Ubuntu Perfeito remasterizado

Ubuntu Perfeito remasterizado: "

Enviado por hamacker (sirhamackerΘgmail·com):


“Essa mensagem é para aqueles que estão conhecendo o Ubuntu: remasterizei o Ubuntu com a aplicação do script Ubuntu Perfeito, assim muita coisa já tá pronta e economiza descarregar pacotes da internet. O link para download é: http://hamacker.santhanna.net/?page_id=1103

Esta remasterização tem como diferencial da edição convencional do Ubuntu :


* Todas as atualizações posteriores ao lançamento do Ubuntu até a data 21/07/2010.

* Aplicação parcial do Ubuntu Perfeito, sim, parcial. Resolvi deixar de fora alguns itens que considero que nem todos venham a utilizar, por exemplo, o VirtualBox. Apesar disso, o script Ubuntu Perfeito já vem instalado com ele, assim poderá acrescentar novos recursos.

* Firefox já vem personalizado. Não se preocupe, não é nada extravagante, apenas o que eu considero ser um firefox ideal.

* Tema padrão alternativo, escolhí outro tema, este é mais conservador e mantém os botões de inimizar/maximizar do lado direito como em edições anteriores, apesar disso você é livre para voltar ao tema original usando o próprio gerenciador de temas do Ubuntu ou usando o Menu de Serviços do Ubuntu Perfeito que além de voltar ao tema original, também pode aplicar o conjunto de outros temas que acompanham essa edição.

* Syslinux atualizado para a versão 4.01. O Syslinux é o boot loader, ou carregador de sistema do Linux, a versão que acompanha o Ubuntu (todas as versões) é desatualizada e consegue ser mais antiga do que a usada no Debian e isso atrapalha a criação de LiveCDs ou LiveUSBs com certos programas, incluindo o RemasterSYS e Parted Magic que ora é bootável num computador e ora não é bootável em outro.

* Edição 32 e 64 bits, se você tem até 3GB de RAM recomendo que descarregue a edição 32bits, além dos 3GB de RAM passa a valer a pena descarregar a edição 64bits.


O intuito dessas edições é fornecer um Ubuntu mais completo e perfeito às necessidades diárias no ambiente de trabalho ou domiciliar, modestamente, eu considero que este .ISO é o que deveria ser a base do Ubuntu.” [referência: hamacker.santhanna.net]

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Diferenças entre engenharia de software e engenharias tradicionais

Diferenças entre engenharia de software e engenharias tradicionais: "Quem trabalha com desenvolvimento de software está quase sempre envolvido com atrasos na entrega e com problemas de qualidade no produto construído. Quando estes problemas se tornam muito frequentes, inevitavelmente as pessoas começam a comparar a Engenharia de Software com as engenharias tradicionais, pois, é perceptível que nas demais engenharias os problemas de atraso e qualidade são muito menos recorrentes.



Por que ao construir um prédio é possível cumprir o planejamento com muito mais precisão e ter muito menos inconformidades no final do que quando estamos construindo um sistema de informação?



A minha intenção neste post é fazer uma comparação entre os principais aspectos das engenharias tradicionais e de software, para nos ajudar cada vez mais nos aproximarmos das boas práticas de engenharia e a explicar a nossos clientes porque não conseguimos cumprir prazos com a mesma constância que o pessoal das outras engenharias.



Os principais aspectos que diferenciam a engenharia de software das demais são:



Maturidade da área



Existem poucos padrões a serem seguidos quando se executa projetos de software. Na maioria das outras áreas de engenharia já existe uma cultura secular ou até mesmo milenar (lembrando que os egípcios já construíam pirâmides complexas há mais de 5.000 anos), fazendo com que muitos métodos e técnicas sejam extremamente testados e de amplo domínio. Na engenharia de software quase tudo ainda é muito mais experiência de alguns do que conhecimento de todos.



Produto intangível



Os gerentes de projetos de outras áreas, normalmente, trabalham com objetos materiais visíveis e tangíveis. Estes objetos podem ser sentidos, observados, tocados, etc., e mediante o uso das informações obtidas através do uso dos sentidos podem ser melhorados, corrigidos ou modificados. Enquanto isso, a natureza abstrata e intangível do projeto de software limita muito a ação do gerente. É muito mais fácil os envolvidos perceberem e avaliarem o desenvolvimento do projeto de um navio, de uma casa ou de uma máquina do que ver o progresso de um projeto de software cuja visibilidade é meramente conceitual, através de um conjunto de documentos.



A mesma dificuldade de perceber o andamento do trabalho se repete ao tratarmos sobre alterações no produto finalizado. É muito mais fácil para um engenheiro explicar a um cliente o esforço necessário para mudar a janela de uma casa de lugar depois dela pronta, do que um engenheiro de software demonstrar para o seu usuário o esforço para mudar um botão de posição na tela de um sistema. “Mas basta apenas mudar o botão de lugar, não pode demorar esse tempo todo...” é a resposta padrão que os profissionais de software ouvem.



Facilidade para modelagem / prototipação



Quando se trata de projetar objetos tangíveis, é muito mais fácil criar um modelo ou protótipo que represente bem para os interessados aquilo que se pretende construir. Pode-se lançar mão de diversos artifícios: plantas, desenhos, maquetes, modelos computacionais em 3D, etc. Permitindo até mesmo que criemos modelos que simulam o funcionamento do produto depois de pronto. Já para um software, que é intangível, a questão da prototipação é mais complexa, normalmente o que fazemos são os layouts das telas e a simulação da navegação, contudo, isso não basta. Por trás das telas pode haver regras de negócios extremamente complexas que não são representadas no protótipo e, consequentemente, não podem ser validadas pelos interessados.



Falta de padronização nos projetos



Grande parte dos projetos de software são projetos únicos, pois, visam informatizar processos que também são únicos. Existe a experiência anterior com outros projetos, mas ela não se aplica integralmente no novo projeto. Isso torna difícil antecipar problemas, pois, a maioria deles serão problemas novos.



Rápida evolução tecnológica



Como há uma rápida evolução tecnológica na área de TI, nem mesmo a tecnologia usada, os métodos e ferramentas já conhecidas e experimentadas em projetos anteriores servirão de parâmetros para o novo projeto. Muitas ferramentas ou técnicas amplamente utilizadas há pouco mais de uma década, hoje são completamente obsoletas.



Na maioria das áreas a opção mais comumente adotada para acompanhar a evolução tecnológica ou o aperfeiçoamento de métodos e técnicas é projetar novos produtos que englobam os avanços tecnológicos. Em projetos de software, não raro, tenta-se adaptar os produtos existentes às novas tecnologias.



Conhecimento da área de atuação



Os projetistas das demais áreas de engenharia, em geral, gerenciam projetos muito específicos de sua área de conhecimento enquanto os projetistas de software são solicitados a desenvolver os seus projetos nas mais variadas áreas do conhecimento humano, áreas estas que eles não dominam. Isto torna as incertezas de seu sucesso ainda maiores, pois, eles dependem essencialmente do conhecimento de pessoas que por sua vez não dominam as técnicas de desenvolvimento de software.



Identificação das falhas



Enquanto os gerentes de projetos de outras áreas podem orgulhar-se de colocar no mercado produtos sem defeitos, os gerentes de produtos de software, geralmente devem contentar-se em oferecer produtos que sejam confiáveis, não necessariamente sem defeitos. Confiáveis são produtos que podem apresentar defeitos, mas estes não devem ocorrer em situações normais de uso, não podem ser frequentes e nem aparecer nos momentos mais críticos de uso do produto.



Outra consideração significativa diz respeito às indicações de possíveis falhas. Nas demais áreas, as falhas são geralmente antecedidas por ocorrências facilmente percebidas, tais como rachaduras em prédios, barulhos estranhos em máquinas, cheiros incomuns em aparelhos elétricos ou produtos químicos, fumaça em motores, por exemplo. Em produtos de software as possíveis falhas muitas vezes só são percebidas na hora do uso.



Várias formas de se implementar o mesmo produto



Na maioria das áreas o número e a variedade de implementações satisfatórias é, em geral pequeno, isto quando não se reduz a uma só. Em engenharia de software pode haver uma enorme variedade de implementações satisfatórias. Desta forma as especificações de um projeto de produto de software devem incluir diretrizes para se escolher adequadamente uma alternativa correta.



Dependência de outros fatores



Outra dificuldade em projetos de software é que a qualidade dos produtos de outras áreas depende, em geral, somente da qualidade construída no produto. Já na área de produtos de software a qualidade do resultado produzido pelo software depende da qualidade da máquina na qual ele vai ser executado, da qualidade dos outros produtos de software com os quais ele interage (sistema operacional, compilador, servidor de aplicação, gerenciador de Banco de Dados, etc.).

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48 GB de RAM ou: Nerd pr0n

48 GB de RAM ou: Nerd pr0n: "

A Gskill é uma empresa de Taiwan especializada em memória, mas não aquelas porcarias xing-ling que você compra pro desktop do seu chefe. Memóooria. Agora, se superaram. Criaram um kit de 47 GB, DDR3 a 1,9 GHz. São 12 pentes de 4 GB cada, selecionados e testados individualmente para garantir estabilidade máxima.


Aí você pergunta: Onde diabos vou enfiar 12 pentes de 4 GB na minha PC-Shit?


Não vai, só de cogitar essa possibilidade a placa-mãe normal explode, igual à piada da formiguinha e o elefante. Para aguentar essa estupidez de memória, é preciso uma placa-mãe especial, quase a mãe de todas as placas-mãe: A EVGA Classified SR-2:



Essa monstruosidade vem com SATA III, SLI 3-way, 12 slots de DDR3 e nada menos que SETE slots PCI-Express 2.0. CPU? Que tal suporte pra DOIS Intel Xeon LGA1366? Não vi os testes, mas com 48 GB essa beleza deve rodar Crysis quase sem swap.


Claro, um avião desses tem seu preço. Só a placa-mãe custa US$ 600,00. Some a isso a memória, os pelo menos 8 HDs (você não vai subutilizar a placa deixando um conector SATA parado, né?), as 7 placas de vídeo e a fonte movida a Plutônio, e temos pelo menos uns US$ 10 mil de hardware.


Que devem valer cada centavo, quando esse bicho estiver ligado a toda.


Fonte: Slashgear.




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Como se ajustar a um novo emprego

Esta notícia foi enviada para você por rubensplima@gmail.com

Como se ajustar a um novo emprego
Profissional que acaba de conquistar posto de trabalho deve tomar alguns cuidados no novo ambiente.
Por Catherine Kaputa, CIO (EUA)

Leia a matéria completa em: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2010/05/31/como-se-ajustar-a-um-novo-emprego

Mestrado Profissional ou Acadêmico? O que escolher?

Mestrado Profissional ou Acadêmico? O que escolher?: "
Será que sabemos, de fato, a diferença entre mestrado acadêmico e mestrado profissional? Sobre o acadêmico já conhecemos bastante, mas e sobre essa modalidade que surgiu depois? Vamos, então, às definições:



Mestrado Profissionalizante

Curso menos teórico que o acadêmico e voltado para o mercado de trabalho. "O trabalho de conclusão final do curso poderá ser apresentado em diferentes formatos, tais como dissertação, revisão sistemática e aprofundada da literatura, artigo, patente, registros de propriedade intelectual, projetos técnicos, publicações tecnológicas; desenvolvimento de aplicativos, de materiais didáticos e instrucionais e de produtos, processos e técnicas; produção de programas de mídia, editoria, composições, concertos, relatórios finais de pesquisa, softwares, estudos de caso, relatório técnico com regras de sigilo, manual de operação técnica, protocolo experimental ou de aplicação em serviços, proposta de intervenção em procedimentos clínicos ou de serviço pertinente, projeto de aplicação ou adequação tecnológica, protótipos para desenvolvimento ou produção de instrumentos, equipamentos e kits, projetos de inovação tecnológica, produção artística; sem prejuízo de outros formatos, de acordo com a natureza da área e a finalidade do curso, desde que previamente propostos e aprovados pela Capes". "O corpo docente do curso deve ser altamente qualificado, conforme demonstrado pela produção intelectual constituída por publicações específicas, produção artística ou produção técnicocientífica, ou ainda por reconhecida experiência profissional, conforme o caso.' A PORTARIA NORMATIVA N 7, DE 22 DE JUNHO DE 2009 tem como objetivo regulamentar o mestrado profissional, modalidade esta que estava sem regulamentação no país.



Mestrado Acadêmico

Pós-graduação voltada para o ensino e a pesquisa. Oferece o título de mestre em determinado campo do saber, portanto é um curso direcionado para quem deseja lecionar. São cursos que exigem proficiência em outra língua, além do português, usualmente o inglês. Para obtenção do título é necessária a preparação de dissertação.


O artigo abaixo é de Celso da Costa Frauches, consultor do ILAPE (Instituto Latino-Americano de Planejamento Educacional - Brasília/DF). Artigo originalmente publicado no site do ILAPE

A universidade brasileira acomodou-se, até recentemente, a oferecer cursos de pós-graduação, em níveis de mestrado e doutorado, exclusivamente para o meio acadêmico, com o objetivo de capacitar profissionais para o exercício do magistério superior e para a pesquisa. Os diplomas desses programas acadêmicos, para terem validade nacional e serem reconhecidos por qualquer instituição de ensino, pública ou privada, necessitam ser reconhecidos pelo MEC, em processo que está regulamentado e conta com a participação ativa da Fundação Capes e da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, do MEC. Os cursos são reconhecidos por cinco anos e, para continuidade de sua validação, devem ter o seu reconhecimento renovado, a cada cinco anos.



Na Infoera - a Era da Informação - e com os efeitos da globalização da economia, o Brasil passou a conviver, mais intensamente, com a oferta de programas de mestrado profissional - mais conhecidos como MBAs -, oriundos de universidades estrangeiras ou de empresas de consultoria e auditoria, que não integram o universo das instituições de ensino superior. Esses programas dispensam a validação, pelo MEC, de seus certificados ou diplomas, pois o mercado de trabalho não está sujeito às mesmas regras do mundo acadêmico.



Com a aceitação, imediata, pelo mercado de trabalho, dos mestrados profissionais, com ênfase para os da área de gestão, ofertados por universidades estrangeiras e consultorias e universidades corporativas brasileiras, esses cursos passaram a atrair, também, o interesse de professores universitários e de outros profissionais da educação. Tais profissionais, contudo, pretendem que os diplomas dos MBAs sejam reconhecidos, pelo MEC, para que tenham validade, perante os sistemas de ensino (federal, estaduais e municipais), a fim de que possam ser aproveitados em processos de progressão funcional ou em concursos públicos, em que se exija o título de mestre.



Os diplomas de mestrados profissionais não conferem nenhum privilégio para o exercício de qualquer profissão ou atividade, por não estarem sujeitos a reconhecimento oficial ou registro, mas agregam competências e habilidades indispensáveis ao exercício das funções deles decorrentes. Neste caso, o mais importante não é o canudo (o diploma), mas os conteúdos aprendidos e assimilados. O diploma não assegura competência; ele certifica os estudos realizados, apenas. Ele não capacita o diplomado ao exercício das funções para as quais está direcionado; o que capacita é a aprendizagem. Já os diplomas de mestrados acadêmicos, dirigidos exclusivamente para o exercício da docência, no ensino superior, mesmo com o reconhecimento oficial, não têm a mesma validade para o mercado de trabalho, pois os seus objetivos não são adequados ao meio empresarial.



Quem busca o desenvolvimento de competências e habilidades, para a melhoria de seu desempenho profissional, não está preocupado com o reconhecimento oficial do diploma do curso realizado, uma vez que o mercado não faz essa exigência, não sinaliza para esse aspecto burocrático, somente compreensível no meio acadêmico e nos setores da administração pública. Os clientes dos mestrados profissionais (MBAs) são pessoas que desejam crescer pessoal e profissionalmente, agregando valores ao seu conhecimento, para obterem sucesso num mercado de trabalho em constante mudança e cada vez mais competitivo. Para esses, 'o diploma não vale nada; o que vale é o aprendizado'.
O Blog do professor Hamilton agora se chama SuperDaHora!




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O novo Ubuntu é 10!

O novo Ubuntu é 10!: "
A nova versão do Ubuntu, lançada na última quinta-feira, 29/04/2010, traz uma série de novidades interessantes. Fiz a instalação hoje e fiquei muito surpreso – positivamente – com várias das modificações realizadas.

A primeira boa impressão já é sentida logo ao ligar a máquina. O tempo do boot foi drasticamente reduzido com a remoção do HAL, substituido pelo udev/DeviceKit.


Os polêmicos controles de janela, modificados para a esquerda, podem ser facilmente trocados de lado com a alteração do tema das janelas. Apesar disso, vale a experiência em usar um modelo diferente do tradicional. Outra coisa legal é a integração com ferramentas de mensagem instantânea, e-mail e sites de relacionamento.


Para a migração ser menos traumática e absurdamente mais rápida recomendo que seu diretório /home esteja em outra partição. Dessa forma, os seus dados pessoais, documentos, imagens, etc., ficam lógicamente separados do sistema operacional.

Ao trocar a versão do sistema, é possível formatar a partição do S.O. sem pena, apenas tendo o cuidado de não esvaziar sua partição de dados. Na instalação da nova versão, aponte o ponto de montagem para sua partição previamente criada.


Mas voltando as novidades do Ubuntu 10.04, houve um remodelamento no “Ubuntu Software Center”, o gerenciador de aplicativos, que teve vários pontos de usabilidade melhorados, ganhando também uma seção específica para instalação de fontes e melhora na organização das categorias.

Resumindo essa história toda…

Vale a pena testar o novo Ubuntu, mesmo para quem já está acostumado (eu uso desde a 7.04) e para tirar algumas más impressões deixadas pela 9.10 :-). Recomendo!

– Uma descrição interessante (e em pt_BR) das mudanças dessa nova versão pode ser vista no blog do André Gondim

– A lista oficial de mudanças está aqui.


Tagged: linux, Ubuntu


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O perfil do profissional de planejamento digital


O crescimento da internet no mercado brasileiro vem gerando novos empregos no mercado digital. Se antes as agências eram formadas pelo trio Atendimento, Criação e Tecnologia, hoje possuem profissionais de arquitetura de informação, gerenciamento de projetos, mídia, redatores, especialistas em redes sociais, usabilidade, links patrocinados, otimização de buscadores, além profissionais especializados em determinadas tecnologias como PHP, ASP ou Flash. Enfim, a web trouxe novas profissões ou especializações para o já tão saturado mercado publicitário.


Um dos profissionais que vêm ganhando muito espaço no mercado de agências é o profissional de planejamento digital, ou como eu prefiro chamar, planejamento estratégico digital.


Os profissionais de planejamento, ou planners digitais, usam técnicas de planejamento de comunicação conhecidas nas agências 'offline' alinhadas a técnicas específicas de web. Em meu livro Planejamento
Estratégico Digital
eu explico como surgiu e como se desenvolve essa nova disciplina dentro das agências, importantíssima para fazer o trabalho de pesquisas, análises, entender o perfil do público-alvo, entender o problema de cliente e traduzir tudo isso em estratégias digitais que liguem a marca ao consumidor.

Mas qual o perfil desse profissional?


Planners são responsáveis por descobrir os problemas da marca dos anunciantes. Entendem o que os consumidores desejam das marcas, descobrem se a promessa das marcas está sendo condizente com o que
os consumidores desejam. Planners descobrem uma solução estratégica para o cliente; são profissionais que entendem de estratégias, dos caminhos que devem ser traçados para atingir os objetivos do cliente.


Os planners que desejam apenas cumprir os objetivos precisam rever sua maneira de pensar, pois é sempre importante trazer para o cliente mais do que ele espera. Planners são eternos insatisfeitos com os resultados. Sabem que podem conseguir sempre mais. E buscam isso.


Planners pesquisam tudo: concorrência, comunicação, público-alvo, mercado, tendências, novas tecnologias, novas mídias, consumidores, empresa. Geram relatórios e relatórios de dados sobre todas e outras pesquisas. Um papel fundamental do planner é transformar esses dados em informação relevante.

A inteligência do profissional é sua única 'ferramenta' no auxílio dessa transformação. Essas informações serão a base para a construção das estratégias para o cliente; serão também importantes para gerar um briefing criativo que inspire a criação a fazer um trabalho excepcional baseado no planejamento estratégico
digital.


Planners inspiram a criação, acham caminhos que melhoram a criação. Não criam, apenas dão ferramentas para os criativos.

Ênfase no conteúdo




A comunicação para o público-alvo deve ser sempre relevante e diferenciada, afinal, todo o consumidor é impactado por diversas mensagens. Um homem de 25 a 30 anos, classe A, morador de São Paulo, pode ser alvo de dezenas de marcas; logo, sou impactado pela grande maioria delas.


Mensagens relevantes e diferenciadas prendem as pessoas. Essa qualidade na mensagem é papel do planner e quando falamos de internet, então, é sempre importante dizer que conteúdo é um dos fatores mais importantes dessa ferramenta.


Os planners digitais devem se preocupar muito com esse conteúdo. Ele deve ser relevante, ou o usuário fecha o browser ou digita outra URL. Planners enxergam mais longe, pois são eles que fazem as pesquisas; assim têm uma visão mais abrangente do que está acontecendo, do que estão falando e como agir. Informação é tudo.


Publicitários possuem 'feeling', entretanto não se pode fazer uma campanha baseada em 'eu acho que'. Feelings são importantes para iniciar possíveis estratégias, possíveis caminhos. É um bom começo de conversa, mas as pesquisas embasam o planejamento.


Quando necessário, planners mudam os rumos da empresa, afinal são eles que estão constantemente avaliando as marcas no ambiente em que estão e propondo mudanças para melhorar as vendas: Toda empresa quer sempre vender mais. Mais vendas = mais lucros.

Avaliam presença da marca na web



É importante entender o que o consumidor espera de um site e como ele entende essa presença da marca na internet. O consumidor está cada vez mais no poder, quer ouvir e ser ouvido. É muito importante que os profissionais de planejamento acompanhem diariamente o que as pessoas estão falando das marcas; nunca é demais lembrar que uma comunidade no Orkut 'Eu odeio marca X' pode acabar com anos e anos de estratégias de marketing das empresas.



O 'boca-a-boca' ainda é a melhor estratégia de comunicação de um produto, pois as pessoas confiam mais no vizinho indicando uma marca do que no comercial de 30 segundos no Jornal Nacional, mídia mais nobre da TV brasileira.


A chamada web 2.0 potencializou esse boca-a-boca. Hoje qualquer um com acesso a web, seja de casa, trabalho, lan house ou faculdade, pode montar um blog, um perfil no Orkut, no Facebook, ter um MSN e
possuir 300 seguidores no Twitter. Ao mesmo tempo.


O meu blog, por exemplo, possui em média 80 acessos/dia. Se eu coloco que a marca X é ruim ou seus
serviços são ruins, posso não influenciar as 80 pessoas, mas com certeza serão 80 potenciais consumidores da marca que ficarão com a 'pulga atrás da orelha' antes de consumir essa marca ou esse serviço. Recentemente postei algo sobre um serviço de TV a cabo e o pessoal do relacionamento da operadora entrou em contato comigo, pois havia lido o que eu escrevi.



O livro aborda como as empresas podem trabalhar melhor essas redes sociais, pois esse é um papel fundamental do planner entender como influenciá-las em prol das marcas ou saber trabalhar as comunidades.


A Coca-Cola, por exemplo, possui uma comunidade com mais de 600 mil usuários, chamada 'Eu Amo a Coca-Cola'. As empresas não podem, jamais, fechar os olhos para 600 mil consumidores que afirmam que
amam tal marca. Eu pertenço a essa rede social e até hoje jamais fui impactado por qualquer comunicado da Coca-Cola. Por que será?


O planner é uma peça fundamental dentro das agências para que os projetos digitais possam ter mais sucesso, pois são responsáveis por entender o que as marcas prometem diante do que os consumidores
desejam e transformar isso em estratégias que liguem essas marcas a esses consumidores.


E você, o que acha? Que características julga serem essenciais ao profissional de planejamento digital? Deixe suas ideias nos comentários!

Monte partições de seu HD automaticamente

Monte partições de seu HD automaticamente: "
Para começar, sou André Ramos, novo integrante do time Espaço Liberdade, e estou muito satisfeito de ter ingressado nele.

Agora vamos ao que realmente interessa. Não é nada agradável ter que montar todas as partições do HD uma por uma ao iniciar ao sistema. Por isso, esse tutorial simples irá lhe mostrar os passos para que você se livre dessa tarefa.
Primeiro criamos uma pasta onde a partição será montada. Normalmente essa pasta se localizará no diretório '/mnt'. Como root, digite no terminal:

$ mkdir /mnt/'nome da pasta a ser criada'

Agora, devemos editar o arquivo FSTAB, é nele que estão as localizações das partições e dispositivos que são montados ao você fazer logon no sistema. Para isso, você deve abrir com um editor instalado (GEdit ou Kate, por exemplo).

$ 'editor' /etc/fstab

E acrescente a seguinte linha:

mount /dev/hda1 /mnt/"nome da pasta que você criou" ntfs defaults,user.rw,auto 0 0

Onde 'hda1' é a partição que deve ser montada, e 'ntfs' é o tipo de arquivamento usado. Note que se a partição for NTFS, é necessário colocar o 'rw' após 'user' para que se possa excluir e criar arquivos.
Pronto! Agora é só criar um link e arrastar para sua área de trabalho. Assim a partição estará sempre a sua disposição, sem necessidade de comandos adicionais.



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Lançada edição n.12 da Revista Espírito Livre!

Lançada edição n.12 da Revista Espírito Livre!: "“Pedras pelo caminho? batalhas. A gente sempre as encontra. Mais cedo ou mais tarde. Não é e nem seria diferente com a Revista Espírito Livre. Ainda mais quando estamos a completar nosso primeiro ano, não mais um recém-nascido? De qualquer forma, aqui estamos, firmes e fortes, já comprando as velinhas do bolo, com a certeza [...]


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Uma forma simples de reduzir os custos com cartuchos de impressão

Uma forma simples de reduzir os custos com cartuchos de impressão: "
Existem muitas maneiras de economizar com impressão: imprimir menos, reaproveitar (conscientemente) papel, negociar bons contratos de outsourcing de impressão, aproveitar bem as configurações da impressora, etc. Existem também os métodos melhor aplicáveis a rascunhos, como imprimir mais de uma página por folha, reduzir o tamanho da fonte, e similares.



Um dos líquidos mais caros (por ml) à venda no mundo

ximg http://img.efetividade.net/img/xtra/hp_no_350_black_ink_cartridge_5ml_hp_cb335ee.jpg -->
Há quem tente também os cartuchos remanufaturados, alternativos ou recarregados, mas minhas experiências com este tipo de solução não foram boas, nem econômicas – muitos cartuchos simplesmente não funcionaram, me deixando na mão quando precisei deles, e alguns fizeram as impressoras precisarem de manutenção, zerando qualquer economia que tivessem gerado, portanto não me vejo em posição de recomendar este tipo de alternativa.

Mas há alternativas de menor impacto e fácil ativação

Até pouco tempo, jamais havia me ocorrido que a mera mudança de fontes nos documentos, mantendo os mesmos tamanhos, poderia levar a economias significativas de tinta.

Claro que isso não faz diferença aqui em casa, com uma impressão de menos de 40 folhas por mês – mas pense em quem emite contas, imprime boletins, comprovantes, formulários e realiza outras operações impressas aos milhares por mês?



Exemplos de Ecofont não me convenceram

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Mas aí isso mudou – primeiro veio a Ecofont, que me faz pensar na palavra gambiarra, embora eu reconheça mérito na idéia: ela tem furinhos, pouco perceptíveis nos caracteres em tamanho comum de corpo de texto, que – afirma-se – podem reduzir em até 25% o consumo de tinta ou toner. A idéia é boa, e enquanto a versão gratuita circulava em formato TrueType e baseada na fonte Vera Sans, agora leio no site oficial que agora ele substitui várias fontes conhecidas: Arial, Verdana, Calibri, etc. O mecanismo de funcionamento não me agrada, mas deixo a dica.



Exagero?

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Só que as pesquisas avançam, e agora fiquei sabendo, via Gizmodo, que existe uma forma mais ao meu agrado: segundo estudos do tipógrafo e criador de fontes Mark Simonson, na Universidade de Wisconsin, substituir a quase onipresente Arial pela também razoavelmente popular fonte Century Gothic, no mesmo tamanho, pode reduzir o consumo de tinta em até 30%.



Amostra da Century Gothic

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Eu já simpatizava com esta fonte, criada em 1991 pela Monotype como uma alternativa às belas fontes Futura, e a economia de tinta pode ser uma versão a mais para empregá-la em material criado para impressão, e colocá-la como default nos seus modelos de documento básicos.

Mas atenção para 2 aspectos extras que podem fazer diferença:

1) a Century Gothic é um pouco mais larga que a Arial, então mudar para ela poderá causar repaginação em um documento existente, e até mesmo o aumento do número de páginas (o que também tem algum impacto no custo, naturalmente)

2) Até mesmo a Times New Roman e a Calibri gastam menos tinta que a esbanjadora e ubíqua Arial. Já a Trebuchet e a Franklin Gothic gastam bem mais do que ela.

E antes de sair trocando fontes, releia o primeiro parágrafo – é possível que algumas das técnicas mencionadas nele possam gerar economias bem maiores ;-)



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Sushi, huh? Como atualizar seu Linux sem estar conectado a rede




Sushi, huh? é um programa muito legal, que permite baixar atualizações de várias distribuições Linux em um computador, armazenar essas atualizações em um dispositivo de armazenamento e executar em outro computador sem conexão a Internet.

A aplicação é executada através de uma interface Web, e permite escolher a distribuição, repositório e os pacotes que se deseja baixar.

Sushi, huh? funciona tanto em Windows como em Linux, todavia encontra-se em fase beta, porém já é possível atualizar distribuições como Debian, Fedora, Ubuntu, Mandriva y openSuse.

Sin lugar a dudas, es una buena manera de acercar Linux a aquellas personas que únicamente disponen de conexión a la red en su centro de trabajo o estudios y quieren actualizar o instalar nuevos paquetes en sus sistemas.

Link: Sushi, huh?


Fonte: Infoblogs

Carreira: planeje seus objetivos e acerte o alvo

É comum encontrarmos profissionais em TI perdidos, sem saber qual a melhor formação a ser feita. Nos últimos meses, alguns colegas de trabalho vieram me consultar com diversas dúvidas sobre qual curso (pós-graduação, mba, mestrado etc.) escolher. Este é, sem dúvida, um dos assuntos que gosto muito de abordar.

Primeiramente, gostaria de recomendar um outro artigo meu, 'Administre sua carreira como se fosse uma empresa'. Com certeza será um bom artigo introdutório sobre o assunto.

Não faça nenhum curso sem antes fazer um planejamento estratégico da sua carreira!



Vou começar sendo realmente repetitivo: não faça nenhum curso sem antes fazer um planejamento estratégico para sua carreira! Justifico essa afirmação com algumas analogias: você não junta dinheiro sem saber o que deseja comprar, você não fez uma faculdade sem saber qual profissão seguir, e por aí vai. É necessário que nossas ações sejam planejadas e que estejam atreladas a um objetivo maior.

Você já planejou a vida toda, mesmo sem saber



Sem nos darmos conta, algumas ações que tomamos na nossa vida já estavam atreladas a objetivos que criamos. Mesmo que esses objetivos não tenham sido documentados em um planejamento estratégico mais formal, certamente você já tomou alguma ação atrelada a um objetivo. Este planejamento hoje em dia é feito, em muitos casos, somente até a escolha do curso superior: estudantes fazem medicina para serem médicos, estudam psicologia para serem psicólogos.


A faculdade terminou; a sua carreira não



Hoje já é mais que provado que somente uma formação superior não é garantia de sucesso profissional.
Portanto, é hora de começar a planejar sua vida pós-faculdade. Dependendo da sua área, existem diversos caminhos a serem seguidos. Fazer a escolha certa só depende de você.

Em TI, por exemplo, uma das dúvidas mais comuns é sobre qual caminho escolher: gerencial ou técnico. Financeiramente, o mito de que um gerente ganha mais que um especialista técnico já foi desmistificado. Inclusive, é bem comum encontrarmos no mercado ótimos profissionais técnicos com remunerações maiores do que um profissional de cargo gerencial. Portanto, não paute sua decisão pelo dinheiro.


Defina seu objetivo e trace metas



Feita a escolha sobre onde chegar, planeje seus cursos de forma que estejam atrelados ao seu objetivo profissional. Não faça cursos somente por passatempo, ou porque existe alguma pressão no seu trabalho. Se você ainda não tomou essa decisão, procure outros profissionais na sua área, levante informações e fortaleça sua escolha.


Existeuma frase muito comum utilizada por profissionais de carreira que é'dinheiro não compra felicidade'. Novamente, não paute suas decisões somente sob o prisma financeiro. Faça o planejamento estratégico da suacarreira e boa sorte!
Fonte: iMasters

Segurança acima de tudo


Muitas pessoas nem imaginam o quanto vulnerável é nossa vida digital. Vamos ao caixa eletrônico retirar dinheiro, acessamos internet banking, fazemos nosso imposto de renda, compramos diversos produtos, e tudo isso através de autenticação. Já que para usufruirmos de tais serviços, necessitamos ao menos de nos identificar de alguma forma.

As organizações, de modo geral, procuram diversificar tal autenticação priorizando a confiabilidade e restringindo o acesso somente às pessoas autorizadas. Por incrível que pareça, a maioria das empresas atualmente utiliza somente os famosos 'usuário' e 'senha' deixando os internautas sujeitos às fragilidades que já conhecemos, como senhas fracas, engenharia social, keyloggers (captura de teclas pressionadas no teclado da vítima), entre outras vulnerabilidades de que tanto ouvimos falar, ainda mais que por incrível que pareça encontramos o famoso post-it amarelinho com a senha colada no monitor dos usuários, o que é uma triste realidade.

Entretanto, em relação à simples adoção de usuário e senha por questões de custo inicial de implementação, esquecem-se de considerar o alto custo de suporte para a solução de problemas, o tempo ocioso dos funcionários parados aguardando o suporte e a fragilidade que tal autenticação proporciona expondo dados confidenciais da nossa empresa.
Assim, constatamos que a utilização do smart-card como forma de autenticação, aliada ao poder da certificação digital, acaba sendo mais vantajosa. Embora o custo inicial seja um pouco maior, o custo de suporte e a ociosidade dos funcionários são significativamente reduzidos, aumentando a produtividade do usuário e conseqüentemente aumento de receita para a sua empresa. Além disso, o smart-card oferece muito mais proteção e funcionalidades que só essa tecnologia pode nos proporcionar, como, por exemplo, o uso de certificados emitidos por autoridades certificadoras da ICP-Brasil (Infra-estrutura de chaves públicas do Brasil).

Outra vantagem é que o certificado digital ICP-Brasil, por ser emitido por um órgão público brasileiro, tem validade jurídica; por isso, as empresas poderão se respaldar juridicamente e punir eventuais acessos indevidos a documentos sigilosos manifestando-se de forma clara e precisa, com base na lei.

Por fim, a biometria é mais um benefício que o smart-card oferece, já que saber a senha e ter o cartão são factíveis de ser burlados, uma vez que é costume dos usuários disponibilizá-los a colegas e familiares. A biometria torna o processo de autenticação realmente forte, pois utiliza a leitura da íris, a leitura facial, a assinatura e etc. Temos, assim, três formas de autenticação trabalhando juntas: o que eu tenho (o cartão com certificado), o que eu sei (a senha) e o que eu sou (a biometria), fechando um ciclo com o qual poderemos disseminar a utilização de serviços virtuais de uma forma mais confiável tanto para os usuários quanto para os fornecedores de serviços. Estes últimos conseqüentemente poderão expandir seu negócio na Internet. Ou alguém tem dúvida de que o nosso futuro será digital?

Fonte: iMasters

Site busca um milhão de apaixonados por Linux



Um milhão de usuários de Linux é o que procura o site 1 Million Tux. A ideia é que os apaixonados por sistemas operacionais livres façam o seu cadastro. Até a publicação deste post eram 1.573 usuários registrados, faltando ainda 998.427 registros.

A ideia é atingir a meta de 1.000.000 em 25 anos. Como o site está ?de pé? há 48 dias, restam ainda 9.077 dias para o prazo final. O ritmo necessário é de 109 assinaturas por dia.

Todas as inscrições são moderadas e podem ser feitas aqui.

Cá entre nós, basta a ideia se espalhar para a divulgação das distribuições. Pensando no perfil de usuário, quem usa Linux MESMO está mais perto dos macmaníacos que dos usuários do Windows. Há internautas, aqui mesmo no blog, que defendem o Windows, por exemplo, é verdade. Mas assim, ouse falar mal do Linux sem fundamento (e às vezes mesmo com) ou da Apple.

Para cadastrar, basta o convite.

Só para relembrar, o Linux tem cerca de 1% no mercado de desktops e a vasta maioria dos usuários comuns (com seu computadorzinho de mesa, notebook ou mesmo netbook) usa o Windows. Os Macs ocupam o segundo lugar na pizza do mercado de computadores pessoais.

As diferenças entre eles? Pergunte a cada usuário ? não me arrisco a listar nada porque não quero me incomodar. Só digo uma coisa, não se iluda pelos números de mercado.

Fonte: Infoblogs

Saiba como sobreviver a uma demissão

Saiba como sobreviver a uma demissão
De acordo com a especialista Lisa Caldas, existem quatro estágios pelos quais os profissionais passam quando são desligados dos empregos
Por CIO/EUA

Leia a matéria completa em: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2010/03/26/saiba-como-sobreviver-a-uma-demissao

Líder, alguém viu um por ai?



Para iniciar nossa reflexão quero deixar bem claro a diferença em 'LIDER' e 'CHEFE', muita gente sofre por não conseguir diferenciar estes dois substantivos. Primeiro, vamos para a definição de Chefe, é aquele que recebeu a responsabilidade formal de conduzir algo e, invariavelmente, existem pessoas que fazem parte disto. Ninguém é chefe de computadores, mesas de trabalho e processos, é chefe de pessoas. Segundo, Lider, é aquele capaz de influenciar as pessoas, seja negativa ou positivamente, não precisa necessariamente ter um cargo de chefia para poder influenciar quem está próximo dele, mas é algo que a pessoa pode ou não ter consciência da sua influência.

Meu objetivo neste post não é dissecar a material sobre liderança, pois, existem vários artigo, livros e muitos autores nacionais e internacionais que versam sobre o assunto. O que seria impossível para mim, exaurir um assunto desta magnitute em um ou vários posts. Mas refletir sobre a pergunta: 'Líder, alguém viu um por ai?'.

Pensando nesta pergunta tente lembrar de pessoas no seu círculo de convivência capaz de influenciar você, ou algum grupo? Poucos ou nenhum, acredito eu. Agora se eu fizer uma pergunta ainda mais difícil, você se considera um Líder? Talvez esteja pensando que não nasceu com este dom, ou quem sabe acredita que não tem talento ou jeito para isto. Não podemos ser fatalistas neste aspecto, pois eu acredito que cada pessoa é, ou pode ser, um líder e um maior ou menor círculo de influência. E sobre esta afirmação você pode estar me perguntando sobre que base eu posso afirmar isto. Sobre a base da natureza humana, fomos feitos para isto, liderar.

Precisamos liderar nossa própria vida, influenciar nem que seja a nós mesmo, baseados no que aprendemos ao longo de nossa vida, no que acreditamos, isto vai influenciar o que seremos. E se você acredita no que faz, as pessoas lhe seguem, na verdade, você arrasta as pessoas. No contrário, se você não tem coragem de fazer o que acredita, as pessoas seguiram outras.

Mas depois de tanta filosofia, olhe para dentro da sua empresa, e veja quantas pessoas são arrastadas por um Líder? E poucas empresas não se deram conta que necessitam de LÍDERES para executar suas estratégias, de pessoas com poder de execução, e acima de tudo com poder de arrastar pessoas para executarem o que precisa ser feito junto com ele. Pois, qual será o preço de alcançar seus objetivos se as pessoas que trabalharam não alcançarem os seus? Por quanto tempo conseguiremos levar pessoas desta forma? Trocamos as pessoas? A que custo?

A área de tecnologia por ser muito técnica e nova em relação a outras áreas de conhecimento, tem carência de Líderes. As empresas precisam fabrica-los, por isso muitas investem em programas de trainee. As mudanças ocorrem com uma velocidade cada vez maior, e estas mudanças são necessárias, as empresas precisam de mais líderes (executivos, diretores e gerentes) que saibam lidar com pessoas e arrastar multidões. Alguém viu um por ai?


Fonte: Infoblogs

Diferenças entre sistemas de 32 e 64 bits

Diferenças entre sistemas de 32 e 64 bits: "Às vezes, para baixar um programa ou um driver para o sistema operacional aparecem duas opções: versão 32 bits ou 64 bits. Essa escolha, por mais que pareça simples, pode fazer com que o programa,...

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Vício em tecnologia agora tem tratamento

Vício em tecnologia agora tem tratamento: "
O hospital britânico Capio Nightingale, em Londres, resolveu criar um programa de reabilitação um tanto quanto inovador. Voltado inicialmente para o sistema privado de saúde, o hospital criou um grupo de tratamento para jovens que passam muitas horas do dia utilizando na frente do computador ou com o celular na mão, enviando SMS, jogando ou atualizando sites de relacionamento.

O programa não visa abstinência completa dos pacientes em relação à tecnologia e, segundo o médico responsável pelo programa, Dr. Richard Graham, isso seria até impossível e não compatível com a realidade que os reabilitados encontrarão após saírem da clínica. Na verdade, a expectativa principal é fazer com que aqueles que buscam esse tipo de tratamento não vejam mais a internet, os jogos ou o celular como prioridade em suas vidas.

O tratamento é dividido em três partes, e inicialmente, há a psicoterapia, seguida pelo trabalho de desfazer o relacionamento paciente-tecnologia (encorajando o jovem a desligar os aparelhos). Finalmente, o tratamento termina com o incentivo a exercícios físicos regulares e a volta da aproximação entre paciente com sua família e amigos.




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Tentar ou continuar na mesma?

Qualquer tipo de mudança na organização e as pseudo-metodologias de desenvolvimento de qualquer empresa de tecnologia costumam ser um grande pesadelo. Isso é assim por vários motivos.

Geralmente os gerentes e diretores (na maioria das vezes) serão duros e contra qualquer tipo de mudança simplesmente pelo fato de a empresa ter gastado centenas de milhares de dinheiros; logo, pensarão por muito tempo que isso (metodologia customizada) deverá dar algum resultado, o que acaba não acontecendo na maioria da vezes. Essa negligência e fraqueza em assumir logo o prejuízo e tentar mudar para melhor acaba acarretando em prejuízos muito maiores no futuro, demissões em larga escala, troca de diretoria e por aí vai, já vi isso antes.

Outra justificativa muito usada para evitar mudanças é a falácia de que 'em time que está ganhando não se mexe'. Grande parte das vezes falta coragem ou maturidade para enxergar que o time não está ganhando e que precisa ser modificado, sim. Também não é incomum encontrar situações onde a mudança não é vista com bons olhos, pois as 'metodologias pra inglês ver', as certificações (de parede) e demais honrarias são mais valorizadas do que as pessoas e o produto que a organização entrega, então, nesses casos pouca  importa se está bom ou ruim.

Mas onde eu quero chegar com tudo isso? Todas estas situações que falei até agora são conhecidas pela maioria dos desenvolvedores e sabemos que são situações difíceis de serem vencidas, eu mesmo já
fracassei em algumas tentativas de mudança diante de tais situações e felizmente já obtive muitos sucessos também.

Certa vez, almoçando com um grande amigo, acabamos caindo no papo sobre as nossas empresas e clientes e falamos sobre um caso em especial. Um cliente em que já havíamos trabalhado, onde enfrentamos todas
aquelas situações anteriores de uma só vez, acreditem!, continuava na mesma. Com os mesmos problemas de sempre (atraso), mesmos gerentes/diretores e as mesmas pseudo-metodologias e regras internas, a única coisa que não era a mesma eram os clientes, nem preciso dizer o porquê.

Mas a discussão não chegou a ser prática ao ponto de 'seja ágil', 'você precisa praticar TDD/BDD', 'agarre-se ao PMBok' ou 'se você não aderir ao Scrum, não vai ter jeito', nada disso, não estávamos
questionando a metodologia, nem as regras em si, mas sim a resistência em mudar. Fazendo uma breve retrospectiva, vimos que 100% dos últimos projetos não haviam sido entregues na data prevista, desses 100%, 100% tiveram o orçamento o estourado e, desses 100%, 100% não atenderam a todas as expectativas do cliente e foram entregues com features aquém do esperado.

Diante de um cenário como esse, por que não deveríamos tentar mudar? Por que não tentar fazer alguma coisa diferente? Se estamos 'sendo ágeis com scrum+xp',por que não tentar um modelo mais lento!? Se o
RUP/MPS.Br/QualquerCoisa não está dando certo, por que não mudar e tentar outro? Se as metodologias e as regras internas não estão sendo suficientes, por que não deveríamos tentar outras? Com um histórico de
atrasos e fracassos, o que poderia acontecer de pior, atrasar 9 semanas ao invés de apenas 7!?

Não fique na mesma por muito tempo, mesmo que o seu time esteja ganhando e esteja realmente na frente, experimente mudar, tente melhorar, evoluir. Avalie sempre não só as mudanças, mas veja o que elas poderão fazer por sua organização, por seus projetos, se algo pode ser melhorado, vá em frente, se algo pode piorar, avalie o seu presente e passado e veja se vai, de fato, piorar, ou se você já estava 'na pior' e não estava se dando conta. Não seja cético correndo atrás do que está na moda, na crista da onda, isso nem sempre será bom pra você, mas procure sempre avaliar sua situação e ver o que você pode tentar melhorar e o que pode, sem prejuízos, continuar na mesma.


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Adobe Flex 4: dúvidas que você tem mas não teve coragem de perguntar!

Adobe Flex 4: dúvidas que você tem mas não teve coragem de perguntar!: "
A última segunda-feira foi foi o dia D para o Adobe Flex. Neste dia, 22 de março de 2010, foi lançada
a versão 4, que representa uma pequena revolução no mundo Flex. As mudanças do
Flex 4 em relação à versão 3 são bem mais significativas em relação ao
lançamento do Flex 3/Flex 2 há 2 anos.


Essa evolução trouxe uma questão muito importante a ser
discutida neste artigo, que merece um título!


Devo migrar para o Flex 4?



Sim e não. Existem
duas perspectivas bastante claras neste aspecto, vou ser bastante objetivo:


  • Se você já tem um projeto em Flex 3 funcionando,
    não migre
  • Se você vai começar um projeto agora, migre
Mas por que isso? A migração do Flex 3 para o 4 exigirá um
tempo bastante grande de adequação às novas ideologias da versão mais nova. Isso
significa que o seu projeto não irá compilar de primeira, você passará horas 'consertando' o seu código, até que tudo funcione.
Sinceramente, não vale a pena.


Devo investir no Flex 4?



Absolutamente sim! Flex
4 é uma 'baita' evolução e você deve segui-la para os seus novos projetos. Além
do Flex 4, tem o Adobe Air 2.0 e, em breve, suporte à tecnologia Android e
a dispositivos móveis. Então a Apple torceu o nariz para o Flash Player, o Google
se uniu à Adobe e juntas vão lançar o Flash Player 10 para a plataforma Android. O futuro com certeza é bastante promissor, e ainda nem falamos dos
tablets!!


Não sei nada de Flex, devo estudar primeiro o 3 ou partir para o 4?



Direto ao Flex 4! Muitos conceitos mudaram e será perda de
tempo aprender 3 para depois ir ao 4.


Não sei inglês, tenho chance de aprender Flex 4 agora?



Sim, já existe um pouco de conteúdo Flex 4 nos sites
brasileiros. Começam a pipocar cursos, artigos, livros etc.


Mas aqui vai um
puxão de orelha: não dominar o inglês, hoje, pelo menos a leitura, é um pecado
capital para qualquer desenvolvedor.


Ok, eu sei inglês, por onde começar?



Garimpei dois ótimos endereços:


Aproveitem, pessoal! O Flex 4 é uma evolução muito
significativa e em breve estará nos browsers, computadores e celulares do mundo todo.


Mais perguntas? É só mandar!
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Usuários podem testar Ubuntu One Music

Usuários podem testar Ubuntu One Music:
"Loja virtual permite que sejam armazenados até 2 GB de músicas gratuitamente"

Recuperação de sistemas e anti-vírus com o live CD Dr.Web

"Existem muitos live CDs para recuperação de sistemas, perícia, segurança de redes e outras tarefas, mas talvez poucos conheçam um live CD da Dr.Web, uma fabricante russa de soluções em segurança de TI. O CD permite tentar recuperar sistemas Windows e UNIX, e ainda oferece um gerenciador de arquivos e um editor combinados à verificação antivírus (AV) com uma solução proprietária, porém de uso gratuito neste caso. Como há casos em que um vírus consegue inibir ou até mesmo destruir partes de softwares antivírus, uma solução que rode do CD parece ser uma boa ideia. Por Bernard Hoffmann"

Conexão wireless ad-hoc no Ubuntu - relato de experiência

 
 

Enviado para você por Liperujo através do Google Reader:

 
 

via Viva o Linux em 24/03/10

Este trabalho mostra minha experiência na configuração de uma conexão wireless ad-hoc com Ubuntu para compartilhamento de internet 3G.


 
 

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

 
 

PC WORLD: Ajude o Windows 7 localizar as pastas e arquivos que você quer

PC WORLD
http://www.pcworld.com.br

Esta notícia foi enviada para você por rubensplima@gmail.com

Ajude o Windows 7 localizar as pastas e arquivos que você quer
Recurso facilita a localização de arquivos de trabalho no PC, principalmente para quem possui grande volume de dados.
Por René Ribeiro, da PC WORLD

Leia a matéria completa em: http://pcworld.uol.com.br/dicas/2010/03/25/como-agilizar-a-pesquisa-de-arquivos-no-windows-7

Veja esta e outras notícias relevantes no PC WORLD:
http://www.pcworld.com.br

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Emprego para área de TI está sobrando?

Se você está procurando emprego, saiba que, de acordo com algumas pesquisas, está sobrando vagas em TI. Será mesmo? Qualquer um tem um lugar ao sol?

Você acha o que está procurando
Quem está no mercado, procurando emprego sabe a dificuldade de encontrar uma vaguinha. Lembre-se, se você está procurando uma “vaguinha” é isso que você irá encontrar, uma “vaguinha”.
Algumas pessoas reclamam que as empresas estão procurando prfissionais super-qualificados e que estão pagando pouco. Isso é verdade. O que fazer então? Chorar?
A chave para enfrentar qualquer situação de crise na carreira é educação. Seja ela por treinamentos formais ou por auto-estudo.
Se as empresas estão procurando profissionais super-qualificados é porque é disso que elas precisam. De profissionais qualificados, multidisciplinares etc etc. Mas será que o que elas estão procurando é “super” qualificação mesmo? Será que não é a sua referência que está errada?
Os americanos são muito melhores!
E são mesmo. Quando estava na faculdade, lembro do meu professor de macroeconomia (Prof. Gesner de Oliveira, um dos idealizadores do Plano Real), comentou que, no período que estudou nos EUA, os alunos corriam para a biblioteca em busca de outras bibliografias além daquela exposta pelo professor. Eles procuravam obter mais informação do que o professor havia passado. Ou seja, estavam procurando super-qualificação.
Eu e os meus colegas de faculdade, que não é do tipo Unidos dos Sem-diploma, mas uma instituição de renome, mal queriam estudar pelo livro pedido pelo professor. Eles queriam ficar no básico, limitado às informações da aula e das listas de exercício. Não queriamos ir além.
Resultado, apesar de cursarmos uma ótima faculdade com um excelente professor, não aproveitamos isso e nos contentávamos com a média.
Você quer mesmo ficar na média?
Você conhece a distribuição normal, ou a bell curve, ou ainda a curva de Gauss?

Estar na média é ficar onde é o ponto 0 do eixo X (curva em azul), juntamente com a maioria. Se você está na média, você está como a maioria da população.
Você não tem vergonha de falar que estuda para passar, trabalha na seu emprego só por trabalhar, não contribuir com nada, que gosta de ficar só na balada etc. Certo?
Mas você gostaria de ser chamado de mediocre? Claro que não. Mas estar na média é ser mediocre. Os radicais de média e mediocre são o mesmo.
O que as empresas estão querendo?
Elas querem pessoas fora da média, querem pessoas que vão além das suas atribuições. Façam mais do que foram contratadas, estudem por conta e que se envolvam em assuntos fora da sua área.
Também ouvi que as empresas querem tudo isso por um salário baixo. Concordo. Mas o que isso significa? Significa que o que ela está pedindo como “super-qualificação” é a média. Para pagar mais ela quer do funcionário MUITO mais do que eles estão oferecendo.
Ou seja, a super-qualificação está muito acima do que você está oferecendo. Não se engane, é a realidade. Não sou eu que estou falando, mas o mercado. Essas são as evidências.
E quanto a experiência?
Outro argumento é falta de expiriência. As empresas estão exigindo muita experiência, mesmo de um recém-formado. Novamente o que isso significa? Significa que você precisa ter paciência para adquirir essa experiência.
A nossa sociedade imediatista nos doutrina para exigirmos as coisas sempre agora. Não somos ensinados a esperar e ter paciência para aguardarmos o tempo certo. Nem as empresas têm essa paciência, elas exigem 5 anos de experiência de um recém-formado!
Não confunda paciência com letargia ou procrastinação. São coisas bem diferentes.
Mas estou falando de paciência para alcançar os objetivos planejados. Essa é a chave. Paciência para alcançar os objetivos planejados. Novamente, não estou falando de esperar as coisas acontecerem, mas de definir objetivos, planejar a forma de fazer isso e ter paciência e disciplina em seguir com o plano.
Eu tenho uma série de idéias de planos pessoais e profissionais. Nesses dois últimos dois anos eu fiquei perdido, correndo de um lado para o outro. Ora corria para área gerencial, ora desenvolvimento iPhone, ora Rails, ora para SAP. Não tive foco e por isso perdi um certo tempo. Disperdicei muita energia com coisas que não me ajudaram em nada.
Não disperdice tempo
Outra coisa que aprendi a muito custo. Não disperdiçar energia e tempo com coisas fora do meu plano. Por exemplo, Twitter, Facebook, games, internet, gadgets etc. Nesses últimos 2 meses eu diminuí quase a zero essas atividades e a minha produtividade cresceu muito! Mas ainda há espaço para mais.
Vejo muitas pessoas checando seus e-mails de 10 em 10 minutos, na esperança de encontrar uma piadinha, uma notícia ou fofoca legal. Tudo isso é disperdício de tempo.
Outras pessoas gastam horas em “maratonas” Lost, Friends, Star Wars etc. Perda de tempo. Não deixe que seu hobby ou lazer tome muito tempo da sua vida. Lembre-se, o que você acha de super-qualificação não é mais super, é a média.
Tenha equilíbrio em suas atividades. No ano passado, na busca desesperada por produtividade, eu institui os “sprints” com objetivos do tipo: 1) escrever 3 posts do ABAP101; 2) desenvolver programa x para iPhone; 3) ler livro y em 2 semanas. Para conseguir isso, minha rotina era de dormir 3-4 horas por dia, por semanas a fio.
Após 4 semanas eu precisei assumir uma turma de ABAP integralmente, ou seja, 5 semanas trabalhando 8hs na Nestlé e mais 5 na KA Solution. Além do mais, o meu filho teve um problema de saúde e tiver que perder algumas noites de sono.
Resultado, cheguei em um nível de estafa e estresse que demorei mais outras semanas para me recuperar. Ou seja, não houve equilíbrio e por isso quase deixei a minha família na mão e acabei ficando muito frustrado.
O que eu faço hoje?
Hoje eu não tenho a distribuição ideal, mas faço uma lista de coisas que quero alcançar e quais atividades devo executar. Semana a semana reavalio os objetivos e ajusto o planejamento. O planejamento me ajuda a manter o foco, equilíbrio e evita frustração.
Por exemplo, eu tenho as minhas atividades já planejadas até final de julho. Mas após uma conversa com um ex-colega de trabalho, esse plano deve ser novamente mudado, pois meus objetivos estão para ser alterados.
Não vou ficar explicando qual o mecanismo que uso, pois cada pessoa deve encontrar a sua forma. Mas o que posso dizer é que você não deve parar de estudar.
Uma vez eu ouvi a seguinte expressão “coce sua própria coceira”. Isso se encaixa perfeitamente nesse nosso contexto. Defina objetivos que faça com que você saia da sua zona de conforto.
Coce a sua coceira, e não a dos outros. Estude e se adiante. Super-qualifique-se antes que o mercado exija isso de você (AVISO: ele já está exijindo).

Fonte: Infoblogs

Por que é tão difícil encontrar profissionais realmente qualificados em TI?

Por que é tão difícil encontrar profissionais realmente qualificados em TI?: "
Você conhece o termo CHA
(conhecimento-habilidade-atitude)? Neste artigo, falarei sobre a falta de mão-de-obra qualificada em TI sob o prisma do CHA, sigla que significa conhecimento, habilidade e atitude. A sigla é comumente utilizada na psicologia para descrever as competências necessárias de um empregado para a realização de sua atividade profissional.

E por que é tão difícil encontrar um profissional com essas características em TI? Será que eles realmente não existem ou são as empresas que não ajudam em nada no desenvolvimento das três habilidades?

O CHA


De acordo com o site RH.com.br, CHA é uma sigla que significa:

  • C = Saber (conhecimentos adquiridos no decorrer da vida, nas escolas, universidades, cursos etc)
  • H = Saber fazer (todo o conhecimento que praticamos aperfeiçoado à habilidade)
  • A = Querer fazer (comportamentos que temos diante de situações do nosso cotidiano e das tarefas que desenvolvemos no nosso dia-a-dia)
Traçando um paralelo com a área de TI, podemos exemplificar a sigla da seguinte forma: a certificação java adquirida pelo profissional alimentaria o C. Porém, existem profissionais que têm muito conhecimento, mas não sabem aplicá-lo. Logo, a capacidade de aplicação prática de um determinado conhecimento seria o H. Já o A, seria a pró-atividade do colaborador e sua capacidade de resolver um problema diante de um stress, por exemplo.


Mas, afinal, o que o CHA tem a ver com TI?


Ora, trabalhamos em uma área onde as competências técnicas são imensamente reconhecidas pelo mercado de trabalho. Já as demais competências (HA), muitas das vezes, são esquecidas.
Quantas vezes já nos deparamos com uma entrevista de emprego onde somente o nosso conhecimento técnico é avaliado? Quantas vezes você já se deparou com um colega de trabalho que sabe muita teoria, mas não consegue aplicar essa teoria na prática para a geração de resultados para a empresa?


Algo está errado...



... e precisa ser modificado. Na TI, é comum o famoso QI (Quem Indica). O QI sem dúvida nenhuma é muito útil, principalmente porque representa uma boa referência sobre o profissional a ser contratado. Porém, ele não pode substituir os critérios de seleção tradicionais, pois são eles quem conseguem determinar a capacidade de um candidato em utilizar o H (Habilidades) e A (Atitudes).


É necessário que as empresas estejam atentas à necessidade de contrataram e avaliarem seus profissionais não só pelos conhecimentos que eles trazem em suas bagagens mas, sobretudo, as habilidades que possuem e suas atitudes para que tais conhecimentos agreguem valor no dia-a-dia.


Na área de psicologia, sei que existem diversos testes utilizados na seleção de profissionais que conseguem identificar (ou pelo menos ajudam) as características do profissional quanto ao H (habilidades) e A (atitudes). Se você é um profissional da área psicológica e gostaria de complementar este artigo, fique à vontade!


E você, profissional de TI, tem suas habilidades desenvolvidas? Sua empresa ajuda no desenvolvimento de todas, ou apenas o C - seu conhecimento técnico - é exigido? E o que você acha disso? Comente, também!
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Certificações em Segurança da Informação

Certificações em Segurança da Informação: "A Módulo Education fechou uma parceria com a organização global EXIN (Examination Institute for Information Science), instituto internacional que oferece certificações em segurança e tecnologia da informação. A companhia é a primeira instituição da América Latina, e a sexta no mundo, credenciada pelo EXIN, com instrutores certificados pelo instituto, para ministrar os treinamentos e provas [...]


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4° Aula - Instalação de programas no Ubuntu Linux: conheça as diversas maneiras

4° Aula - Instalação de programas no Ubuntu Linux: conheça as diversas maneiras: "


Depois de termos visto como instalar o Ubuntu Linux no VirtualBox e alguns dos aplicativos existentes, hoje veremos um pouco sobre os aplicativos de sistema e como instalar programas no Ubuntu! Confira!



Chegou agora? Quer acompanhar o Curso Linux desde do ínicio? Comece aqui!


Antes de começarmos vendo como instalar programas no Ubuntu, veremos um pouco sobre as tarefas administraivas no Linux!






Usuário Linux sem permissões - Fonte imagem



Tarefas Administrativas

No Ubuntu Linux, por razões de segurança, tarefas administrativas são restritas a usuários com privilégios especiais. Acesso administrativo é dado para determinados usuários, que podem usar o comando sudo para realizar tarefas administrativas.


A primeira conta que você criou neste sistema durante a instalação terá, por padrão, acesso a tarefas administrivas.


Quando você executa uma aplicação que requer privilégios de administrador (usuário root), será exigido a senha do mesmo. Isto assegura que aplicações suspeitas não possam danificar seu sistema!


O sudo [super user do] lembrará sua senha por um certo tempo, que por padrão é 15 minutos.Isso foi criado para permitir que os usuários executem várias tarefas administrativas sem que seja solicitada uma senha a cada comando.



Alguns Aplicativos de Sistema


Em Sistema > Administração, na barra de ferramentas você pode encontrar diversos aplicativos interessantes. Entre eles vou destacar:


- Drivers de hardware


Configura drivers de terceiros ou proprietários. Normalmente sua placa de vídeo não será reconhecida automaticamente (por ter um driver proprietário) por isso você deverá usar esse aplicativo.


- Gerenciador de pacotes Synaptic


Veremos ele de forma mais detalhada. Mas em resumo, ele é apenas o gerenciador dos softwares disponíveis no repositório do Ubuntu!


- Ferramentas de Rede


Você pode analisar e verificar sua configuração de rede!


Instalando pacotes no Ubuntu Linux


Ubuntu lida com a instalação do software de uma maneira muito diferente do Windows.






Essa é apenas uma das formas para se instalar pogramas - Fonte imagem


Se você quiser instalar uma aplicação no Windows, você normalmente deve comprar um CD contendo o software, ou baixar um pacote de instalação da Internet e em seguida executá-lo. Correto?


No Ubuntu, basta abrir um gerenciador de pacotes, onde você pode procurar o aplicativo que você deseja e cliquar em um botão para instalá-lo. E remover uma aplicação é mais simples.


Por padrão, somente as aplicações dos repositórios oficiais do Ubuntu software estão disponíveis em seu gerenciador de pacotes. Se você não consegue encontrar o aplicativo que você desejar nos repositórios padrão, você pode adicionar manualmente! Porém, isso não é recomendado por questões de segurança! Todos os softwares presentes no repositório são autenticados e seguros, portanto se você instala um software fora desse repositório, a instalação será por sua conta e risco!


Mesmo o Ubuntu mantendo um repositório seguro e universal, existem outras maneirs para instalar um software no Ubuntu Linux! Vejamos algumas delas:


Métodos de instalação


I - Repositórios








Como já vimos, o Linux usa um conceito diferente de instalação de programas, muito mais fácil e com segurança.


A Central de Programas do Ubuntu fica no menu Aplicativos na barra principal.


O Gerenciador de pacotes Synaptic é encontrado em Sistema > Administração > Gerenciador de pacotes Synaptic.

Basta procurar no campo de pesquisa, assinalar o programa e 'aplicar'. O Aplicativo é baixado e instalado automaticamente.



II - Pacotes .deb








Instalar programas por pacotes também é muito fácil. Basta dar 2 cliques no pacote que o programa é instalado.


Existem diferentes de tipos de pacotes, variando por distribuição por distrbuição:


Pacotes .deb e .rpm:


.deb é usado em distribuições derivadas do Debian. Nessa lista se encaixa o Ubuntu, Kubuntu, Xubuntu, Big Linux, Mint, Xandros, Linux Educacional, Insigne e outras distribuições.


Recomendo que leia também:


.rpm são distribuições próximas do Red Hat, como Fedora, Mandriva, OpenSUSE, CentOS, entre outras.



III - Arquivos .sh


Outro método de instalação é por arquivos com exetensão .sh


Para instalar:


1 - Clicar com botão direito do mouse e ir em 'Propriedades';

2 - Ir na aba 'Permissões' e assinalar 'Permitir a execução do arquivo como programa';

3 - Clicar em 'executar';


IV - Arquivos .exe do Windows








Isso mesmo! Pode-se instalar programas do Windows no Linux facilmente ;-) Para isso é necessário instalar um programa chamado WINE.


Para instalar o WINE é só procurar no Gerenciador de Pacotes Synaptic (visto anteriormente).


Depois de instalar o WINE basta dar 2 clique em cima do arquivo .exe (ou clicar com botão direito e escolher 'Abrir com... WINE').



V - Instalação manual








Esse tipo de instalação é ruim para o usuário doméstico, porém de vez em quando precisa ser utilizada!


Geralmente dentro do arquivo (com extensão .tar,.targz) compactado vem instruções. Caso não venha vc terá que usar os comandos no Terminal:


1 - ./configure

2 - sudo make

3 - make install



Continue Lendo . . .


- Saiba mais sobre o Wine

- Saiba mais sobre a instalação manual



Próxima aula . . .


Veremos com configurar nossa rede para se conectar com a Internet! Mas vou logo adiantando: quem instalou pelo virtualBox, conseguirá conectar com internet, o seu Ubuntu Linux, normalmente. Como?! Isso eu explicarei na próxima aula ;-)


E mais:


- Configurar sua rede internet via modem da Velox;

- Instalar alguns programas básicos;


Abcs a todos!! Até a próxima. . .!!! ;-)



Perdeu as outras aulas? Acesse o Curso Linux Completo!


Fonte imagem do banner principal


Referências



Wiki do Ubuntu

Ubuntu Desktop Guide


Departamento de Informática e Estatística da UFSC - Página do GUI
Ricardo Ferreira Costa http://www.computacao-em-acao.com/



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Resolva seus problemas com manipulação de PDFs


Um dos problemas comuns a quem administra documentos são os problemas para manipular PDF. É difícil retirar imagens dele, separar as páginas, juntar vários documentos em um só ou converter esse tipo de documento para outro tipo.

iPDF Express é uma ferramenta gratuita que supre boa parte dessas necessidades e, diga-se de passagem, tem uma interface muito simples e prática de usar. Coisas rara em programas que lidam com PDF.

O mais comum é querer tirar páginas do arquivo PDF. Sabe, você baixa um documento imenso, mas só lhe interessa guardar (ou enviar) algumas páginas – o iPDF faz isso. Ou o contrário – você quer juntar vários PDFs em um só, digamos, para anexar um documento que baixou da internet a um relatório. De novo, a coisa é tão simples quanto arrastar e soltar os arquivos dentro do programa.

Há recursos mais avançados também… por exemplo, se você quer enviar um arquivo para alguém, mas quer garantir a privacidade? Ele permite criptografar (ou seja, proteger com uma senha forte). Ou precisa passar a certeza de que o documento é o que você fez, e que ninguém alterou? Você pode assinar digitalmente. Há ainda alguns recursos menores, como transformar imagens em PDF ou retirar imagens de PDF.

Gaste tempo e depois ganhe mais ainda ao ler este artigo

Não paramos e não podemos parar, desde o momento em que acordamos até a hora de se deitar. O mundo está cada vez mais competitivo, lutando por sobrevivência, e podemos afirmar que certamente neste momento há alguém estudando e aprendendo novas tecnologias ou tentando inventar um novo 'Google', por exemplo. Ninguém tem tempo a perder, ao ler este artigo você está gastando ele, mas espero que após a leitura lhe ajude a ganhar outros tantos que lhe dará tempo e uma vida mais calma.

A rotina de quem trabalha com dados é incessante, a infinidade de lugares, formatos e tamanhos, nos quais é obrigado a controlar para manter simples conjuntos de bytes em algo compreensível é importante, faz com que se gaste muito tempo criando e executando rotinas estressantes que exigem muita habilidade e conhecimentos técnicos.

Hoje em dia os Databases Administrators (DBAs) são obrigados a gerenciar ambientes complexos que podem envolver diferentes plataformas de banco de dados, as quais dependem de uma série de tarefas e rotinas, que precisam ser aprendidas em horas e dominadas em dias para serem aplicadas em todas as instâncias. Além disso, têm a necessidade de aprender a utilizar a ferramenta de gestão de cada fabricante, que aplicam conceitos diferentes e tornam o aprendizado ainda mais demorado.

Uma forma de resolver esses problemas, e também é uma dica que ofereço, é escolher uma ferramenta que permita gerenciar de maneira igual diferentes tipos de banco de dados, permitindo que o DBA domine uma única ferramenta e o seu aprendizado já seja inserido e replicado em qualquer plataforma de banco de dados, direcionando a preocupação do DBA em resolver o problema rápido, sem intervenção das peculiaridades de uma plataforma.

Ao pensarmos em modelagem, muitos a utilizam na fase de criação da estrutura do banco de dados e após a produção da aplicação abandonam o modelo, deixando obsoleto e sem manutenção. Desta maneira começam a surgir as famosas 'gambiarras' para manter o sistema em funcionamento, mas de forma 'sofrível'.

A modelagem não deve ser apenas utilizada na fase de criação da aplicação, ao integrar a ferramenta de modelagem no banco de dados, possibilitará ainda controle de todo o ciclo de vida e das mudanças, que forem realizadas e propagadas de maneira mais rápida, contribuindo também para uma documentação atualizada e sempre disponível de forma automática.

Outro conselho é escolher uma ferramenta de modelagem que propicie a empresa trabalhar de forma articulada e centralizada, permitindo que analistas de negócios façam o levantamento de requisitos e necessidades de seus usuários, reduzindo o mal entendimento e possibilitando que áreas especialistas em captação de informação possam trabalhar de maneira integrada e automatizada com DBAs e arquitetos de dados. Isso tudo porque ao realizar o modelo conceitual que foi gerado a partir de uma necessidade de negócio será permitida a geração do modelo do banco de dados lógico e físico já direcionado ao usuário, evitando desperdício de esforço aplicado em retrabalho.

Ao termos um modelo atualizado e em uso, podemos ir mais além e oferecer aos desenvolvedores acesso ao dicionário de dados padronizado seguindo templates pré-fabricados para serem reutilizados pelos desenvolvedores, evitando que eles 'reinventem a roda'. Ao sugerir e criar alternativas, ou até mesmo novos objetos para armazenar dados, o desenvolvimento de software tem conseguido ser satisfatório seguindo implementações como Gang of Four (GoF) e UML patterns, do mesmo modo a construção de um banco de dados não precisa ser feita de maneira diferente.

Arquitetos podem disponibilizar para os desenvolvedores estruturas e associações que necessitarão ser reutilizadas com frequência como dados cadastrais de clientes ou produtos, indicando os campos obrigatórios e tipos de dados utilizados, o ganho de tempo estará na constante reutilização e na transformação dos dados para serem movidos ou carregados via ETL.

Boas práticas de mercado são ótimas para serem lidas, nos ajudam a entender como o mercado trabalha e para onde estamos caminhando. Entretanto sabemos que muitas vezes a cultura e até mesmo a dificuldade em adotar uma ou outra técnica acabam dependendo de diversos fatores, mas ao mesmo tempo em que você ou sua empresa não adotam ou não se adaptam ao mundo de hoje, serão obrigados a viver o mundo de ontem, no qual a tecnologia e seus concorrentes não fazem questão de lembrar.

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