataria do Windows 7

MS disponibiliza atualização antipirataria do Windows 7: "
A Microsoft disponibilizou uma atualização antipirataria para o Windows 7.

O Windows Activation Technologies pretende detectar e eliminar até 70 exploits de ativação, com o objetivo de combater cópias piratas do sistema operacional.

A atualização está listada como opcional no Windows Update, mas pode ser obtida através do artigo 971033 na Base de Conhecimento da Microsoft.

Com informações de BABOO e Gizmodo
"

Entity Framework- Usando o Entity Framework em aplicações ASP .NET


Quando uma aplicação Web é executada, a ASP .NET mantém informações sobre a aplicação atual, sobre cada sessão do usuário, sobre a requisição HTTP atual, sobre a página requisitada e por aí vai. Para fazer
isso a ASP .NET contém diversas classes para encapsular a informação do contexto. A ASP .NET faz
instâncias dessas classes disponíveis como objetos intrínsecos que você pode acessar a partir do seu código.


A seguir temos uma relação desses objetos intrínsecos e das classes que eles instanciam:


Nome do Objeto Classe ASP.NET
Response HttpResponse
Request HttpRequest
Context HttpContext
Server HttpServerUtility
Application HttpApplicationState
Session HttpSessionState
Trace TraceContext


Da mesma forma o ciclo de vida de uma página ASP .NET pode ser resumido conforme o esquema a
seguir:





Tomando por base as informações do
ciclo de vida de uma página ASP .NET, mesmo
que você realize
todo o trabalho necessário usando o ObjectContext
gerado pelo Entity Framework no code-behind
da página,
esse
contexto, que é instanciado pela página, será destruído
quando a página for liberada.



Dessa forma, quaisquer entidades
que forem criadas na página também serão igualmente destruídas. Por este motivo as páginas web são, por natureza, sem
estado.




Na figura abaixo temos o ciclo de
vida da página ASP .NET usando o ObjectContext criado pelo
Entity Framework:





Concluímos que não podemos
simplesmente instanciar um ObjectContext,
efetuar as consultas para obter as entidades, realizar as
operações e persistir as informações chamando o método SaveChanges(),
pois
nunca retornaremos para o mesmo ObjectContext
criado no início e, portanto, não teremos como gerenciar o
estado dos objetos.



Este é justamente o grande desafio
para trabalhar com o EntityFramework em
aplicações ASP .NET.



Se sua aplicação precisa somente
exibir dados e informações você pode retornar os dados de
alguma forma para a página e usar código para preencher os controles
ou efetuar a vinculação dos dados.



O problema é quando você realizar
qualquer alteração nos objetos em sua aplicação web usando o
Entity Framework.



Para contornar este problema você
deve ter o cuidado de não retornar as
consultas a partir do seu
código, ao invés disso, você deve
retornar o resultado dessas
consultas, quer seja um simples objeto, uma coleção, uma
Lista
ou algo parecido.



Você não deve retornar um ObjectQuery
ou uma consulta LINQ to Entities, pois a
execução da consulta requer um ObjectContext e,
se você retornar a consulta da sua classe de negócio, ela será
desanexada (detached) do contexto assim que objeto for liberado.



No código do exemplo abaixo o
método da classe de negócio está retornando um IQueryable
do objetos Clientes:



public IQueryable<Customer> GetClientes(int cliID)
{
return _ctx.Cliente.Where(c => c.ClienteID == cliID);
}



Em uma página ASP .NET você pode
atribuir para a fonte de dados de um controle o resultado desta
operação. Como você está retornando um tipo IEnumerable,
isso será permitido. Dessa forma podemos fazer assim:



ListView1.DataSource=dal.GetCliente(570);



De outra forma, a
consulta não será executada até que a página inicie a
renderização do controle ListView, e pode ser que o objeto
de
negócio não exista mais e a execução venha a falhar.



Portanto, retorne os
resultados das consultas e não as consultas em suas classes de
negócio.



Assim, você não tem que se
preocupar como os
métodos que serão afetados pelo ciclo de vida da página e, além
disso, ao executar a consulta e forçar o resultado usando um First,
ToList,
ou Execute
, quando a iteração for concluída o
EntityConnection e a conexão com o banco de
dados será
liberada e será outra
preocupação que você não terá que ter. Matou
dois
coelhos com um golpe só...



Para tornar mais
claro este enfoque, vejamos um exemplo onde estamos retornando o
resultado de uma consulta em um método da nossa classe de
negócio:



Public Function GetCliente(ByVal ContatoID As Int32) As Cliente

Dim cli =  contexto.Contatos.OfType(Of Cliente) _
.Include('Enderecos') _
.Include('nome') _
.Where("ct.Contatoid=" & ContatoID)

Dim cliente as Cliente = cli.FirstOrDefault()
'Aqui estamos retornando o objeto Cliente e não a consulta
Return cliente
End Function



A página ASP .NET
pode então
instanciar uma classe, chamar o método GetCliente
e então preencher os controles usando os dados retornados, conforme
o código a seguir:



Protected Sub Page_Load(ByVal sender As Object,ByVal e As
System.EventArgs) Handles Me.Load

If Not IsPostBack Then

Dim dal = New SuaClasseDeNegocios()
Dim cli =
dal.GetCliente(_cliID)
popularTextBoxes(cli)

gridView_Enderecos.DataSource = cli.Enderecos

gridView_Enderecos.DataBind()
End If

End Sub



Como o comportamento padrão dos
controles é salvar os valores a serem exibidos no View
State
, não será necessário retornar os dados da
página a cada post back.



Dessa forma, quando desejarmos apenas
exibir o resultado, as coisas serão simples.



O problema é tratar
as alterações dos objetos no ObjectContext, mas isso será
tratado em outro artigo...



Aguarde mais artigos sobre Entity Framework.



Eu sei, é apenas Entity Framework,
mas eu gosto.
"

IBM desenvolve algoritmo que analisa base de dados em minutos

IBM desenvolve algoritmo que analisa base de dados em minutos: "
A IBM anunciou o desenvolvimento de um novo algoritmo que será capaz de, em minutos, analisar terabytes de dados brutos mais rapidamente para prever o tempo e o uso da eletricidade.

O algoritmo pode classificar, relacionar e analisar milhões de conjuntos de dados aleatórios, o que levaria dias para os supercomputadores processarem.

De acordo com o pesquisador da companhia, Costas Bekas, há cerca de mil linhas de código no algoritmo, e ele poderá ser usado para analisar uma crescente massa de dados que medem, por exemplo, as tendências de uso da eletricidade e os níveis de poluição do ar ou da água.

Trabalhando há dois anos no projeto, a IBM uniu modelos de dados de calibração e análise estatística que pode avaliar os modelos de medição e relações ocultas entre conjuntos de dados. O executivo afirmou que o algoritmo também pode reduzir encargos sobre as empresas através da análise de dados em uma forma de energia mais eficiente.

Segundo a IBM, o algoritmo foi comprovado cientificamente para o trabalho, e o laboratório de pesquisa está colaborando com a unidade da IBM Global Services para que ele seja utilizado em serviços específicos.

Com informações de ComputerWorld
"

Padrões: o mercado precisa deles

"Quem á não passou pela situação de tentar ligar um dispositivo elétrico e se deparou com uma incompatibilidade entre o plugue do aparelho e a tomada na parede? Daí surgem as 'alternativas' como
aqueles adaptadores grandes e muitas vezes inseguros para conversão dos conectores.


Assim como este problema, convivemos diariamente com muitas outras incompatibilidades, como formatos de arquivos, sistemas operacionais diferentes (para computadores e celulares), sistemas de mensagens
instantâneas que não 'conversam' entre si, sem falar na quantidade cada vez maior de controles remotos que temos que 'administrar' para assistir à TV ou a um filme.


Esses são só alguns dos milhares de exemplos que demonstram que a falta de padrões pode ser uma grande dor de cabeça para usuários.


A solução definitiva para essa questão é a padronização. Parece simples, mas encontrar o equilíbrio entre interesses de mercado, comerciais e políticos nem sempre é fácil. Mesmo assim os padrões são cada vez mais necessários.


O padrão Brasileiro para plugues elétricos está em fase transição. Desde o final do ano passado quem precisou comprar uma tomada já não tinha escolha e teve que levar para casa um plugue do novo modelo.
Como os eletrodomésticos que temos em casa não são compatíveis com o novo padrão, os 'conversores' estão em alta. Nem bem a alteração foi feita e já temos ações judiciais questionando a mudança. Isso só gera insegurança quanto à adoção ou não do padrão.


Outro item que é fonte de incompatibilidade são os formatos de arquivos, e já são mais de 1000 tipos diferentes, cada um utilizado praticamente por uma única aplicação. Além de um contrassenso, isso gera uma situação em que os arquivos ficam associados à aplicação tolhendo o usuário de poder utilizar a informação ali gravada em outro programa.


Hoje temos os formatos desenvolvidos pela ODF (OpenDocument Format Alliance), que tem o endosso de governos internacionais e o apoio de grandes plataformas. Esses formatos são baseados em XML, que faz com que documentos do pacote Office sejam todos compatíveis. Falta a Microsoft apoiar a iniciativa (por que será que ela ainda não adotou o formato?).


Mas não temos apenas exemplos de confusão. Em breve estaremos livres dessa imensa variedade de carregadores de celular. Em 2009, a maioria dos grandes fabricantes de celulares (com exceção da Apple, por motivos óbvios) concordou em padronizar os carregadores de celulares e smartphones com o conector Micro-USB. Pelo acordo isso deve ser feito até 2012. Assim, um só tipo de carregador será necessário."

Redes Sociais: quem quer vender?

"'We run this company based on data, not assumptions', era a máxima utilizada por Larry Page e Sergey Brin - os fundadores do Google. Traduzindo a idéia, seria algo como: 'nós construímos esta empresa baseado em dados, não em achismos'. Isso te diz alguma coisa?


A popularização da atuação de empresas em Redes Sociais reflete as mudanças que o mundo sofreu. A publicidade se reinventou. Vivemos num mundo onde a notícia agora é a propaganda e a propaganda está sempre virando notícia. E o que isso tudo quer dizer? Quer dizer que a forma como interagimos com o mundo mudou, conteúdo hibrido, relevante e ao alcance do mouse... a verdadeira revolução. E é sobre isso que vamos falar hoje. Sobre a era do alcance.


Há algumas semanas a AgênciaClick divulgou preciosos dados sobre a realidade das redes sociais e os perfis
de usuários de internet ativos no país
. Não há como negar o potencial existente em toda essa malha virtual. Contudo, como já dissemos aqui, é preciso saber onde pisar.


Na rotina de uma agência web freqüentemente somos indagados sobre como posso atrair mais visitantes
para o um site, ou como a minha comunidade no Orkut pode ganhar mais usuários? E tantas outras do gênero.


Seria muito cômodo caso houvesse uma fórmula aplicável a todos, mas não existe. O que existe, quando se trata de internet, são possibilidades. As ferramentas disponíveis hoje nos permitem mensurar
100% das ações realizadas no meio online. Um sem-número de dados, estatísticas e palavras à espera de análise. É preciso colocar a mão na massa. Lembre-se: Dados, não achismo.


Muitas vezes basta apenas fazer o dever de casa. Estar na hora certa e no lugar certo. É preciso estar
disponível para o seu usuário. Uma das vantagens da atuação em mídias sociais é a atemporalidade. Não precisamos de trinta segundos para uma idéia. Precisamos apenas de um argumento convincente. A idéia
permanece lá, está feito.


As Redes Sociais são como uma grande praça, ou grande mercado central. Imagine 55 milhões de usuários conectados ? atemporais, únicos e independentes. Toda essa multidão está pronta para comprar sua marca, seu produto, seu conceito. Cada clique traz uma nova possibilidade. E é exatamente aí que você (anunciante ou agência) deve intervir ? de maneira simples e descomplicada.


Como todos sabem, Social media é um produto único. Um produto que sempre existiu, mas nunca esteve a
venda como está agora. Diante disso, muitas são as possibilidades de trabalho. A era do alcance está aí para todos. Quem quer vender?"

Twitter troca MySQL por Cassandra

"De acordo com Ryan King, engenheiro do Twitter, a rede social pretende trocar o MySQL pelo banco de dados Cassandra.

A razão estaria na resiliência, na escalabilidade e na grande comunidade de desenvolvedores de código aberto do repositório leve de dados feito em Java, que dispensa a sobrecarga de recursos dos bancos de dados relacionais convencionais. A tecnologia é parecida com a de outros bancos de dados NoSQL emergentes, como MapReduce e Hadoop.

Hoje, o Twitter utiliza um cluster de servidores MySQL com um sistema de cache em memória que 'está rapidamente se tornando proibitivo para operar. Precisamos de um sistema que possa crescer de forma mais automática e que tenha alta disponibilidade', disse o engenheiro.

O volume de dados no Twitter aumentou consideravelmente no último ano. Em janeiro de 2008, o microblog movimentava cerca de 2 milhões de tweets por dia. Um ano depois, esse volume chegou a 50 milhões de posts diários.

Com informações de BR-Linux
"